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Google Assistente passa a responder assédios: ‘Não fala assim comigo’

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Google Assistente ganha novo recurso no Brasil
Unsplash/Kai Wenzel

Google Assistente ganha novo recurso no Brasil

O Google anunciou nesta terça-feira (3) que o Google Assistente mostrará novas respostas para mensagens que forem categorizadas como abusivas. A ideia da empresa é que a inteligência artificial coloque limites nos usuários, em alguns casos direcionando-os para uma conversa educativa.

Em um levantamento, o Google detectou que 2% de todas as interações relacionadas à personalidade da Assistente no Brasil são abordagens abusivas. Isso representa dezenas de milhares de interações todas as semanas, segunda a empresa.

Dentre as abordagens abusivas, estão desde xingamentos misóginos, racistas e homofóbicos até perguntas que podem ser consideradas abusivas, como “quer casar comigo?”.

A empresa também detectou que a voz do Assistente que soa feminina recebeu quase o dobro de comentários abusivos sobre aparência física do que a voz que soa masculina, mostrando como a interação com a tecnologia reflete as interações sociais. No caso da voz que soa feminina, conhecida como voz Vermelha, foram registrados muitos comentários misóginos; no caso da voz que soa masculina, a Laranja, os ataques foram sobretudo homofóbicos.

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Para tentar solucionar essas questões, o Google adicionou respostas próprias para agressões em seu assistente de voz. No caso de comportamentos abusivos e xingamentos, a resposta terá o objetivo de impor limites: “Não fala assim comigo”.

Já para interações consideradas pelo Google como mais brandas, como por exemplo a pergunta “quer casar comigo?”, que pode ser considerada abusiva a depender do contexto, o Assistente responderá “dando um fora” e utilizando humor. Um exemplo de resposta seria: “Acho que um romance entre nós seria complicado, mas posso ajudar a marcar seus encontros na agenda”.

Por enquanto, o trabalho realizado pela gigante de tecnologia tem sido manual, ou seja, funcionários da empresa estão selecionando as interações abusivas mais recorrentes e criando respostas para elas. Ainda não há uma expectativa do Google Assistente lidar com isso de forma autônoma, utilizando aprendizado de máquina.

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Tecnologia

5G: estreia tem instabilidade e capitais do Norte podem adiar adesão

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5G começou com velocidade oscilante em Brasília e pode atrasar em Manaus e Belém
Lucas Braga

5G começou com velocidade oscilante em Brasília e pode atrasar em Manaus e Belém

O dia de estreia do 5G no Brasil , nesta quarta-feira (6), foi marcado por dúvidas, velocidade oscilante e corrida às lojas em Brasília para comprar planos e aparelhos. A capital do país foi a primeira a ligar o serviço, após autorização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As demais capitais devem ter o serviço até setembro, mas Manaus e Belém correm risco de sofrer atraso no início da tecnologia.

Na quarta (6), em Brasília, os clientes das operadoras não conseguiram saber se o símbolo “5G” que aparece nas telas é a nova tecnologia de fato, ou apenas uma versão atualizada do 4G. Até ontem, as operadoras vinham disponibilizando velocidades similares às do 5G, mas por meio da rede 4G.

A partir de agora, são obrigadas a prestar o serviço em uma rede separada. É o chamado 5G “puro”, que permite mais velocidade e tempo de resposta menor.

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Nas ruas, o consumidor não consegue saber qual rede está conectada a seu aparelho, se pura ou não. O GLOBO fez o teste com dois aparelhos compatíveis com a tecnologia comprados há menos de um mês.

Na área central de Brasília, esses testes feitos com o aplicativo oficial da Anatel mostraram diferentes velocidades ao longo do dia, e com conexão alternando entre 4G, 5G e até 3G. 

Quando funciona no 5G, a rede é substancialmente mais veloz, em itens como exibição de vídeos e músicas.

Em Brasília, a TIM instalou 164 antenas; a Claro, 82; e a Vivo, 78, de acordo com a Anatel. Com 324 antenas, juntas, elas passaram a cobrir 80% da cidade. A concentração de antenas é maior no Plano Piloto e na região do Lago Sul, área nobre da capital.

Em um shopping em Brasília, a procura por informações do 5G foi alta mesmo pela manhã, horário tradicionalmente de menor movimento. Juliana Alves, de 22 anos, estava fazendo a compra de seu primeiro aparelho 5G. 

Ela ficou sabendo da novidade pela TV pela manhã, já precisava de um novo celular e aproveitou uma oferta para adquirir o novo produto. Ela, que costuma assistir muitos vídeos no celular, espera ter mais rapidez na conexão.

“Pelo preço que a gente paga, espero que tudo seja melhor”, disse.

