conecte-se conosco


Nacional

Funcionários de hospital usam filtro de ‘jacaré’ após vacinação; veja as imagens

Publicado


source
Funcionários de hospital usam filtro de 'jacaré' após vacinação; veja a imagem
Reprodução

Funcionários de hospital usam filtro de ‘jacaré’ após vacinação; veja a imagem

Funcionários da área da saúde que trabalham na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Várzea Paulista, no interior de São Paulo, foram advertidos pela prefeitura da cidade depois de postarem fotos em suas redes sociais com um filtro de ‘jacaré’, em alusão às notícias falsas sobre a vacina transformar as pessoas no animal. O caso aconteceu no último sábado (23).

Na última semana, eles foram vacinados contra a Covid-19 e, após receberem a primeira dose da vacina CoronaVac, postaram as fotos em tom de brincadeira. A Prefeitura de Várzea Paulista não informou o número de funcionários que foram advertidos.

Após a repercussão negativa do caso, a prefeitura publicou em seu site oficial um parecer explicando o caso.

Você viu?

“Alguns funcionários da UPA que trabalham no enfrentamento ao coronavírus foram vacinados nessa semana e após isso, publicaram em suas redes sociais particulares fotos de uma brincadeira que vem sendo feita em vários lugares do país. Os funcionários foram advertidos pela diretoria do ISSRV (Instituto Social Saúde Resgate à Vida), se desculparam e retiraram as postagens. A Unidade Gestora de Saúde reiterou que essas brincadeiras são desaconselhadas e aprovou a advertência dada aos trabalhadores”, diz um trecho do texto.

Após a advertência, todos os funcionários se desculparam e apagaram as postagens de suas redes sociais.

A brincadeira, que está sendo feita na internet, remete à declaração dada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em dezembro de 2020,  que insinuou que vacinas contra a covid poderiam transformar brasileiros em jacarés.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Nacional

Brasil teve mais de 100 mil denúncias de violência contra a mulher em 2020

Publicado


source
Ministra Damares Alves participou da divulgação dos dados
Geraldo Magela / Agência Senado / Agência Brasil

Ministra Damares Alves participou da divulgação dos dados

Em entrevista coletiva realizada neste domingo (07), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou os dados de denúncias recebidas pelo Disque 100 e pelo Ligue 180 em 2020.

Ao todo, os canais receberam 359 mil denúncias. Destas, 105.821 foram de violência contra a mulher, 72% delas de violência doméstica familiar (75.894 denúncias), que vão de morte, lesão, sofrimento físico, abuso sexual ou psicológico até danos morais ou patrimoniais.

Os demais 28% (29.927 denúncias), são referentes à violação de direitos civis e políticos, como liberdade de religião, tráfico de pessoas, escravidão e acesso a direitos sociais.

Além da divulgação dos dados, o Ministério lançou a campanha “amor não causa dor”, para o enfrentamento à violência contra a mulher, realizada em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Nós temos uma meta ousada no governo do presidente Jair Bolsonaro: erradicar a violência contra a mulher no Brasil. Estamos buscando isso com a ajuda de parceiros, como o CNJ”, afirmou a ministra Damares Alves.

Continue lendo

Nacional

Marco Aurélio repudia ação de cartório em esconder dados de Flávio Bolsonaro

Publicado


source
Marco Aurélio afirmou que atitude representa falta de transparência do cartório
O Dia

Marco Aurélio afirmou que atitude representa falta de transparência do cartório

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello , repudiou a omissão de documentos na escritura da mansão comprada pelo senador Flávio Bolsonaro . Em entrevista ao Estadão , Mello afirmou que a ação é “condenável e muito ruim em termos de avanço cultural”.

De acordo com o jornal, o 4º Ofício de Notas do Distrito Federal, responsável pela escritura da casa, teria omitido informações do senado e da esposa, como rendimentos, CPF e CNPJ, informações públicas, acessível a qualquer cidadão e contrária as práticas adotadas por cartórios brasileiros.

Para o decano do STF, a decisão de omitir as informação não condiz com o que propõe a Constituição Federal. Marco Aurélio ressaltou a falta de transparência na retirada dos documentos da escritura.

“Vem-nos da Constituição Federal, do artigo 37, que atos administrativos, como no caso o ato do cartório, são públicos, visando ao acompanhamento pelos contribuintes e a busca de fiscalização. É incompreensível a omissão. E por que omitir? Há alguma coisa realmente que motiva esse ato, porque nada surge sem uma causa”, afirmou Mello. 

“É tudo muito ruim em termos de avanço cultural. A boa política pagou um preço incrível, abandonando a transparência e a publicidade. Algo condenável a todos os títulos”, repudiou. 

Você viu?

Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) comprou uma mansão avaliada em R$ 6 milhões, em Brasília, na última semana. O senador foi questionado por ter um salário abaixo dos padrões necessários para comprar uma casa de alto valor.

No ato da compra, o “filho 01” de Jair Bolsonaro afirmou que realizou um financiamento junto ao Banco de Brasília (BRB) no valor de R$ 3,1 milhões, divididas em parcelas de R$ 17 mil pelo próximos 30 anos. No entanto, o empréstimo não teria a contabilização de juros nas parcelas oferecidas ao senador.

A escritura da casa foi feita em Brasilândia, cerca de 50 km de Brasília. Questionado sobre a distância, Marco Aurélio Mello afirma não entender o motivo da distância entre a casa e local de entrega das documentações.

“É estranho que não se tenha feito a escritura num cartório de Brasília propriamente dita”, afirmou ao Estado de S.Paulo

Em sua defesa, o titular da unidade, Allan Guerra, afirmou que tomou a atitude após a decisão de restrições da Lei de Proteção de Dados e alegou que não houve motivação política para a omissão das informações.

Outros membros do judiciário entendem que a atitude deverá ser investigada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território (TJDFT) ou pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) . As instituições judiciárias ainda não se pronunciaram sobre a possibilidade de abertura de inquérito.

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana