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Google Tradutor ganha 24 novos idiomas, incluindo o Guarani

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Google Tradutor ganha 24 novos idiomas
Unsplash/Kai Wenzel

Google Tradutor ganha 24 novos idiomas

O Google anunciou nesta quarta-feira (11), durante sua conferência anual Google I/O, que o Tradutor começou a oferecer suporte a 24 novos idiomas, dentre eles o Guarani, língua de origem indígena falada em países como Brasil, Argentina, Paraguai e Bolívia.

Com os 24 novos idiomas, o Google Tradutor contempla 133 línguas no total. As novas foram incorporadas ao serviço através de uma tecnologia de aprendizado de máquina chamada Zero-Shot.

“Esta notícia representa um grande avanço técnico para o Google Tradutor. As línguas listadas acima são as primeiras que acrescentamos à ferramenta usando a tradução automática Zero-Shot, na qual um modelo de aprendizado de máquina vê apenas textos monolíngues – ou seja, aprende a traduzir para outro idioma sem jamais ter visto um exemplo”, anunciou Isaac Caswell, engenheiro de software do Google Tradutor.

Caswell alertou, porém, que a tecnologia utilizada não é perfeita e pode trazer erros de tradução neste primeiro momento. “Continuaremos melhorando nossos modelos para oferecer a mesma experiência que as pessoas já conhecem em traduções de idiomas como espanhol ou alemão, por exemplo”, prometeu o engenheiro.

Confira os 24 novos idiomas presentes no Google Tradutor

  • Assamês, falada por cerca de 25 milhões de pessoas no nordeste da Índia;
  • Aymara, falada por cerca de dois milhões de pessoas na Bolívia, no Chile e no Peru;
  • Bambara, falada por cerca de 14 milhões de pessoas em Mali;
  • Bhojpuri, falada por cerca de 50 milhões de pessoas no norte da Índia, no Nepal e em Fiji;
  • Dhivehi, falada por cerca de 300 mil pessoas nas Maldivas;
  • Dogri, falada por cerca de três milhões de pessoas no norte da Índia;
  • Ewe, falada por cerca de sete milhões de pessoas em Gana e no Togo;
  • Guarani, falada por cerca de sete milhões de pessoas no Paraguai, na Bolívia, na Argentina e no Brasil;
  • Ilocano, falada por cerca de dez milhões de pessoas no norte das Filipinas;
  • Konkani, falada por cerca de dois milhões de pessoas na Índia Central;
  • Krio, falada por cerca de quatro milhões de pessoas em Serra Leoa;
  • Curdo (Sorani), falada por cerca de oito milhões de pessoas, sobretudo no Iraque;
  • Lingala, falada por cerca de 45 milhões de pessoas na República Democrática do Congo, na República do Congo, na República Centro-Africana, em Angola e na República do Sudão do Sul;
  • Luganda, falada por cerca de vinte milhões de pessoas em Uganda e Ruanda;
  • Maithili, falada por cerca de 34 milhões de pessoas no norte da Índia;
  • Meiteilon (Manipuri), falada por cerca de dois milhões de pessoas no nordeste da Índia;
  • Mizo, falada por cerca de 830 mil pessoas no nordeste da Índia;
  • Oromo, falada por cerca de 37 milhões de pessoas na Etiópia e no Quênia;
  • Quechua, falada por cerca de dez milhões de pessoas no Peru, na Bolívia no Equador e em países vizinhos;
  • Sânscrito, falada por cerca de vinte mil pessoas na Índia;
  • Sepedi, falada por cerca de 14 milhões de pessoas na África do Sul;
  • Tigrinya, falada por cerca de oito milhões de pessoas na Eritreia e na Etiópia;
  • Tsonga, falada por cerca de sete milhões de pessoas em Eswatini, Moçambique, África do Sul e no Zimbábue;
  • Twi, falada por cerca de onze milhões de pessoas em Gana.

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Review do Philco HIT P13: celular básico, mas cheio de acessórios

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Parte frontal do Philco HIT P13
Dimítria Coutinho/Portal iG

Parte frontal do Philco HIT P13

Em tempos em que tem se tornado cada vez mais raro encontrar um smartphone com carregador na caixa, o Philco Hit P13 se destaca. Além do acessório, o smartphone ainda traz película, capa de proteção e fones de ouvido Bluetooth incluídos. É uma experiência completa por um único preço, garantindo facilidade.

Com design bonito e desempenho justo para a categoria, o Philco Hit P13 peca nas fotos, que poderiam ser melhores. A bateria grande garante o uso pelo dia todo para quem busca um smartphone básico. A seguir, confira minhas impressões sobre o celular da Philco. Antes, porém, veja suas especificações:

  • Processador: Unisoc T610

  • Tela: 6,55 polegadas com resoluçaõ HD+

  • Memória RAM: 4 GB

  • Armazenamento interno: 128 GB, expansível até 512 GB

  • Sistema operacional: Android 11

  • Bateria: 5.000 mAh

  • Câmera traseira: principal de 16 MP + wide de 5 MP + macro de 2 MP + sensor de profundidade de 2 MP

  • Câmera frontal: 16 MP

Design bonito

O Philco Hit P13 é um smartphone que causa uma boa primeira impressão. Além de vir equipado com diversos acessórios, outro motivo para essa boa primeira impressão é o fato do celular ser bonito.

Philco HIT P13 vem com fones de ouvido BlueTooth
Dimítria Coutinho/Portal iG

Philco HIT P13 vem com fones de ouvido BlueTooth

Em um tom preto azulado, o Philco Hit P13 tem acabamento brilhante e laterais foscas. O conjunto de câmeras quádruplas fica localizado no canto superior esquerdo do aparelho, sem ocupar muito espaço ou ter muito relevo. Já o sensor de impressão digital fica localizado no centro da parte superior da traseira do celular, em um local confortável para o dedo indicador alcançar.

Em termos de design, o único item que me desagradou foi o furo na tela que abriga a câmera frontal: quando o display está aceso, o círculo preto fica muito grande, chamando bastante a atenção.

Parte frontal do Philco HIT P13 tem notch chamativo
Dimítria Coutinho/Portal iG

Parte frontal do Philco HIT P13 tem notch chamativo

Ao ligar o smartphone, o usuário encontra uma interface simples, sem muitas modificações em relação ao Android 11, sistema com o qual o smartphone vem equipado, Os ícones são quadrados e a interface é limpa. Ponto positivo: o Philco Hit P13 vem com poucos aplicativos pré-instalados, contando apenas com os serviços do Google.

Câmeras decepcionam

Minha grande decepção com o Philco Hit P13 foram as câmeras. O smartphone consegue fazer imagens básicas e até tem alguns efeitos que funcionam bem, mas não é o modelo ideal caso você esteja procurando um celular que vá entregar ótimas fotos.

A lente principal, de 16 MP, faz boas fotos, mas nada além do normal. As cores não saem muito vivas, mas também não sofrem nenhuma distorção.

Já a câmera macro me surpreendeu positivamente. Para um smartphone básico, até que o resultado foi bom: a imagem não fica 100% nítida, mas consegue captar detalhes.

Philco HIT P13: foto tirada com a câmera macro à esquerda e foto tirada com a câmera normal à direita
Dimítria Coutinho/Portal iG

Philco HIT P13: foto tirada com a câmera macro à esquerda e foto tirada com a câmera normal à direita

Outro ponto positivo é o modo noturno, que conseguiu clarear bem o ambiente, sem gerar distorções. O efeito retrato e a câmera frontal também dão conta do recado, mas sem fotos espetaculares.

Philco HIT P13: à esquerda, foto com a configuração padrão; à direita, com o efeito noturno
Dimítria Coutinho/Portal iG

Philco HIT P13: à esquerda, foto com a configuração padrão; à direita, com o efeito noturno

A grande decepção foi a câmera wide, que promete captar fotos com um ângulo mais amplo. Testei o recurso de várias formas, mas pedaços da imagem ficaram distorcidos em todas as ocasiões. O zoom da lente principal também é um ponto negativo, já que derruba a qualidade das imagens.

Desempenho justo para a categoria

O desempenho do Philco Hit P13 se sai bem para a categoria. O smartphone é básico e tem um processador não muito potente, então não se deve esperar muito deste celular.

Para as atividades cotidianas, como assistir a vídeos e navegar pelas redes sociais, o Philco Hit P13 conseguiu executar todas as tarefas bem, apresentando poucos travamentos.

Testei o jogo Asphalt 9, conhecido por ser bastante “pesado”, e me surpreendi positivamente. Um celular básico nem tem a obrigação de rodar um game como esse, mas o Philco Hit P13 permitiu que o jogo fosse executado sem problemas. O som e a resposta da tela também foram bons. Claro que a experiência traz algumas falhas, o que é esperado para a categoria, mas o funcionamento do jogo mostra que o desempenho do smartphone é bom.

A bateria de 5.000 mAh permite que o Philco Hit P13 fique o dia todo longe da tomada para um uso mais leve do smartphone. Além do celular, os fones de ouvido Bluetooth que o acompanham são simples, mas bons. O modelo é bastante leve e confortável e executa suas funções bem.

Veredicto final

Philco HIT P13 vem com fones incluídos
Dimítria Coutinho/Portal iG

Philco HIT P13 vem com fones incluídos

Decidir se um smartphone compensa ser comprado é sempre algo que varia de acordo com o gosto de cada usuário. Se você não é um grande fã de fotografia e o que procura é um smartphone básico, que dê conta do dia a dia sem travar muito ou acabar a bateria rápido, o Philco Hit P13 é uma boa opção.

