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Garoto estuprado por 3 anos em MG denunciou abusos após assistir reportagem

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Políciais prendendo estuprador
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Políciais prendendo estuprador

RIO — Um garoto de 12 anos denunciou a violência sexual que sofria desde os 9 depois de assistir a uma reportagem sobre abuso. O menino procurou uma tia para contar o que acontecia e, depois disso, procurou a polícia. O suspeito, de 53 anos, era um amigo do pai da vítima e foi preso no último dia 2, no bairro Costa Dourada, em Serra, no Espírito Santo.

Os abusos aconteciam na casa do pai do garoto, na região do Barreiro, em Belo Horizonte, Minas Gerais. O suspeito foi morar no imóvel a convite do amigo, com quem trabalhava havia dez anos. O Departamento de Investigação e Proteção à Família (Defam) começou a investigação após receber a denúncia da vítima e descobriu que ele, que já estava foragido, havia se escondido no Espírito Santo.

Segundo a delegada Iara França, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente de Belo Horizonte, o irmão da vítima, de 14 anos, também foi abordado pelo suspeito:

— Porém, sem sucesso.

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A policial contou ainda que o homem ameaçava matar a família dos garotos caso eles contassem a alguém sobre a violência sexual.

Contra o suspeito, havia um mandado de prisão preventiva. Ele não reagiu à prisão, realizada por agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), segundo a Polícia Civil do ES. O homem já foi encaminhado para Minas Gerais.

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Rio: PM suspeito de ferir grávida diz que atirou após homens tentarem tomar arma

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 Local onde ocorreu o dispaaro, em Petrópolis, no Rio
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Local onde ocorreu o dispaaro, em Petrópolis, no Rio

O policial militar que se envolveu numa  confusão no último domingo em um bar no bairro Meio da Serra, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, disse em depoimento à Polícia Civil que atirou após homens que estavam no local terem tentado pegar a sua arma. Cinco pessoas ficaram feridas por estilhaços após o militar, que estava de folga, ter feito ao menos um disparo. Uma das vítimas é uma grávida de 19 anos. O caso está sendo investigado pela 105ª DP (Petrópolis).

Em seu depoimento, o policial ainda alega que deu um tiro de alerta no chão. No entanto, as vítimas afirmam que o militar estava descontrolado e já chegou ao local atirando. As informações iniciais são de que a confusão começou após uma discussão por causa do som alto no bar. A grávida afirma que no local era realizado o seu chá de bebê.

Em nota, a Polícia Civil informou que a delegacia de Petrópolis instaurou inquérito para apurar as circunstâncias dos disparos efetuados pelo policial. Testemunhas e vítimas estão sendo ouvidas e os investigadores buscam câmeras de segurança para esclarecer o que ocorreu. Ainda de acordo com a polícia, as vítimas sofreram lesões sem gravidade e têm estado de saúde estável.

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A grávida foi levada para o Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis, e continuava internada até a noite desta segunda-feira. Ainda não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

O policial militar é lotado no 26ª BPM (Petrópolis) e trabalha no fórum da cidade. Segundo informações da PM, após a confusão, ele se apresentou ao comando do batalhão e um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto.

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Esposa de Eduardo Bolsonaro diz que está tomando cloroquina: “Não fui vacinada”

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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus
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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus

Heloísa Bolsonaro, mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e a filha de 11 meses do casal testaram positivo para a Covid-19 . O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27) pelas redes sociais de Heloísa, em resposta a um internauta que perguntou se ela e bebê também estavam infectados. Eduardo havia anunciado o diagnóstico positivo para a doença na última sexta-feira (24), depois de voltar de Nova York, onde esteve com a comitiva do governo federal para a Assembleia-Geral da ONU.

Com o anúncio, Heloísa também afirmou que sentiu dores no corpo, dor de cabeça, coriza, secreção e espirros no primeiro dia. O bebê do casal, segundo ela, teve febre e coriza, foi tratado com medicamentos sintomáticos e já se alimenta e brinca normalmente. Segundo ela, esta foi sua segunda infecção para a Covid-19 e a primeira de Eduardo Bolsonaro.

Heloísa também disse ter tomado medicamentos que compõem o chamado ‘tratamento precoce’, como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina, mas disse não ter feito uso desses remédios quando foi infectada durante a gravidez. No entanto, não há comprovação científica para a eficácia desses medicamentos contra a Covid-19. Ao ser perguntada se já havia tomado alguma vacina, Heloísa respondeu: “Eu não fui vacinada. Eduardo tomou a 1º dose da Pfizer um mês atrás”.


No dia 22 de outubro, antes de anunciar sua infecção e quando ainda estava nos Estados Unidos, o filho mais velho do presidente da República chegou a compartilhar fotos de uma visita a sede da rede social Gettr, em Nova York. Em nenhuma das imagens, o filho do presidente usa máscara, item considerado essencial para conter a disseminação do vírus.

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