O engenheiro Fernando Silva não sabe qual conexão tem em seu celular nem se será preciso trocar de plano, mesmo com seu aparelho sendo compatível com o 5G.

“Além da dúvida, eu vi que oscila muito ao longo da cidade”, afirmou. 

Já a 20 quilômetros dali, em Taguatinga, região administrativa do DF, o 5G também era assunto. Na manhã de quarta, Raimunda de Lima Lopes cuidava da loja de acessórios para celular que fica no Taguacenter, centro comercial da região. Ela conta que vai esperar para analisar o 5G, já que o plano de dados que tem hoje já atende suas necessidades de uso de redes sociais e WhatsApp:

“Tem que ver as condições, se é de fato melhor.”

Ainda no Taguacenter, Maria Leite estava em sua barraquinha de açaí conversando pelo WhatsApp. Para pagamentos, ela aceita cartão, dinheiro e aderiu ao Pix há dois meses, mas ainda não tinha ouvido falar do 5G.

“O 4G resolve meus problemas, não penso em buscar o 5G não”, contou.

Atraso nas capitais 

Enquanto quase todas as capitais do país devem ter o 5G puro liberado no fim de agosto, Manaus e Belém devem atrasar e ficar para depois de setembro, destacou Moisés Queiroz Moreira, conselheiro da Anatel e presidente da Gaispi, grupo responsável por acompanhar a instalação da nova rede.

Fontes do mercado afirmam que nessas duas cidades a tecnologia pode ficar disponível até o fim do ano.

“Manaus é um pouco mais problemática. A cidade tem uma estação de recepção de satélite bem no Centro. Vamos ter que alterar esse local. Isso está sendo pensado. Então, vamos chegar no fim de agosto com tudo praticamente concluído e talvez duas tendo de ser prorrogadas, como Manaus e Belém”, disse Moreira. 

O tema deve ser debatido na próxima quarta-feira em reunião do Gaispi. Alejandro Adamowicz, diretor da GSMA, lembra que a ampliação do 5G vai exigir a ampliação dos investimentos em infraestrutura das teles, como a instalação de antenas e a construção de fibra óptica, que deve ficar acompanhada de maior flexibilização das regulamentações municipais.

Segundo a consultoria Omdia, o Brasil tem hoje ao todo 104 mil antenas instaladas para todas as tecnologias. Na China, esse número é de 1 milhão só para o 5G. Estimativa da GSMA aponta que é preciso instalar até dez vezes mais antenas 5G em relação ao 4G no Brasil.

“A rede 5G pura é mais cara porque é totalmente nova. E precisa de mais antenas”, disse Adamowicz.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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Tecnologia

Musk teve gêmeos com executiva de uma de suas empresas; conheça

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Elon Musk: saiba quem é a executiva apontada como mãe dos gêmeos do bilionário
Reprodução

Elon Musk: saiba quem é a executiva apontada como mãe dos gêmeos do bilionário

O bilionário  Elon Musk teve gêmeos em novembro do ano passado com Shivon Zilis, executiva de uma de suas empresas, a Neuralink. A informação foi revelada pela revista americana Business Insider, que teve acesso a uma petição em que os dois pedem a um juiz de Austin permissão para mudar os nomes dos bebês. Ao todo, Musk tem nove filhos.

Sem citar o caso, Musk publiou no Twitter nesta quinta (7) que está “fazendo seu melhor para repopular a Terra”, citando um suposto “colapso da taxa de nascimentos”.  

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Os gêmeos nasceram poucas semanas antes da cantora Claire Boucher, mais conhecida como Grimes, ter tido seu segundo filho com Musk.

Shivon Zilis nasceu em Markham, em Ontario, no Canadá, e se formou em economia e filosofia na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em 2008. Nos seus anos de estudante, ela jogou como goleira no time feminino de hóquei no gelo.

Shivon começou sua vida profissional na IBM e depois seguiu para a Bloomber Beta, um fundo de capital de risco, onde trabalhou com machine learning.

Ela conheceu Musk através da OpenAI, instituição sem fins lucrativas dedicada a pesquisas no campo da inteligência artificial fundada pelo bilionário. Nela, Zilis atuou como a mais jovem diretora do conselho da instituição.

Em 2017, ela se juntou a Tesla, onde trabalhou como diretora de projetos, dedicando-se a aplicação de inteligência artificial no desenvolvimento dos carros elétricos da empresa. Atualmente, ela diretora de operações e projetos especiais da Neuralink, onde Musk é um dos CEOs.

Segundo a Business Insider, ela reside em Austin, no Texas, em uma casa de US$ 4 milhões. Nos documentos obtidos pela revista, tanto ela quanto Musk indicaram o mesmo endereço como suas residências.

Fonte: IG TECNOLOGIA

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