O problema é o preço. Por mais que possa ser encontrado por pouco mais de R$ 1 mil, o valor oficial do smartphone é de R$ 2 mil – preço de intermediário em modelo mais básico. Pelo valor mais alto, é possível encontrar smartphones com configurações melhores, como alguns da linha Galaxy A, da Samsung, ou da família Redmi Note, da Xiaomi.

É por isso que o fone de ouvido BlueTooth que vem incluído na caixa do Philco Hit P13 deve entrar na conta na hora de decidir, ou não, pela compra do smartphone. Se você não dá muita importância para o acessório, há celulares melhores por R$ 2 mil. Mas se você se interessa pelos fones sem fio, é importante pesquisar outros modelos para descobrir quanto você gastaria a mais se comprasse um smartphone que não vem com o acessório incluído.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Celular roubado: saiba como se proteger antes e depois do incidente

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Veja o que fazer antes e depois de ter o celular roubado
Unsplash/Jenny Ueberberg

Veja o que fazer antes e depois de ter o celular roubado

Atualmente, os roubos de celulares preocupam os usuários não apenas por conta do prejuízo financeiro relacionado ao valor do aparelho, mas também devido às perdas que o acesso a aplicativos bancários e dados pessoais podem causar.

Diante disso, é importante ter algumas proteções no smartphone para evitar prejuízos maiores, assim como saber o que fazer imediatamente após ter o dispositivo roubado.

Claudio Martinelli, diretor-executivo da empresa de cibersegurança Kaspersky na América Latina, teve seu celular roubado, mas não teve prejuízos financeiros além do valor do dispositivo. Isso aconteceu porque ele tomou atitudes rapidamente, impedindo a ação dos criminosos.

“Obviamente, não é uma experiência fácil, mesmo para alguém que trabalha combatendo o cibercrime como eu”, comenta Claudio. “Qualquer roubo criará um grande estresse e é comum ficar surpreso inicialmente, mas tenha em mente que o bandido irá agir rápido, e cabe a você ser mais ágil que ele. Saiba que é possível mitigar as perdas, mas é necessário tomar medidas certas. Uma boa segurança física e digital sempre terá ações preventivas, imediatas e de longo prazo”, orienta o especialista.

A seguir, confira algumas medidas preventivas, para adotar desde já em seu smartphone, e outras que devem ser realizadas imediatamente após um eventual roubo.

Como proteger seu celular

  • Bloqueie aplicativos com mais uma senha além do login. Para isso, há opções nativas no Android e no iOS, além de apps específicos para isso. É importante proteger programas bancários e de consumo, como delivery e lojas online.

  • Tome cuidado na hora de liberar o acesso a apps bancários apenas com a biometria. O que acontece é que o criminoso adiciona uma nova biometria e passa a usar as senhas salvas no dispositivo livremente. Para evitar isso, é importante ativar uma proteção por senha do sistema, sempre que uma nova biometria for criada.

  • Tenha uma solução antirroubo instalada em seu smartphone.

  • Confira os atalhos para entrar em contato com sua operadora de telefonia e com seus bancos. Assim, se você for roubado, já saberá como contatar os canais rapidamente.

Fui roubado, e agora?

  • Imediatamente após o roubo, é importante ligar para a operadora de telefonia e pedir o bloqueio do cartão SIM e do IMEI. Isso impedirá o ladrão de receber SMS com os códigos para recuperação de senhas nos serviços online e de se conectar à internet.

  • Em seguida, bloqueie seu celular através de sistema antirroubo previamente instalado. Eles permitem bloqueio, localização e até a limpeza dos dados do dispositivo de maneira remota.

  • Ligue para todos os seus bancos para notificar que o smartphone foi roubado e peça o bloqueio de qualquer transação feito por este dispositivo.

Isso é suficiente?

Depois de tomar as ações imediatas, é importante ficar de olho em possíveis golpes no longo prazo, que vão além do roubo de credenciais bancárias, já que os celulares também podem revelar informações pessoais como CPF, RG e senhas.

“Os celulares são também uma ferramenta de verificação da nossa identidade no mundo digital. Com essas informações, os bandidos podem tentar realizar empréstimos bancários ou abrir contas falsas”, comenta Claudio.

Por isso, uma boa dica é acessar o  serviço Registrato , do Banco Central, que permite ver informações bancárias ligadas ao seu CPF. Se uma conta for aberta em seu nome ou se um empréstimo for feito, por exemplo, é possível saber através desse sistema.

Por fim, após o roubo também é possível recuperar suas informações salvas em sistemas oficiais do Google e da Apple. Para isso, é importante sempre manter o backup em dia.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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