conecte-se conosco


Política Nacional

Girão pede que sociedade se manifeste sobre reeleição do presidente do Senado

Publicado


.

Em pronunciamento nesta quarta-feira (23), o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) pediu que a sociedade manifeste, pelas redes sociais, se é a favor ou contra a reeleição para o cargo de presidente do Senado dentro da mesma legislatura.

Segundo ele, o assunto permeia os bastidores da Casa, durante esta semana de votação semipresencial. A eleição será somente em fevereiro de 2021, mas Girão afirmou que já existe uma articulação para garantir que o atual presidente, senador Davi Alcolumbre, possa concorrer à reeleição.

Essa movimentação, de acordo com ele, não ocorre apenas dentro do Senado. O procurador-geral da República, Augusto Aras, manifestou-se a favor da ideia, argumentando, em seu parecer, que posição semelhante tinha o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso. Só que Velloso desmentiu Aras, informou Girão.

Ele também contou que mais de 15 senadores assinaram um documento para exigir que a escolha do futuro presidente do Senado se dê por meio de voto aberto. Girão lembrou que Davi se comprometeu a acabar com o voto secreto nesse tipo de eleição, só que a medida “não saiu do papel”, lamentou.

— O voto aberto continua sem ser deliberado e isso, numa simples reunião da Mesa, que ele coordena com outros sete senadores, poderia ser feito. Há um projeto do senador Lasier Martins [Podemos-RS] nesse sentido, mas não é deliberado.

Girão lamentou que outras demandas da sociedade, por decisão monocrática da presidência do Senado, também não saíram do papel. Entre elas os pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e de criação da chamada CPI da Lavatoga.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política Nacional

Lula quer impeachment de Bolsonaro por vetar compra da CoronaVac

Publicado


source
O ex-presidente Lula (PT) foi ao Twitter na manhã desta quinta-feira 22 para defender o impeachment do presidente Jair Bolsonaro
Foto: Agência Pública

O ex-presidente Lula (PT) foi ao Twitter na manhã desta quinta-feira 22 para defender o impeachment do presidente Jair Bolsonaro

O ex-presidente Lula (PT) quer o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pela decisão de vetar a compra das  46 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan

Em seu Twitter, o ex-presidente publicou mensagens de descontentamento com a decisão de Bolsonaro. De acordo com Lula, a ação de Bolsonaro é um “motivo para discutir o impeachment”.

Ontem, Bolsonaro disse que não comprará a vacina CoronaVac e que o povo  brasileiro não seria “cobaia”. Os estudos para esta vacina estão em fase avançada, na terceira e última etapa de testes clínicos.

“Se a sociedade, os partidos e os parlamentares, precisavam de um motivo para discutir o impeachment, Bolsonaro acaba de cometer um crime contra a nação ao dizer que não vai comprar a vacina e desrespeitar um instituto da seriedade do Butantan e toda a comunidade científica”, publicou Lula na rede social.

Em reunião com governadores na terça-feira (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou acordo com o governo paulista para uso do imunizante em todo o território nacional. Ele havia dito que o governo federal compraria as 46 milhões de doses da CoronaVac no fim do ano e outro lote de 100 milhões de doses em 2021.

“Se Bolsonaro não acredita na eficácia da vacina, ele que não tome. Mas o papel de um presidente da República é possibilitar que o povo tenha a vacina a sua disposição. Se faltava crime de responsabilidade, essa foi a maior irresponsabilidade de um presidente que já vi”, acrescentou Lula.

Continue lendo

Política Nacional

Evento do governo no Itamaraty tem aglomeração e pessoas sem máscaras

Publicado


source
Evento no Itamaraty supera capacidade máxima liberada pelo governo do DF
ESTADÃO CONTEÚDO

Evento no Itamaraty supera capacidade máxima liberada pelo governo do DF

Evento de formatura de alunos do Instituto Rio Branco realizado no Palácio Itamaraty , sede do Ministério das Relações Exteriores , em Brasília, nesta quinta (22) reuniu centenas de pessoas, muitas delas sem usar máscaras.

Acompanhado do Vice Hamilton Mourão e da Primeira dama Michelle, o Presidente Jair Bolsonaro marcou presença no evento, e não usou máscara.

Durante a cerimônia, cadeiras foram posicionadas há 1,5 m de distância uma das outras para respeitar o distanciamento. Contudo, o uso da proteção facial era opcional.

Após, durante a entrega de insígnias seguida de um coquetel, houve aglomeração, e mais de 250 pessoas ficaram reunidas no espaço do palácio.

Todavia, no Distrito Federal, capital do país, está em vigor uma lei que proíbe eventos em espaços fechados que reúnam mais de 100 pessoas.

O SindItamaraty , sindicato dos funcionários do ministério enviou um ofício ao Secretário-Geral do Ministério das Relações, Otávio Brandelli, na última quarta(21) registrando preocupação com a superlotação do evento.

“Em meio ao cenário que impõe medidas de segurança para redução dos riscos à saúde dos servidores e da coletividade, o Ministério das Relações Exteriores decidiu organizar um evento presencial onde cada um dos 30 formandos e dos 150 homenageados com a medalha do IRB (Instituto Rio Branco) e seus respectivos convidados já atingem 250”, indagou o sindicato pela nota.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana