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Gefron apreende carga com mais de 200 quilos de cocaína avaliada em R$ 3,6 milhões e prende traficante

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A apreensão ocorreu na madrugada desta segunda-feira, em Porto Esperidião [Foto – Gefron]

O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) apreendeu, na madrugada desta segunda-feira (27), no município de Porto Esperidião (326 km de Cuiabá), 202 quilos de substância análoga à pasta base de cocaína.

A ocorrência foi registrada por volta das 2h30 da manhã, no momento em que agentes de fronteira realizavam patrulhamento próximo à região do laranjal, e avistaram oito pessoas andando a pé transportando sacos semelhantes a cangas de drogas. Ao notarem a presença da equipe, os suspeitos jogaram os sacos ao solo e correram para dentro da mata.

Os policiais então começaram a buscar pelos foragidos, fazendo uma varredura no local, e encontraram um dos suspeitos. Em conversa, o mesmo admitiu que estava vindo da Bolívia e receberia R$ 200 por tablete transportado, que tinha como destino final a cidade de Porto Esperidião.

Ao verificar os oito sacos que estavam sendo carregados, foram encontrados 197 tabletes de substância análoga a pasta base de cocaína. As buscas continuaram para localizar os outros sete suspeitos, porém eles não foram mais vistos.

O suspeito e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia Especial de Fronteira (Defron), em Cáceres. O prejuízo ao crime é avaliado em R$ 3,6 milhões.

 

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Policial

Alvos de operação para combater guerra de facções criminosas em MT são traficantes e homicidas; veja nomes

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Alguns dos alvos já estavam detidos em presídios da capital e interior

A Força-Tarefa da Segurança Pública revelou os nomes da “Operação Dissidência”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (18) em Cuiabá, Várzea Grande e vários municípios do interior, além de Rio de Janeiro e Macaé (RJ),  com objetivo de cessar conflitos entre uma facção criminosa e sua dissidência pelo controle na venda de drogas. Entre os alvos de mandados de prisão estão 16 homens e 4 mulheres.

Alguns já estão presos e lideravam a guerra de facções de dentro da cadeia e tiveram os mandados cumpridos na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira, em Sinop; na Penitenciária Central do Estado e na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, ambas em Cuiabá e na Cadeia Pública de Peixoto de Azevedo. Entre os crimes estão assassinatos e tráfico de drogas.

Ao todo, a operação busca o cumprimento de 22 mandados de prisão preventiva, 03 prisão temporária e 36 busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Rio de Janeiro contra envolvidos em crimes como homicídios, tortura e tráfico de drogas. A Força Tarefa é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar.

Alvos

Ailson da Silva Conceição

Daniel Toscano da Conceição

Diogo de Souza Schemberg;

Ederson Alves da Silva,;

Emerson Lorena Castro

Felipe do Rego Lima;

Gaberliel Peres dos Santos;

Jean Carlos do Nascimento Rodrigues

Karolayne Aparecida Duarte Furtado

Klederson Matheus Castro Ferreira

Leonardo dos Santos Pires

Lincolw Oliveira de Souza

Maria Eduarda da Silva

Maria Magnólia Leite Silva

Matheus Bruno de Lima

Mikael Douglas Lopes Siqueira

Priscila Moreira Janes.

Walacy Fernando Pessoa da Silva Maldonado

Robson Junio Jardim dos Santos

Wesley Silva Souza

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Policial

Corregedoria faz busca e aprensão com medidas cautelares para concluir inquérito contra policiais civis

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A Corregedoria-Geral da Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (18) a Operação Loan Shark, para cumprimento de mandados de busca e apreensão domiciliar, medidas cautelares diversas de prisão e arresto de bens. São cumpridos dois mandados de busca e apreensão, três medidas cautelares diversas da prisão e arresto de veículos e dinheiro.

As ordens judiciais foram deferidas em decorrência de inquérito policial em trâmite na Corregedoria, para apurar os crimes de usura, lesão corporal, ameaça, exercício arbitrário das próprias razões, praticados por um investigador lotado no município.

O nome da operação Loan Shark significa agiota, atividade pela qual o policial é investigado.

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