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Gilmar Mendes mantém preso nigeriano aplicou golpe do ‘namoro fake’

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'Fake lovers': Gilmar Mendes mantém preso líder de quadrilha que fez 300 vítimas
Reprodução/Flickr

‘Fake lovers’: Gilmar Mendes mantém preso líder de quadrilha que fez 300 vítimas

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve preso um homem que liderava um grupo de estelionatários especializado em “fake lovers”, amantes falsos. O esquema fez mais de 300 vítimas, que tiveram prejuízo total de R$ 17 milhões. Em denúncia do Ministério Público, o padrão da quadrilha é detalhado: “após o período de namoro virtual e o envio de fotos íntimas, as vítimas são extorquidas a efetuar o pagamento de valores para que as fotos não sejam vazadas na internet”. A partir do contato e da sedução da vítima, várias histórias são criadas, todas falsas com o objetivo de obter dinheiro.

O nigeriano Uchenna Ikechukwu Madu é acusado pelas autoridades brasileiras de cometer os crimes de estelionato, extorsão e lavagem de dinheiro. Ele está preso preventivamente e recorreu ao Supremo após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) manter a decisão da Justiça de São Paulo.

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Segundo a denúncia, ele integra a organização criminosa nigeriana “Yahoo Boys”, com o fim específico de praticarem o crime de estelionato e extorsão, virtualmente, por meio de conversas por sites ou redes sociais. O grupo conta com cerca de 210 integrantes, que se dividem em funções como os “fake lovers”, os oficiais, os recrutadores, os correntistas e os agentes de lavagem. De acordo com o Ministério Público, dentre os crimes praticados por essa organização e investigados no curso do presente procedimento, destacam-se os crimes de estelionato sentimental, extorsão e lavagem de dinheiro.

“Para a prática do crime de estelionato, o indivíduo integrante do grupo cuja função é conhecida como “fake lover” cria um perfil falso, em um site de relacionamento ou rede social, e inicia contato com a vítima por meio deste mesmo site ou da rede social. Há perfis falsos masculinos e femininos, mas, normalmente, o “fake lover” é um homem”, diz a acusação.

Na decisão, dada no último dia 29, o ministro do STF entendeu que “a continuidade da custódia está fundamentada, entre outros, na possibilidade contemporânea de reiteração delitiva e de fuga do território nacional”. Por isso, manteve a prisão preventiva.

Fonte: IG Nacional

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Nacional

RJ: Testemunha pode ajudar polícia entender desaparecimento de jovens

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Testemunha vai prestar depoimento à Polícia Civil
polícia civil/ divulgação

Testemunha vai prestar depoimento à Polícia Civil

O depoimento de uma testemunha pode ajudar os investigadores a entenderem o que aconteceu com quatro jovens e um motorista de aplicativo vistos pela última vez na sexta-feira (12), no bairro Valverde, em Nova Iguaçu.

Segundo o delegado do plantão da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), Márcio Melo, uma mulher estava com as vítimas no momento em que criminosos encapuzados e armados, usando dois veículos, teriam interceptado o carro em que eles estavam e os sequestraram. Ela foi liberada pelos bandidos e intimada a depor na próxima segunda-feira (15).

O caso foi registrado inicialmente na 52ª DP (Nova Iguaçu), em seguida encaminhado para a 56ª DP (Comendador Soares) e a investigação foi transferida para o Setor de Descoberta de Paradeiros da especializada.

Entretanto, os familiares, que estivaram na DHBF neste domingo (15) para prestar depoimento, disseram que já não têm mais esperanças de que Matheus Costa da Silva, de 21 anos, Douglas de Paula Pampolha dos Santos, 22, Adriel Andrade Bastos, 24, e Jhonatan Alef Gomes Francisco, de 28 anos, estejam vivos. As vítimas são amigos de infância. O motorista ainda não foi identificado.

“Para mim é um desespero muito grande, não só para minha família, como para a família dos outros meninos. Eu só quero o meu filho, o corpo dele para eu fazer um enterro e acabar com esse sofrimento. É só o que eu quero. O meu dever de pai é enterrar nosso filho, infelizmente. Não imaginei que seria tão próximo, o ciclo da vida é os filhos enterrarem os pais. Inclusive hoje ele ia estar comigo. Não tem para onde correr, não tem mais o que fazer. Agora é só esperar justiça. Acabou o meu Dia dos Pais. Minha vida acabou”, desabafou o pai de Matheus, Everson Turíbio.

“Eu só queria o meu filho comigo. Eu só queria ele de volta. Ele ia visitar os amigos, mas sempre voltava. Dessa vez ele não voltou”, lamentou a mãe, Ana Maria da Costa.

