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Gabigol, do Flamengo: de moleque de Vila a menino do Rio

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Artilheiro do Campeonato Brasileiro em 2018, Gabigol mudou de casa e agora tenta retribuir o carinho da torcida do Flamengo com gols e títulos

Arte por Luciano Freitas

O Rio de Janeiro é um lugar especial para Gabriel Barbosa. Foi na Cidade Maravilhosa que o atacante teve a conquista mais importante de sua carreira: o ouro nas Olimpíadas de 2016. Mas quis o destino que, dois anos e meio depois, as histórias de Gabigol e do Maracanã voltassem a se cruzar. No Flamengo, o atacante realiza um sonho e revisita o palco olímpico semanalmente. A vida no Rio ainda é cheia de novidades para Gabriel, mas, a cada gol, o atacante se sente mais à vontade na nova casa.

– Eu ainda sou um moleque de vila. Mas gosto muito do Rio, tenho me adaptado muito bem. Eu nunca tinha ficado tanto tempo assim no Rio de Janeiro, sempre ia e voltava, para passear. Mas o sotaque não me deixa enganar. Sou de São Bernardo, fui para Santos muito novo, então me sinto praticamente de Santos. Mas pode ser que agora eu tenha um pouco do sotaque daqui. A cada dia eu ganho um pouquinho mais do jeito de ser carioca.

O Brasileirão de 2019 será o primeiro de Gabriel sem vestir a camisa do Santos, clube que o revelou. A história do atacante com o Campeonato Brasileiro começou a ser escrita em 2013, quando ainda tinha 17 anos de idade. Contra o Vitória, na Vila Belmiro, marcou seu primeiro gol na competição nacional.

Estar no Maracanã, jogando pelo Flamengo, é algo bem diferente, que todo mundo deveria sentir uma vez

De lá para cá, a relação de Gabriel com o fundo da rede adversária só se intensificou. Foi três vezes artilheiro da Copa do Brasil, conquistou o ouro olímpico com a Seleção Brasileira e, no ano passado, foi o maior goleador do Brasileirão. Apesar do bom desempenho individual, Gabriel ainda não tem um título nacional no currículo. E isso serve como motivação para ele.

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– É o que mais me motiva na verdade. Tento sempre ser campeão por onde eu passo. Obviamente que é um título muito difícil de ser conquistado, mas eu já cheguei perto algumas vezes e foi uma emoção muito boa. Espero sentir isso aqui no Flamengo novamente.

A origem de uma comemoração

Gabigol sorri. Diante de um Maracanã lotado de vermelho e preto, comemora. É mais um gol do Flamengo. Segundos depois, fecha a cara. Ergue os braços e flexiona os músculos. A cena se repete frequentemente desde que o atacante se transferiu para o Rubro-negro.

O gesto de Gabigol após marcar já ganhou as arquibancadas. Basta o camisa nove estufar as redes, que crianças, adultos, homens, mulheres, idosos, repetem a comemoração característica do artilheiro. Punhos cerrados, braços flexionados, para mostrar sua força, e semblante fechado. Mas quem pensa que a celebração tenha algo a ver com vaidade ou uma certa dose de marra não poderia se enganar mais. A explicação é outra.

Um dia, ainda no Santos, Gabriel estava na igreja com um amigo, que reforçava a necessidade dele ter uma comemoração única. De lá, veio a ideia.

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– Ele comentou comigo para comemorar de alguma forma diferente. A gente acabou tendo essa ideia. Muita gente pensa que é por causa dos músculos, mas não. É porque minha força vem de Deus e eu tento agradecer a Ele de alguma forma.

Braços flexionados e a força que vem dos céus: a comemoração marcante de Gabigol

Braços flexionados e a força que vem dos céus: a comemoração de Gabigol
Créditos: Alexandre Vidal/Flamengo

Identificação rubro-negra

Emprestado pela Internazionale de Milão até o fim do ano, é possível que Gabriel passe apenas esta temporada no Flamengo. Mas o laço construído entre ele e a torcida Rubro-negra parece profundo. Gabigol conhece as músicas entoadas no Maracanã, vibra com o carinho dos flamenguistas e classifica como indescritível a sensação de atuar pelo clube no estádio.

Não é à toa que ele costuma dizer que todo jogador deveria, ao menos uma vez, defender o Flamengo. Uma experiência que tem feito, cada vez mais, o moleque de vila se tornar um menino do Rio.

– Não sei explicar. É algo que tem que ser sentido. Estar no Maracanã, jogando pelo Flamengo, é algo bem diferente, que todo mundo deveria sentir uma vez. A melhor parte é jogar no Maracanã com a torcida te apoiando, em um estádio lendário. São coisas que só o Flamengo pode proporcionar a você.

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Fonte: CBF
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Aunciado pelo Guaraní-SP, volante Alê, ex-Cuiabá, é contratado pelo América-MG

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O meia foi um dos destaques do Estadual, Copa Verde e Brasileiro da Série B no Cuiabá

O Guarani esperava anunciar a contratação do volante Alê nos próximos dias para a temporada 2020, mas o América-MG entrou na jogada e fechou com um dos destaques do Cuiabá na Série B do Brasileiro. A informação é exclusiva do Portal Futebol Interior.

Alê entrou na mira do Guarani após indicação do executivo de futebol Michel Alves, que trabalhou com o jogador no Dourado. O volante de 29 anos tinha em mãos propostas oficiais de Água Santa, Novorizontino e CRB.
No entanto, a possibilidade de voltar para o estado onde mora pesou na decisão de Alê. Natural de Osasco-SP, o volante se casou quando atuava pelo Uberlândia e acabou se mudando para a cidade mineira.
“A escolha se dá por questão pessoal mesmo. O Guarani já estava no negócio há um pouco mais tempo por conta do Michel Alves também né. Nós trabalhamos juntos. As coisas com o América aconteceram tudo nesta semana. Eu fechei agora. Vou para Belo Horizonte só no dia 02 de janeiro de 2020”, disse Alê ao Portal FI.
Com passagens por Taubaté, Grêmio Osasco, Grêmio Barueri, Audax Rio, Uberlândia, URT e Caldense, entre outros, Alê estava desde 2018 no Cuiabá. Nesta temporada, ele foi eleito o melhor jogador do Campeonato Mato-grossense e um dos destaques do time na Série B. Foram 46 jogos e cinco gols.

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Fernando Diniz será o técnico do São Paulo em 2020

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Clube decide manter treinador para a disputa da Libertadores da América

Sportv – Fernando Diniz será o técnico do São Paulo em 2020. O clube decidiu manter o treinador no cargo depois da classificação tricolor à fase de grupos da Libertadores da América – confirmada nesta quarta-feira, com boa atuação e vitória de 2 a 1 sobre o Inter no Morumbi.

A partida serviu para referendar o trabalho do técnico, que já tinha o apoio de Leco, presidente do clube, mas não contava com a certeza da permanência. A possível saída de Raí do cargo de diretor executivo de futebol aumentava a sensação de incerteza.

Pesou na decisão o forte apoio recebido por Diniz de diferentes jogadores, em manifestações públicas de elogio. Foi o que aconteceu depois do jogo contra o Inter.

Fernando Diniz tem 52% de aproveitamento no São Paulo. Em 16 jogos, foram sete vitórias, quatro empates e cinco derrotas. Os números bastaram para o treinador cumprir sua principal missão no ano: colocar o Tricolor na Libertadores, de preferência na fase de grupos.

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Diniz e seus comandados encerram a temporada no próximo domingo, às 16h, em Maceió, contra o CSA, já rebaixado à Série B. O São Paulo é o sexto colocado no Brasileirão, com 60 pontos.

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