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Funcionários dos Correios de Várzea Grande paralisam atividades

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G1-MT – Funcionários dos Correios de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira (15) por tempo indeterminado.

Conforme Alexandre Aragão, coordenador jurídico do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Mato Grosso (Sintect-MT), dos sete atendentes que trabalhavam no atendimento ao público, quatro foram remanejados para realizarem trabalhos internos.

“Isso prejudica o atendimento no local, causando filas e sobrecarregando os três atendentes que ainda estão na função”, afirmou Aragão.

Na unidade, além dos serviços de postagem de cartas simples, cartas registradas e Sedex, a população pode despachar encomendas e realizar serviços bancários no Banco Postal como pagamento de contas e boletos, saques, depósitos, entre outros serviços.

Outra reclamação dos trabalhadores é quanto ao assédio moral.

Aragão conta que diretores do sindicato estiveram na manhã desta quarta-feira no local para conversar com os funcionários e, assim, subsidiar denúncia junto à Justiça do Trabalho.

Após conversas com os diretores, os funcionários teriam sido proibidos de trabalhar e tiveram o ponto cortado. Os demais funcionários, que já estavam dentro da unidade, decidiram então se unir aos colegas e iniciaram a paralisação, conforme explicou Aragão.

“Infelizmente tivemos que parar porque o serviço ao público está aquém do que o público merece e as denúncias de assédio chegaram ao limite” disse o diretor do Sintect MT, Luciano Gomes da Rocha, acrescentando que “são situações que vêm acontecendo ao longo do tempo e que agora se agravam”.

 

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MT registra 25 mortes por covid em 24hs; já são 69.085 casos e 2.264 óbitos; 46,3 mil pacientes estão recuperados

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MT registra 25 mortes por covid em 24hs; já são 69.085 casos e 2.264 óbitos; 46,3 mil pacientes estão recuperados

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (12), 69.085 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.264 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Nas últimas 24 horas, foram registradas 1.941 novas confirmações com 25 mortes. Dos 69.085 casos confirmados em Mato Grosso, 20.466 estão em monitoramento e 46.355 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 307 internações em UTIs públicas e 279 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 79,42% para UTIs adulto e em 31,56% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (14.470), Várzea Grande (5.523), Rondonópolis (4.276), Lucas do Rio Verde (3.490), Sorriso (3.276), Tangará da Serra (3.037), Sinop (2.517), Primavera do Leste (2.174), Nova Mutum (1.649) e Campo Novo do Parecis (1.339).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria. Para acessar o Painel Interativo da Covid-19 em Mato Grosso, clique aqui.

O documento ainda aponta que um total de 62.964 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 2.869 amostras em análise laboratorial.

Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional

Na última terça-feira (11), o Governo Federal confirmou 3.164.785 casos da Covid-19 no Brasil e 104.201 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 103.026 óbitos e 3.109.630 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou a atualização desta quarta-feira (12).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

 

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Estado aplica R$ 700 milhões em multas ambientais e governador alerta que crimes irão ‘custar caro’

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Mauro Mendes afirmou que o estado está aplicando de forma dura a legislação ambiental [Foto – Michel Alwim]

Durante reunião com o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, nesta quarta-feira (12), o governador Mauro Mendes alertou que o Estado irá continuar firme na política de “Tolerância Zero” aos crimes ambientais em Mato Grosso.

A reunião, feita por videoconferência, contou com a participação do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, dos governadores dos estados que integram o consórcio e de empresários.

“Estamos cada vez mais com um discurso e com a prática dura no combate às ilegalidades ambientais. Aqui no Estado de Mato Grosso somente neste ano, até agora, estamos chegando a quase R$ 700 milhões em multas”, relatou Mauro Mendes.

O governador pontuou a importância da prevenção e combate aos crimes ambientais, a exemplo do desmatamento ilegal e das queimadas, como forma de preservar o meio ambiente e também para a manutenção e fortalecimento das relações comerciais do estado, que é um dos maiores produtores e exportadores de alimentos do mundo.

Mendes registrou que os praticantes de crimes ambientais estavam acostumados a apostar na impunidade, já que quase sempre saíam ilesos.

“Boa parte das multas que eram aplicadas prescreveram, não foram levadas a cabo, não andaram, e isso passou uma percepção durante muitos anos que podia fazer [crimes] porque não dava em nada”.

Conforme o chefe do Executivo Estadual, essa realidade tem mudado com as ações tomadas pela atual gestão, especialmente por conta da força-tarefa que está julgando as multas e recursos.

“Estamos julgando muito rapidamente aqueles autos de infração que possuem recurso. Os que decaem o prazo de recurso são mandados imediatamente para a dívida ativa, para a negativação no Serasa e nos serviços de proteção ao crédito, o que vai trazer grandes transtornos para quem cometer os ilícitos. É lamentável, mas precisamos passar uma mensagem muito clara que a ilegalidade, definitivamente, não compensa e não vai compensar”.

Mendes explicou que mesmo com as dificuldades trazidas pelo coronavírus, o combate aos crimes ambientais não regrediu. O Governo também tem contado com o apoio das forças armadas para fiscalizar e punir os responsáveis.

“Muita gente apostou que, por conta da pandemia, teríamos dificuldade de operacionalizar as nossas equipes de campo. Ledo engano. Estamos com todas as nossas equipes em campo. Nós não vamos transigir em ser duros. Praticou ilegalidade ambiental, vai se ferrar, vai custar caro”, afirmou.

Outra frente importante implantada pelo Governo de Mato Grosso para esse trabalho é o reforço na análise dos Cadastros Ambientais Rurais (CARs).

“Há um ano e meio atrás, quando assumi como governador, o Estado analisava em média 200 CARs por mês. Agora nós estamos analisando, em média, 200 CARs por dia. Estamos tendo uma baixa aprovação de cadastros ainda porque muita gente apostava na ineficiência do órgão e entregava qualquer coisa para o órgão ambiental, para ter o protocolo e obter os benefícios desse protocolo. Elas estão tendo dificuldade. Porque o órgão está analisando cerca de 5 mil CARs por mês. Em breve, nós vamos zerar o nosso passivo de análise e as pessoas terão que levar a cabo aquilo que está na legislação brasileira”, ressaltou.

 

 

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