Os parentes dos jovens receberam informações pelas redes sociais de dois possíveis locais onde os corpos estariam. Um deles seria um terreno na Rua José Cabral, no bairro Valverde, onde um irmão de Jhonatan esteve, mas foi embora, após ser alertado do risco, por conta da atuação da milícia na área. O outro endereço seria em uma residência, próxima ao terreno.

Segundo o delegado, a Polícia Militar tentou fazer buscas na casa, mas ninguém atendeu. Ele explicou que os policiais não puderam entrar no local, por não terem uma ordem judicial.

“Um dos locais parece que já foi checado pela Polícia Militar e o outro local a gente está tentando identificar, para ver se a gente consegue o local objetivamente para fazer a diligência. De qualquer forma, segundo informação deles (familiares), era o interior de uma residência, onde a Polícia Militar chamou e ninguém atendeu e para entrar, só com ordem judicial, que depende da gente ter informações, indícios suficientes para fundamentar o pedido para o juiz”, explicou Melo.

Ainda de acordo com o delegado Márcio Melo, uma linha de investigação ainda não foi estabelecida. As informações sobre o desaparecimento dos amigos estão sendo coletadas para definir o motivo dos jovens terem sido levados, se foram vítimas de emboscada ou se tinham envolvimento com criminosos. Segundo ele, o motorista de aplicativo pode não ter sido morto e os agentes vão tentar localizá-lo. As diligências estão em andamento.

“Nosso trabalho vai um pouquinho além. Encontrar os corpos, descobrir quem fez isso, produzir provas para conseguir condenação e prisão dessas pessoas. A gente sabe que para a família o urgente é localizar os corpos, para fazer os sepultamentos, se eles já estiverem mortos, e encerrar esse processo. Não adianta a gente fazer as coisas fora da técnica e fora da lei, porque a gente vai até localizar os corpos, mas jamais os executores vão ser punidos, porque as provas que a gente produziu vão ser todas consideradas ilícitas”, ressaltou o delegado.

O Disque Denúncia recebe informações pelo Zap do Portal dos Procurados, pelo número (21) 98849-6099; pelos telefones (21) 2253-1177 ou 0300-253-1177, além do App Disque Denúncia RJ e também pelo inbox do Facebook e Twitter dos Portal dos Procurados. O anonimato é garantido.

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Fonte: IG Nacional

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Ciclone extratropical: após fenômeno, praias ficam cheias no Rio

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Praia no Rio de Janeiro
FOTO: AGÊNCIA BRASIL

Praia no Rio de Janeiro

Após a passagem do ciclone extratropical , que trouxe ventos fortes e temperaturas mais frias, o sol voltou a dar as caras no Rio e os cariocas aproveitaram o domingo para ir à praia. Neste Dia dos Pais, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, muitos aproveitaram para caminhar e andar de bicicleta.

O pai da Lorena, de 5 anos, Sérgio Bittencourt celebrou a data na praia do Arpoador. Para ele, carioca gosta mesmo é de sol e ir para a praia “é bom demais”. Ele e a filha vibraram pelo fim dos dias chuvosos.

O administrador Roberto Ribeiro também aproveitou o sol para um passeio em família, com a esposa e os dois filhos. Além de conseguir aproveitar a praia e jogar futevôlei, ele também levou os filhos para conhecerem a pedra do Arpoador. Para ele, o Rio combina com sol e com isso, conseguiu aproveitar o fim de semana ao ar livre.

O ciclista Alexandre Verdan também pedalou pela orla do Arpoador nesta tarde. Além de pedalar, ele aproveitou para ver como estava o mar e se conseguiria surfar na segunda de manhã, antes do trabalho. Apesar de gostar de surfe, ele preferiu não se aventurar no mar com ressaca dos últimos dois dias.

“O carioca é isso aí: praia, sol. O Rio de Janeiro sem sol, o carioca fica meio sem pai nem mãe, a verdade é essa. A gente tem a oportunidade de aproveitar as coisas que a natureza proporciona, é diversão barata”, falou ele.

O mineiro, Arthur Lima, chegou na manhã deste domingo na cidade e já correu para aproveitar o sol. Do município de Contagem e apaixonado pela cidade, já estava sem vir ao Rio há três anos. O sorriso estampado no rosto não escondeu a felicidade de estar de volta.

“Entre dormir no meu colchão e vir para o Rio de Janeiro, eu optei por vir pra cá. Vir aqui depois desse tempo e sem se organizar foi melhor ainda. Já cheguei chegando na festa”, disse Lima.

Na quinta-feira (11), a força da ventania na cidade do Rio chegou a atingir 93,6 km/h no Forte de Copacabana, segundo o Centro de Operações Rio (COR). Foi o maior índice desde 29 de abril de 2019, quando a estação marcou 105,5 km/h. Na Marambaia, a rajada chegou a 84,2 km/h.

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Fonte: IG Nacional

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