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Genro de Arcanjo e mais 4 acusados de integrarem a Colibri ficam em silêncio no GCCO; rival confessa participação

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De cabeça raspada e abatido, Giovanni Zem, prestou depoimento no GCCO esta tarde

O empresário Giovanni Zem, genro do João Arcanjo Ribeiro, permaneceu em silêncio durante depoimento à Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) em Cuiabá, na tarde desta terça-feira (4). Ele está preso na Penitenciária Central do Estado (PCE) e é apontado como um dos líderes da “Colibri”, uma suposta organização criminosa envolvida com lavagem de dinheiro e jogo do bicho em Mato Grosso, crimes que desencadearam a “Operação Mantus” na última quarta-feira (29).

Além de Giovanni, outros cinco alvos da operação foram ouvidos pelo delegado da GCCO, Flávio Stringueta, inclusive, um acusado de integrar a organização rival, da Colibri, a “FMC Ello”, de propriedade do empresário Frederico Muller Coutinho, também preso na semana passada.

De acordo com a Polícia Civil, os dois grupos movimentaram em um ano, apenas em contas bancárias, mais de R$ 20 milhões. Frederico e Arcanjo, inclusive devem depor na GCCO na quarta-feira (5) e na quinta-feira (6), respectivamente.

Foram ouvidos Alexsandro Correia, Bruno Almeida dos Reis, Mariano Oliveira e Marcelo Gomes (suspeitos de pertencerem a Colibri); e João Henrique Sales de Souza, apontado como integrante da FMC Ello. De acordo com Flávio Stringueta, somente este último confessou sua participação no esquema.

Assim como Giovanni Zen, outros integrantes da Colibri permaneceram em silêncio.  “Ele [João Henrique] confessou que fazia parte da organização criminosa na medida da sua culpa. Porque só quem ganhava dinheiro com o jogo do bicho eram os líderes, o dono da empresa. Os outros ganhavam uma merreca para sobreviver”, disse o delegado.

Ao todo, 33 pessoas foram presas na operação – deflagrada semana passada, por determinação do juiz Jorge Luiz Tadeu, da 7ª Vara Criminal. As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande e em mais 5 cidades do interior do Estado.

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Policial

Operação Comando da Lei cumpre mandados contra envolvidos em homicídio de mulher no bairro Pedregal

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (09.12) mais uma fase da Operação Comando da Lei, coordenada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) para cumprimento de mandados de prisão contra envolvidos no homicídio de uma mulher, ocorrido em julho do ano passado, no bairro Pedregal.

Natana da Silva, 30 anos, sofreu um ritual de espancamentos seguido de choques elétricos. Conforme atestado no exame de necropsia, a vítima chegou a receber 70 choques no corpo. O “salve foi executado depois que ela teve a morte ordenada por uma facção criminosa porque, supostamente, teria praticado o furto de um celular.

A vítima foi encontrada em uma rua do bairro Pedregal, já perto do Jardim Renascer, pedindo socorro em uma casa, bastante debilitada pelos espancamentos. Ela foi socorrida por familiares e levada ainda com vida a um hospital particular de Cuiabá, onde foram feitas tentativas de reanimação, mas foi a óbito horas depois em consequência das lesões sofridas.  

De acordo com o delegado que preside o inquérito, Caio Fernando Álvares Albuquerque, parte dos alvos identificados na apuração, conduzida pelo núcleo de investigação de homicídios cometidos a mando de facções da DHPP, era monitorada por tornozeleira eletrônicas e teve a presença no local do crime confirmada durante as diligências realizadas.

Os policiais da DHPP apuraram ainda que os envolvidos no homicídio retiraram câmeras de monitoramento que estavam instaladas próximas à área onde ocorreu o crime, a fim de dificultar a identificação dos criminosos.

As equipes da DHPP estão nas ruas para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliares contra os investigados.

No período da tarde, às 14h30, será realizada coletiva com a imprensa na sede da DHPP, em Cuiabá (Avenida Tenente-coronel Duarte – próxima à Praça Ipiranga).

