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GM revela possível sucessor da minivan Spin

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Chevrolet Orlando: deve ser a nova Spin, que deixará de ser minivan para se tornar um belo crossover, em 2021

A GM revela o penúltimo dos novos modelos com a plataforma GEM (Global Emerging Markets) com a apresentação da nova geração do crossover Orlando, na China. De acordo com o site Argentina Autoblog , a novidade deverá se chamar Spin no Mercosul, onde entrará no lugar da atual geração da minivan em 2021.

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Agora falta apenas a picape que vai brigar com Fiat Toro e companhia para completar a linha de modelos fabricados pela GM em parceria com a SAIC chinesa. De qualquer forma, o novo Chevrolet Orlando tem linhas mais arrojadas que as da Spin e adota um visual que combina o estilo de minivan com SUV, daí a denominação crossover.

Como pode ser visto na galeria abaixo, o novo modelo da GM que deverá entrar no lugar da Spin, em 2021, agrada não apenas pelo visual. Tem bastante espaço e poderá até sete ocupantes com uma dose extra de sofisticação se comparada a atual Spin. Entre outros itens, o carro terá acesso à internet sem fio e teto solar panorâmico, deixando o ambiente mais arejado.

 A parte de segurança também terá ganhos na comparação com a Spin . Serão seis airbags de série e ESP, controle eletrônico de estabilidade. Além disso, o conjunto mecânico será mais eficiente, com motores turbinados, de tries cilindros: 1.0, de 116 cv e 1.2, de 140 cv, ambos poderão ser acoplados ao sistema de transmissão com câmbio manual ou automático, sempre de seis marchas.

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A GM continua com um cronograma recheado de lançamentos. Para o ano que vem, a marca já anunciou que serão 7 novidades. Entre as quais, destaca-se a nova geração do SUV compacto Tracker, outro com a plataforma GEM e que chegará para brigar com Jeep Renegade, Hyundai Creta, Honda HR-V e companhia. 

Fonte: IG Carros
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Avaliação: primeiro Honda elétrico aposta na diversão ao volante

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‘Honda e’ faz referência aos kei cars dos anos 70; veja as primeiras impressões ao volante

Essa ainda não é a versão de produção do Honda E, exibida no Salão de Frankfurt, que chega ano que vem, mas a marca japonesa parece determinada a fazer seu primeiro modelo 100% elétrico virar o centro das atenções desde agora. Moderno e compacto, com 3,90 m de comprimento, o carrinho foi apresentado em versão conceitual no Salão de São Paulo do ano passado e deve ser vendido por aqui, também, ainda em 2020.

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O Honda e é um carro que imediatamente conquista simpatia: ele foi projetado em Tóquio, claramente inspirado na primeira geração do Civic – que nasceu como um hatch –, mas tem traços que lembram o N360, lendário K-car (carro compacto do Japão) lançado nos anos 1960 pela marca.

Construído em uma plataforma inédita, que servirá de base para outros elétricos (segmentos B e C), o Honda e tem motor e tração traseiros. A bateria de íons de lítio, com capacidade de 35,5 kWh, fica sob o assoalho, como em todos os elétricos recentes, enquanto central eletrônica e carregador estão na dianteira. Assim, o peso é dividido quase igualmente entre os eixos, garantindo ótima dinâmica – ainda mais com tração traseira. O motor tem 150 cv e 30,8 kgfm (potência e torque similares aos do Nissan Leaf).

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No interior do Hinda e, foi feito um enorme esforço para tornar o compartimento de passageiros “mais humano”. Nos revestimentos, foram usados materiais de móveis domésticos, para enfatizar uma certa continuidade com o ambiente encontrado em casa. O carro é homologado para quatro ocupantes: na frente há bastante espaço, mas atrás os pés ficam apertados devido ao assoalho mais alto que o normal (a bateria fica abaixo dele).

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O porta-malas do Honda e é definitivamente pequeno (a marca não divulgou ainda a capacidade). Para abri-lo, basta aproximar o smartphone, por meio do qual – com um aplicativo dedicado – também se pode gerenciar o carro remotamente.

Divertido de dirigir, o Honda E responde sempre com extrema vivacidade, uma característica geral dos carros elétricos. A distribuição de peso ideal o torna ágil e responsivo aos comandos, com 0-100 km/h em ótimos 8,5 segundos.

