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Goodyear desenvolve pneus sem ar para equipar robôs autônomos

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Pneu sem ar desenvolvido pela Goodyear aumentará a capacidade de transporte das IAs
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Pneu sem ar desenvolvido pela Goodyear aumentará a capacidade de transporte das IAs

A Starship Technologies, empresa da Goodyear, lança uma rede de mais de mil robôs autônomos dedicados ao transporte e entrega de encomendas. Diante disso, a Goodyear Tire & Rubber anuncia o desenvolvimento e os testes de um pneu sem ar personalizado para dar suporte aos robôs de entrega autônomos da Starship.

Os primeiros dados dos testes de pneus de veículos mostraram resultados positivos em relação ao desgaste, frenagem e amortecimento de vibrações. “Estamos empolgados em estender nossa arquitetura exclusiva de pneus sem ar para novas formas de mobilidade”, afirmou Michael Rachita, diretor sênior do programa de pneus airless da Goodyear .

“O pequeno espaço de entrega apresenta um conjunto diferente de necessidades no que diz respeito ao pneu, e nossa tecnologia NPT é ideal para atender a essas necessidades, além de proporcionar uma experiência duradoura e livre de manutenção”, complementa.

Conforme Siim Viilup, gerente de engenharia mecânica da Starship Technologies, os robôs de entrega fazem milhares de entregas todos os dias em todos os tipos de condições climáticas e de terreno.

“Para garantir que acompanhemos a crescente demanda por nossos serviços, solicitamos pneus que sejam seguros e mantenham os robôs em movimento 24 horas por dia ao redor do mundo. É ótimo ver esses novos pneus oferecendo confiabilidade e economia de custos à medida que nosso negócio cresce”, reforça Viilup.

Fonte: IG CARROS

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Drone da Wingcopter obtém certificação para serviços delivery nos EUA

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Drone da Wingcopter pode voar até 5.000 m de altitude e atingir uma velocidade final de 144 km/h
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Drone da Wingcopter pode voar até 5.000 m de altitude e atingir uma velocidade final de 144 km/h

A Wingcopter, empresa alemã especializada na fabricação de drones anuncia  que a FAA (Federal Aviation Administration) -Administração Federal de Aviação  emitiu os Critérios de Aeronavegabilidade de Classe Especial para suas aeronaves eVTOL (decolagem e pouso elétrico) para uso em operações comerciais regulares nos EUA.

A certificação obtida pela maior agência de transporte do governo dos EUA – que regula todos os aspectos da aviação civil no país, bem como nas águas internacionais circundantes – possibilitará o drone realizar qualquer tipo de serviços de entrega no mercado norte-americano; e é um passo importante no processo de certificação de qualquer aeronave não tripulada.

A empresa alemã solicitou o Certificado de Tipo de Classe Especial em 2020 e sua recente emissão permite que se concentre nos requisitos da FAA para receber a certificação o mais rápido possível.

Quando isso acontecer, o drone poderá voar em rotas convencionais mesmo em áreas povoadas nos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a certificação ajudará a Wingcopter a ganhar uma reputação ainda melhor e apoiará seus esforços de certificação também em outras áreas, como Japão ou Brasil.

O Wingcopter 198 , que é o principal drone de entrega da empresa, é uma aeronave autônoma com sistema de queda tripla, que permite fazer três entregas separadas para vários locais, tudo com uma única carga. O drone usa o rotor de inclinação patenteado do fabricante que possibilita decolar e pousar verticalmente, eliminando a necessidade de estrutura adicional.

Com uma envergadura de 198 cm, o drone pode voar em altitudes de 16.400 pés (5.000 m). Ele pode atingir uma velocidade final de 144 km/h e sua autonomia depende da carga útil que ele precisa transportar. Com pequenas cargas de até 1 kg, por exemplo, ele pode voar por 95 km por carga, enquanto uma carga maior de 5 kg o manterá no ar por até 75 km .

Fonte: IG CARROS

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Carros elétricos podem receber mais incentivos fiscais no Brasil

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Modelos eletrificados apresentaram crescimento de quase 78% no primeiro quadrimestre de 2022
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Modelos eletrificados apresentaram crescimento de quase 78% no primeiro quadrimestre de 2022

Está em trâmite no Senado Federal o projeto de Lei (PL) 403/2022 de autoria do Senador Irajá (PSD/TO) que busca zerar o imposto de importação sobre veículos elétricos e híbridos até 31 de dezembro de 2025.

Atualmente no Brasil os carros elétricos possuem valor muito elevado, com o mais barato disponível custando R$ 142.990. Porém, um relatório da Bloomberg New Energy Finance de 2021 apontou que a tendência é que os veículos híbridos e elétricos se tornem mais baratos que os movidos a combustão até 2027.

Para justificar o PL, o Senador utiliza o argumento de que o órgão executivo da União Europeia propôs a proibição da venda de veículos novos com motores a combustão a partir de 2035, e que estados norte-americanos como Nova Jersey e Califórnia também estudam adoção de leis nesse sentido.

O Senador ainda diz que o Brasil não pode ficar de fora da nova forma de mobilidade que substituirá o combustível fóssil pelo renovável, e que o país é um grande produtor de energia limpa como etanol, solar e eólica.

Para Fábio Pizzamiglio, diretor da Efficienza, empresa especializada em negócios internacionais , a proposta pode trazer pontos positivos, mas ainda será necessário acompanhar a variação dos preços dos insumos de produção.

“Por mais que tenhamos uma diminuição nos impostos no produto final, que é uma ação muito bem-vinda, ainda precisamos nos atentar ao mercado. Lembrando que ainda vivemos uma crise de semicondutores que afeta diretamente essa indústria”, declarou o executivo.

Segundo da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), somente no primeiro trimestre deste ano houve aumento de 115% na venda de automóveis elétricos no país.

Diversas empresas trabalham para melhoria da infraestrutura para receber os carros elétricos no Brasil
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Diversas empresas trabalham para melhoria da infraestrutura para receber os carros elétricos no Brasil

“A maior parte desses veículos é fruto de importação. Ainda não temos a fabricação massiva desse tipo de automóvel no país. Por esse motivo, a medida de forma emergencial pode ser algo essencial para o crescimento do setor”, afirma Pizzamiglio.

Mas a proposta realmente poderá ter um efeito positivo? Segundo Ricardo David, sócio-diretor da Elev Mobility, empresa que trabalha com soluções para o ecossistema do carro elétrico , a medida poderá ser positiva em curto prazo. Porém ainda é necessário aumentar a produção interna dos veículos eletrificados e investir na estruturação do Brasil em longo prazo.

“Em um período maior, para termos uma real diminuição nos valores desses automóveis, precisamos aumentar a nossa produção nacional . Não somente dos veículos em si, mas de outros elementos essenciais para a produção desses modelos como baterias, por exemplo”, explica o executivo.

A busca pela diminuição dos impostos de importação desses automóveis não é uma ideia nova. Em 2020, a Câmara dos Deputados aprovou medida similar, o projeto de Lei 5308/20. Além disso, em 2016 o Governo Federal chegou a reduzir o tributo para estimular o consumidor brasileiro a adquirir um carro movido a energia limpa.

Porém, até o momento não houve impactos significativos no preço dos automóveis elétricos vendidos no país, principalmente por culpa da pandemia da covid-19, que afetou mercados produtores e paralisou a produção em inúmeros países.

Segundo as informações do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) , em todos os estados do Brasil há automóveis eletrificados, com uma grande concentração no sudeste, principalmente nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Fonte: IG CARROS

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