conecte-se conosco


Política MT

Gisela garante que fica no Pros e nega atrito com deputado por comando da sigla em Mato Grosso

Publicado

Advogada diz que objetivo é disputar a eleição no próximo ano pelo partido

Ex-candidata a prefeita de Cuiabá, a advogada Gisela Simona (Pros), que saiu do primeiro turno em 2020 na disputa como a terceira colocada, com 51.191 votos, afirmou em fala com jornalistas nesta quarta-feira (9), que o Pros está se fortalecendo no Estado e que sua ideia é ficar no partido e disputar o pleito em 2022.

“A ideia é ficar no Pros. O partido está se fortalecendo em todo o Estado, é a primeira eleição de chapa pura para estadual e federal. A gente está fazendo contato com os correligionários do Estado todo. Agora o desafio é de todos os partidos, temos que formar força e termos uma chapa competitiva para 2022”, disse.

Gisela Simona adiantou que já teve convites para deixar o Pros por parte de várias agremiações. “Já recebi convites do MDB, do próprio Carlos Bezerra, da Janaína Riva, recebi do Neri Geller, do PP, do Medeiros, do Podemos, do Republicados, do Sachetti, as siglas todas estão buscando formar chapa competitiva para Federal. Os partidos precisam vencer as cláusulas de barreira. Existe uma expectativa para o mês de outubro, se vai mudar ou não a legislação eleitoral”, afirmou.

Sobre o seu relacionamento com o deputado estadual João Batista (Pros), por conta do comando do partido no Estado, Gisela Simona garantiu que está tudo normal. “Na verdade, o mandato do deputado João Batista findou em maio. Ele sabia que não haveria prorrogação. Ele concordou com isso. Teve uma ampla convenção no Estado, registrada em ata no cartório. O Pros caminha para um momento de muita transparência, e o que queremos é agregar mais pessoas”, disse.

“Não acredito que ele saia do partido. Ele tem que pensar na candidatura dele. Não existe essa situação de esvaziamento no Pros. É possível formar o comando entre eu e ele, não existe nada de atrito com o deputado”, garantiu.

 

 

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política MT

Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

Publicado

A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

Continue lendo

Política MT

Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

Publicado

O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

Continue lendo

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana