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Gestão Emanuel Pinheiro tem aprovação de mais de 70% da população de Cuiabá, aponta pesquisa

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O prefeito Emanuel Pinheiro, que concorre à reeleição

Wesley Santiago – Olhar Direto – A quarta rodada de pesquisa do instituto Olhar Dados, publicada com exclusividade pelo portal Olhar Direto, mostra que mais de 70% dos entrevistados entre os dias 03 e 05 de outubro aprova a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que tenta a reeleição no pleito deste ano.

Dos entrevistados, 12,5% consideram a gestão do atual prefeito ótima; 36,1% boa e 21,5% regular. Já dos que desaprovam, 13,8% das pessoas ouvidas dizem que o mandato é ruim e 12,2% que é péssimo. Apenas 3,9% não souberam ou preferiram não opinar.

Em plena campanha para reeleição à Prefeitura de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) disse em entrevista ao programa Chamada Geral da Rádio Mega FM que fez mais do que prometeu para seu primeiro mandato e por isso precisa continuar trabalhando pela capital.

O prefeito confirmou que entre suas prioridades está arrumar o trânsito da capital e acabar com os gargalos e congestionamento nos horários de pico.

Além de dois viadutos que serão entregues esse ano e mais o Contorno Leste, que terá 17km de extensão, Emanuel confirmou que mais um viaduto está sendo projetado para a região do Jardim Universitário, próximo da antiga fábrica da Brahma e uma trincheira na região do Círculo Militar na Avenida Miguel Sutil.

Ainda se caso for eleito, Emanuel confirmou que irá construir mais duas passarelas sobre a Miguel Sutil. Uma delas próximo ao Hospital Santa Rosa e a outra na frente do Supermercado Comper do bairro Araés. Todas com elevador e muita iluminação.

Durante reunião com lideranças políticas e moradores do CPA III, Emanuel falou sobre o projeto de desenvolvimento econômico da Capital no pós-pandemia.
Durante sua fala, o prefeito reafirmou compromisso com o desenvolvimento da “Cuiabá que se transformou em um verdadeiro canteiro de obras”.
“Gestor tem que ter sensibilidade e respeito pelas pessoas. Não é balela, a gestão que mais realizou obras em Cuiabá foi a nossa. Eu sempre digo que a minha bandeira é o povo. Por isso, agimos em todas áreas com obras ações e projetos que a população está vendo. Essa mudança implantada em Cuiabá merece continuar”, discursou Emanuel.

O levantamento Olhar Dados é produzido e publicado com exclusividade pelo portal Olhar Direto. Neste levantamento o instituto realizou 609 entrevistas entre os dias 03 e 05 de outubro para captar a percepção geral da população de Cuiabá a respeito do cenário eleitoral de 2020. A pesquisa é quantitativa com técnica survey de opinião.

O levantamento está registrado junto à Justiça Eleitoral sob o a inscrição MT-09402/2020. A margem de erro é 4,0 pontos percentuais para mais ou para menos. Os resultados das tabelas foram arredondados pelo programa para totalizarem 100%.

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1 comentário

1 comentário

  1. victor disse:

    pode ter defeito , mas trabalhou muito.não vou arriscar.

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Gisela diz que fez bem em rejeitar Emanuel, que teria que escolher um lado e que pode disputar Câmara Federal pelo Pros

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A presidente do Pros de Mato Grosso, advogada Gisela Simona, em entrevista ao Portal ODocumento, afirmou que a sua pré-candidatura à Câmara Federal, nas eleições de 2022, significa o fechamento de um ciclo que começou ainda em 2018, quando a advogada concorreu à mesma vaga e conquistou mais de 50 mil votos.

Segundo Simona, que disputou a eleição para a prefeitura de Cuiabá, em 2020, ficando em terceira colocada na disputa, sua postura no segundo turno da eleição que reelegeu o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), de apoiar o candidato Abílio Júnior (Podemos), não prejudica o seu projeto de disputar a Câmara Federal.

“Não vejo que houve em nenhum momento um erro ou que haja prejuízo. Pelo contrário, até pelos desfechos que estão acontecendo hoje dentro da gestão municipal fica notório que não tinha como apoiar o atual prefeito”, afirmou.

Conforme a líder partidária, “aqueles que acompanham nossa trajetória sabem que nós temos que ser coerentes com aquilo que achamos que é correto. E ser contra a corrupção é algo que sempre foi muito claro, não só nas nossas vidas como também nas nossas propostas”, declarou.

A líder partidária fez questão de destacar que a intenção do Pros é lançar chapas completas para a Assembleia Legislativa e Câmara Federal nas eleições de 2022, com 16 pré-candidatos a deputado federal e 48 estadual. “Esse é o nosso propósito, estamos aguardando para ver se haverá mudança na legislação ou não. Nós estamos querendo sair com chapa cheia, com 16 candidatos a federal e 48 a estadual. Fizemos uma divisão do Estado por número de eleitores e vamos querer fazer um grupo bem heterogêneo com pessoas de todo Mato Grosso”, argumentou.

Questionada sobre nomes que estariam compondo as chapas de pré-candidatos, Gisela Simona desconversou. “Estamos mantendo tudo sobre sigilo, até mesmo para evitar o assédio de outros partidos. Mas estamos com um bom andamento. Terá muitos representantes da sociedade, diversos segmentos, ex-candidatos a prefeito no interior do Estado e algumas figuras conhecidas aqui em Cuiabá também”, completou

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Fávaro vê exagero na quantidade de partidos, critica proposta da volta das coligações e diz que votará contra

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O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente do partido no Estado, vê a volta das coligações partidárias nas eleições proporcionais como um retrocesso. “Voltar as coligações é o enfraquecimento dos partidos políticos. Com todo respeito à Câmara Federal, mas nós não podemos retroceder”. Segundo Fávaro, a volta das coligações e a ausência de cláusulas de barreira impede a governabilidade de qualquer chefe de Executivo. A matéria, que está em tramitação, para Carlos Fávaro, terá resistência no Senado Federal.

“A volta das coligações, proposta pela maioria dos deputados federais, marcaria um retrocesso nos avanços conquistados ao longo dos últimos anos. Nosso sistema eleitoral, com as regras atuais, é muito recente. Ainda que precise de ajustes, não podemos permitir retrocessos”, argumentou o senador.

Carlos Fávaro, que é titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Senado, que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Eleitoral (28/2021), fez questão de destacar o relatório da senadora Simone Tebet (MDB-MS), que barrou a medida, aprovada na Câmara dos Deputados.

“Embora alguns possam pensar o contrário, não é democrático termos 35 partidos políticos, o que cria situações esdrúxulas, como as siglas de aluguel. Por isso, parabenizo a senadora Simone por barrar a volta destas coligações”, disse o senador.
Só para citar exemplos, o senador disse que em Cuiabá os 25 vereadores estão divididos em 19 partidos políticos. Em Blumenau [SC], são 15 vereadores para 12 partidos. “Por mais plural que somos enquanto sociedade, não há justificativa para um número tão grande de siglas”, destacou o senador.

Para o senador, “isso é horrível, imagina o prefeito ter que tratar, e é parte normal da democracia o Executivo e Legislativo conversarem e convergirem, ter que conversar com 19 líderes, e o que é pior, chega a ser grotesco, líder de si mesmo, porque só tem um vereador. Esse não é o modelo bom para a democracia, para a gestão pública”, arrematou.

O senador defende o aperfeiçoamento da legislação eleitoral e lembrou que o Senado já aprovou projetos importantes nesse sentido, como o que define critérios para a distribuição das sobras eleitorais e o que estimula a participação de mulheres na política.

 

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