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A tela central do Honda e se prolonga para o lado do passageiro, incluindo um retrovisor interno digital

Como nos Mercedes-Benz elétricos, as aletas no volante do Honda e servem para ajustar o nível de recuperação de energia nas frenagens, e um botão no túnel central aciona o modo que permite guiar usando apenas o pedal do acelerador (como no Nissan Leaf).

A capacidade da bateria, 35,5 kWh, é um pouco menor que nos rivais, e por isso mesmo permitiu que os engenheiros criassem um carro ainda mais leve e ligeiro – obviamente, às custas de uma menor autonomia. No entanto, de acordo com a Honda, ele é capaz de rodar mais de 200 quilômetros com uma recarga (de novo, como o Leaf).

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É mais que suficiente para garantir mobilidade em ambiente urbano. Além disso, 80% da bateria é carregada em meia hora em pontos rápidos. Quanto ao preço, fala-se hoje em
€ 30 mil (R$ 125 mil em conversão direta). Então, a princípio, não será um elétrico para todos, mas um produto de elite, para lançar moda e tendências.


Ficha técnica:

Honda E

Preço básico (Europa): R$ 125.000
Carro estimado (Brasil): R$ 185.000
Motor: elétrico síncrono, traseiro
Combustível: bateria
Potência: 150 cv
Torque: mais de 30,8 kgfm
Câmbio: relação fixa
Direção: elétrica
Suspensões: MacPherson (d) e eixo de torção (t)
Freios: n/d
Tração: traseira
Dimensões: 3,90 m (c), 1,72 m (l), 1,51 m (a)
Entre-eixos: 2,53 m
Pneus: n/d
Porta-malas: n/d
Peso: 1.500 kg
0-100 km/h: 8s5
Velocidade máxima: 145 km/h
Consumo cidade: mais de 6,5 km/kWh
Consumo estrada: n/d
Bateria: 35,5 kWh
Autonomia: mais de 200 km (estimada)
Recarga: 18 a 37 horas horas (6,6 kW), 6 horas (6,6 kW com Wallbox) ou 80% em 30 minutos em estações de recarga elétrica rápida
Nota de consumo: A*
Classificação na categoria: A* (*notas estimadas)

Fonte: IG Carros
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Primeiro Corvette C8 é arrematado nos EUA por US$ 3 milhões

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Chevrolet Corvette C8: primeiro exemplar do supercarro produzido pela GM surge no palco do leilão da barret-Jackson Scottsdale

O primeiro Chevrolet Corvette C8 produzido em série foi arrematado por nada menos que US$ 3 milhões, o equivalente a cerca de R$ 12,3 milhões numa conversão simples. A raridade apareceu no palco do leilão organizado pela Barret-Jackson Scottsdale com a CEO da GM, Mary Barra, ao volante, seguido por um breve discurso da executiva.

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Todo dinheiro arrecadado com a venda do primeiro Chevrolet Corvette C8 irá para a instituição que ajuda crianças carentes de Detroit (EUA). Os lances começaram com US$ 200 mil e foram subindo, passando para US$ 250 mil, US$ 500 mil, US$ 750 mil até chegar a US$ 1 milhão.

Em seguida, chegaram a oferecer US$ 1,2 milhão, US$ 1,5 milhão, US$ 1,7 milhão e parou nos US$ 2 milhões. Mas, para surpresa de todos, no final, dono de equipe de NASCAR, Rick Hendrick, arrematou o supercarro pelos US$ 3 milhões e entrou para a história.

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O Chevrolet Corvette C8 é o primeiro fabricado com motor central. E a unidade número 1 a sair da linha de montagem terá, entre outros itens, pacote especial Z51 que inclui bancos esportivos GT2.

A versão Stingray conta com o motor 6.2 V8 LT2 herdado do Corvette C7, mas retrabalhado para o uso na posição central-traseira. Com o pacote Z51, o propulsor é capaz de desenvolver 495 cv. Ele trabalha em conjunto com uma transmissão do tipo transeixo de oito marchas e dupla embreagem, que traciona as rodas traseiras e permite ao esportivo acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de três segundos.

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Os preços do novo Chevrolet Corvette C8 ainda não foram divulgados oficialmente. Mas o presidente da GM dos EUA, Mark Reuss, chegou a declarar que o carro partirá de cerca de US$ 60 mil. O fim de junho de 2019 o ultimo Corvette da sétima geração foi arrematado por US$ 2,7 milhões.

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Fonte: IG Carros
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