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Golpes online podem negativar seu nome; Aprenda a reverter

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Golpes online podem negativar seu nome
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Golpes online podem negativar seu nome

Com as facilidades dos recursos online para resolver as questões práticas da vida, inclusive financeiras, vem junto as armadilhas e golpes . É fundamental usar os recursos de segurança que bancos e aplicativos de redes sociais como a autenticação em duas etapas, porque muitos consumidores podem ter seus nomes negativados indevidamente em golpes praticados na internet.

“Em linhas gerais, podemos apontar que a negativação ocorre quando o consumidor deixa de quitar com as obrigações monetárias adquiridas na aquisição de serviços ou produtos, mas também tem ocorrido muitas situações em que o negativado é vítima de algum golpe, como cartão clonado e compra realizada por terceiros, assim como cadastro de dívida inexistente”, explica Leandro Nava, mestre em Direito e pós-graduado em Direito Civil, sócio da Nava Sociedade de Advocacia.

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Ao ter o nome indevidamente negativado, o cidadão pode tomar algumas medidas práticas no âmbito administrativo.

“Fundamental entrar em contato com empresa que fez sua inscrição nos órgãos de proteção ao crédito e esclarecer os motivos que tornam essa inscrição indevida. Como alternativa, é tentar a solução por meio da realização de reclamações no Procon ou sites de reclamações como o consumidor.gov.br, que têm se mostrado uma ótima ferramenta para solução de problemas menores e auxiliam o consumidor a resolver de maneira célere e gratuita os transtornos que surgem das relações de consumo”, explica o advogado.

Confira a reportagem completa aqui

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Economia

Lucro do Banco do Brasil aumenta 32% no primeiro trimestre

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O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido contábil de R$ 4,226 bilhões no primeiro trimestre, segundo balanço divulgado hoje (6) à noite. O valor representa alta de 31,9% em relação aos R$ 3,199 bilhões registrado no mesmo período de 2020.

O lucro líquido ajustado do banco, que exclui receitas e gastos extraordinários, totalizou R$ 4,913 bilhões nos três primeiros meses de 2021. O montante é 44,7% maior que o observado no primeiro trimestre de 2020.

Indicador que mede a lucratividade dos bancos, o retorno sobre o patrimônio líquido também registrou melhora. A proporção ficou em 15,1%, melhor que os 12,1% registrados no último trimestre de 2020 e que os 12,5% no primeiro trimestre do ano passado.

A receita com prestação de serviços somou R$ 6,9 bilhões, com queda de 3% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Em nota, o Banco do Brasil informou que o recuo decorre “do atual momento macroeconômico e da dinâmica de negócios na rede”.

Carteira de crédito e inadimplência

A carteira de crédito ampliada do BB somou R$ 758,3 bilhões no primeiro trimestre, alta de 4,5% em relação aos três primeiros meses do ano passado. A inadimplência superior a 90 dias atingiu 1,95% no fim de março. Apesar de registrar leve alta em relação ao fim de dezembro, quando estava em 1,9%, o índice está abaixo dos 3,17% registrados em março do ano passado.

Esse é o primeiro balanço divulgado pela gestão do novo presidente do BB, Fausto de Andrade, que assumiu o comando da instituição financeira em março. Andrade substituiu André Brandão, que pediu demissão do cargo após instituir um programa de fechamento de 361 pontos de atendimento e de instituir um programa de demissão incentivada de 5 mil funcionários.

Edição: Fábio Massalli

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Economia

Arábia Saudita suspende compras de aves de 11 frigoríficos do Brasil

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O governo brasileiro divulgou uma nota, nesta quinta-feira, em que afirma ter sido surpreendido com a decisão da Arábia Saudita de suspender 11 estabelecimentos exportadores de carne de aves para aquele mercado. Segundo comunicado conjunto do Itamaraty e do Ministério da Agricultura , a medida poderá ser contestada por meio de uma ação a ser movida contra os sauditas na Organização Mundial do Comércio (OMC), se não houver acordo bilateral.

“Não houve contato prévio das autoridades sauditas, tampouco apresentação de motivações ou justificativas que embasem as suspensões”, diz a nota.


A notícia, recebida com “consternação”, só foi conhecida a partir da publicação de uma nova lista de plantas brasileiras autorizadas a exportar, publicada hoje pela Saudi Food and Drug Authority (SFDA). Dela, foram excluídos os 11 frigoríficos. Apenas o Brasil foi afetado pela atualização da lista de exportadores.

Na nota, o governo destaca que a cadeia de produtos de origem animal no Brasil segue elevados padrões de qualidade e sanidade, assegurados por rigorosas inspeções do serviço veterinário oficial. “Há confiança de que todos os requisitos sanitários estabelecidos por mercados de destino são integralmente cumpridos”.

Autoridades brasileiras iniciaram, nesta quinta-feira, contatos com o governo da Arábia Saudita e com a embaixada do país em Brasília. O objetivo é esclarecer o episódio.

“Todas as vias bilaterais e multilaterais serão empregadas com vistas à pronta resolução da questão. Caso se comprove a interposição de barreira indevida ao comércio, o Brasil poderá levar o caso à OMC”, conclui a nota. Dados do Ministério da Economia mostram que as carnes de aves, com destaque para frango fresco, refrigerado ou congelado, lideram a pauta de exportações para a Arábia Saudita, com uma participação de 38% do total. No primeiro quadrimestre deste ano, as vendas desses produtos ao mercado saudita somaram US$ 275 milhões, montante 18,3% acima do registrado no mesmo período de 2020.

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Segundo um integrante do governo, a suspensão desses 11 estabelecimentos não inviabiliza as exportações para aquele mercado, mas certamente terá impacto negativo nas vendas.

Em nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) destacou que apoia o governo brasileiro na busca por mais detalhes sobre a “surpreendente decisão unilateral” tomada pelas autoridades sauditas. A ABPA reforçou seu compromisso de parceria estratégica com aquele mercado, um dos mais longevos e importantes importadores de carnes de aves do Brasil.

“A entidade reitera, ainda, a sua plena confiança e o reconhecimento internacional das empresas brasileiras, seja pelo cumprimento de critérios técnicos, pela qualidade e por todos os demais pontos estabelecidos pelas nações importadoras”, destacou a ABPA.

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