Fonte: PJC MT

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Quatro envolvidos em latrocínio e roubo a motoristas de aplicativo são presos pela Polícia Civil

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Quatro autores de roubos ocorridos em Sapezal, sendo um deles um latrocínio, foram presos nesta terça-feira (07.12) pela Polícia Civil durante a Operação Trajeto Seguro, coordenada pela Delegacia do município.

Três mandados de prisão foram cumpridos em Sapezal, com apoio da Delegacia de Campo Novo do Parecis e um, de apreensão de um adolescente, foi cumprido em Nova Olímpia, com apoio da Delegacia de Barra do Bugres.

De acordo com o delegado de Sapezal, Heberth Hugo Montenegro, a investigação que culminou com a Operação Trajeto Seguro apurou dois roubos cometidos contra motoristas de transporte por aplicativo, sendo que em um deles, Brener Eduardo de Souza Silva, de 27 anos, foi alvejado pelos criminosos ao perseguir o veículo que foi roubado. O terceiro crime foi cometido contra uma distribuidora de bebidas em Sapezal.

Um dos crimes ocorreu no mês de julho, quando a motorista, de 36 anos, recebeu uma solicitação de corrida e se dirigiu ao endereço informado, no bairro Industrial. Chegando ao local, dois suspeitos anunciaram o assalto, a colocaram no porta-malas e assumiram a direção do veículo, um modelo Creta.

A vítima conta que após percorrerem um trajeto, eles a liberaram em uma área próxima a uma fazenda, na direção a Brasnorte, distante 50 quilômetros de Sapezal. Depois de andar a pé por vários quilômetros, a vítima conseguiu pedir socorro.

Latrocínio

O outro roubo ocorreu no mês de agosto, com as mesmas características do ocorrido em julho, conforme a apuração realizada pela equipe da Delegacia de Polícia de Sapezal.

A motorista de 38 anos aceitou uma chamada para o residencial Papagaio e foi abordada pelos criminosos e colocada no porta-malas. De dentro do carro, ela conseguiu passar a localização pelo aplicativo de onde estava e informou a Polícia Militar e seu patrão que havia sido levada pelos criminosos.

Na tentativa de localizar o carro onde estava a vítima, que seguia em direção ao município de Campos de Júlio, Brener, que era gestor do sistema aplicativo na cidade, foi alvejado pelos criminosos e morreu ainda na estrada. A equipe da PM que estava em diligências avistou o carro conduzido por Brener com as luzes de alerta ligadas na estrada e o corpo próximo ao veículo.

Logo depois, seguranças de uma fazenda nas proximidades informaram que viram duas pessoas saindo de um veículo HB20 sedan. Ao chegar no local informado, os policiais encontraram o veículo vazio e em seguida, a equipe da PM  de Campos de Júlio chegou com a motorista de aplicativo, que conseguiu sair do porta-malas e caminhou em meio à lavoura, até que encontrou com a equipe da PM. A vítima declarou aos policiais que foi abordada por quatro homens armados ao chegar no endereço informado pelo aplicativo e depois de ser rendida, foi colocada no porta-malas e no trajeto, apenas ouviu os barulhos de disparos de arma de fogo.

Roubo a comércio 

O terceiro roubo cometido por um dos autores identificados nas investigações da Polícia Civil ocorreu no início da madrugada de 13 de novembro, em uma distribuidora de bebidas em Sapezal. O proprietário estava fechando o comércio, quando um homem armado o abordou e anunciou o assalto. O criminoso levou a vítima para dentro da distribuidora e pediu a chave da camionete da vítima, que deu dinheiro ao criminoso e pediu calma. Enquanto o assaltante guardava o dinheiro, a vítima entrou e luta corporal com ele e desferiu golpes de faca, o que fez com que o criminoso fugisse do local.

Os criminosos presos nesta terça-feira foram ouvidos em interrogatório pelo delegado Heberth Montenegro e após os procedimentos na delegacia, serão encaminhados a uma unidade prisional da região.

Fonte: PJC MT

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