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Turismo

Fuja do comum! 5 bairros em Buenos Aires para você conhecer

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Buenos Aires é uma cidade em mutação, culturalmente diversa e jovem. Diante desses aspectos, ainda conta uma diversidade de atrações muito ampla e agrada o gosto de vários tipos de turista. 

Leia também: Os mais tradicionais – confira outros bairros de Buenos Aires

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Flavia Matos/ IG

Bairro de Colegiales é um dos mais grafitados da cidade

Para quem quer uma Buenos Aires clássica, os bairros de La Recoleta, Puerto Madero e La Boca são um prato cheio. Mas se você pensa em sair do roteiro comum, bairros como Colegiales e Chacarita precisam estar na sua lista de lugares para visitar. Veja abaixo os principais atrativos de cinco bairros “diferentões” na cidade.

1. Palermo

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Flavia Matos/ IG

O museu Malba é um dos mais tradicionais de Buenos Aires. Lá está a obra Abaporu, de Tarsila do Amaral

Palermo é um dos bairros mais jovens e arborizados de Buenos Aires. Por lá o turista poderá encontrar o Parque Três de Febrero, o Jardim Botânico e o antigo Jardim Zoológico que hoje é um parque.

O bairro é dividido em Palermo Chico – áreas de bosques e mais “aristocrática”, Palermo Soho – uma área mais voltada às galerias de arte e design, e por fim, Palermo Hollywood – área que abriga muitas produtoras de vídeo e televisão. É uma boa opção de hospedagem para o público mais jovem. Em praticamente todas as esquinas é possível encontrar bares e bistrôs abertos até altas horas da noite.

Veja abaixo a lista das principais atrações de Palermo:

  • Parque Tres de Febrero;
  • Planetário Galileo Galilei;
  • Museu de Arte Lationamericano (Malba);
  • Museu de Artes Plásticas Eduardo Sívori;
  • Museu de Arte Popular José Hernández;
  • Jardim Japonês;
  • Jardim Botânico Carlos Thays;
  • Museu Evita;
  • Teatro Sarmiento;
  • Campo Argentino de Polo;
  • Hipódromo Argentino;
  • Ecoparque;
  • Clube de Pescadores e Muelle


Colegiales

Os bairros Colegiales e Chacharita têm uma origem comum. Ambos os bairros eram uma fazenda chamada Chacarita de los Colegiales que abrigava os alunos da escola jesuíta de Monserrat.

Para quem já visitou Buenos Aires, talvez o bairro de Colegiales não tenha figurado em seu roteiro anteriormente. O local entrou na rota turística do Ente de Turismo há pouco tempo e tem encantado os turistas com suas transformações.

Leia também: De São Paulo a Argentina economizando 86% – saiba como é voar numa low cost

A principal atração do bairro é o Mercado de las Pulgas, um galpão enorme que vende itens usados (tudo o que você pode imaginar). Em frente ao mercado está sendo construída a Praça Clemente e Praça Mafalda, personagens dos quadrinhos do escritor Quino. Próximo também está a antiga fábrica Minetti e a Igreja de Don Bosco.Além disso, por lá também se encontra um famoso mural de Frida Khalo – que na verdade é uma danceteria. O local mais  “instagramável” de Buenos Aires faz sucesso com os turistas.

O Ente de Turismo realiza visitas guiadas por Colegiales todos os dias, sendo às 11h em inglês e às 17h em espanhol. O valor varia de 200 a 300 pesos (R$ 14 a R$ 21) argentinos e é necessário agendamento no site Travel Buenos Aires.


Chacarita

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Reprodução/ Wikipedia

O cemitério de La Chacarita é um dos principais atrativos do bairro

Assim como seu “bairro irmão”, Chacarita está se remodelando para receber os turistas. Ainda é um lugar pouco procurado, mas que tem seus encantos e uma vida noturna bem agitada.

Divisa de Palermo e Collegiales, por lá você pode conhecer o cemitério de La Chacarita, que chama atenção pela entrada e extenso tamanho, visitar o teatro El Galpón de Guevara e o centro de arte Santos 4040. Em Chacarita também está instalado o Gier Music Club, uma casa noturna que recebe shows, e a colônia de férias Lacroze y Thomas. 

Aos amantes de um drink, o recém-inaugurado Sifón tem uma boa carta de bebidas com “soda” (água com gás) e um visual moderno e alternativo.


San Telmo

O bairro de San Telmo pode ser questionado em entrar na lista de “diferentões” de Buenos Aires, já que algumas de suas atrações principais são muito visitadas, mas é importante colocá-lo na lista pelo olhar fora do comum que é necessário ter para conhecê-lo.

Famoso por retratar a arquitetura argentina, o bairro fica próximo à zona portuária. A pé o turista pode contemplar variadas lojinhas, um museu de cera “escondido”, brechós e chegar até grandes museus como o de Arte Moderna ou o de Arte Contemporânea, que são vizinhos.

Conheça abaixo outras atrações de San Telmo;

  • Parque Lezama;
  • Monumento Canto ao Trabalho;
  • Igreja Nossa Senhora de Belém;
  • Fundação Mercedes Sosa;
  • Pulpería Quilapan;
  • Museu Penitenciário Argentino;
  • Galeria El Solar de French;
  • Igreja Ortodoxa Ausa de la Santíssima Trinidade


San Nicolás

Se você se interessa por história, esse é o bairro que não poderá faltar em sua lista. Conhecido por abrigar o Obelisco, San Nicolás é um bairro central de Buenos Aires que respira cultura. São seis teatros e um centro cultural, além do histórico prédio da casa de Domingo Faustino Sarmiento e o convento de Santa Catarina de Sena.

Quem vai a Buenos Aires precisa andar pela Avenida Corrientes, uma “Times Square” argentina e conhecer os teatros, livrarias e pizzarias famosas. Se você passou pelo bairro, mas não comeu um pedaço de pizza com faina na tradicional Guerrin, você provavelmente não fez seu passeio corretamente.


Leia também: Explore a Argentina num roteiro totalmente inspirado em Lionel Messi

Essa é só a primeira matéria de uma série de publicações sobre Buenos Aires e como conhecê-la pagando pouco e olhando por outros horizontes.

*repórter visitou a cidade a convite do Ente de Turismo de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires

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Turismo

Aprenda a usar o cashback para acumular milhas e economize na sua próxima viagem

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Imagine poder ter de volta parte do valor gasto em compras on-line no seu programa de milhagem e pagar menos na sua próxima viagem. Segundo Rodrigo Goes, autor do livro “O mapa para acumular um milhão de milhas” isso já é possível. Basta usar seus pontos acumulados nos programas de cashback para trocar por milhas ou utilizá-los nas promoções de companhias aéreas e agências de viagem. 

O especialista posa na piscina do Copacabana Palace
Arquivo pessoal/Rodrigo Goes

Rodrigo Goes na posa na piscina do Copacabana Palace, onde se hospedou combinando cashback e milhas

Para quem não conhece, os programas de cashback permitem que o cliente tenha um retorno na forma de crédito ou dinheiro após efetuar uma compra com cartão de crédito. Hoje, já existem sites conhecidos que só fazem isso, como o Méliuz e Ame Digital. Os créditos acumulados podem ser utilizados em diversos, de livrarias on-line a lojas de departamento. O que poucas pessoas sabem é que dá pra trocar esses pontos por milhas ou mesmo em compras de pacotes de viagens e realizar aquela tão sonhada viagem mais econômica.

 “No começo deste ano comprei um pacote com passagem ida e volta mais quatro diárias para duas pessoas em Orlando no valor de R$ 5.088 no site de uma agência de viagens. Ganhei 10 pontos por real gasto. Utilizando esses pontos e as minhas que tinha em um programa consegui reduzir o valor em 32%, uma economia de R$ 1.660”, conta.

Aprenda a ver enxergar as oportunidades para aproveitar suas milhas

O especialista explica que quando você compra sua passagem ou pacote em um site parceiro de uma plataforma de cashback utilizando cartão de crédito e é inscrito em um programa de milhagem você já está acumulando milhas. Entre as oportunidades que já conseguiu aproveitar, Goes destaca uma promoção em que conseguiu ficar hospedado no Copacabana Palace pagando menos de R$ 80 na diária. “Paguei menos na hospedagem que no valor de um drink na piscina do hotel”, diz.

 O segredo para aproveitar ainda mais os benefícios, diz ele, é ficar de olho nas promoções (geralmente enviadas por e-mail) do seu programa de milhas. Dessa forma você pode transferir os pontos do cashback para ele, aumentando a quantidade de milhas que já possuía. Aí é só usa-las para o resgate de passagens e diárias em hoteis. 

 “Muitas vezes a pessoa vê o e-mail, mas não enxerga a promoção porque não sabe o potencial que tem se combinar esses dois tipos de programa”, diz o especialista, que ensina em seus cursos e em sua conta no Instagram esse e outros recursos que as pessoas podem utilizar para baratear sua viagens.

Fonte: IG Turismo

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Turismo

Conheça o casal que desbravou a América do Sul em um Sandero 1.0

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Muitas pessoas já pensaram em pegar o carro e sair viajando rumo ao desconhecido,  mas logo deixaram a ideia de lado. Não foi o caso do casal gaúcho Carina Furlanetto e João Paulo Mileski, ambos com 32 anos, responsáveis pelo perfil  Crônicas na Bagagem  no Instagram, onde mostram como foi sua viagem pela América do Sul.

casal
Reprodução/Instagram/cronicasnabagagem

O casal cruzou 10 países e agora espera conhecer todo o Brasil

Eles começaram pensando em viajar para o Uruguai de carro em 2015. O plano cresceu e acabou se tornando uma expedição por dez países, feita em 2018. “Carina pediu demissão do emprego como repórter e eu fui demitido do trabalho quatro meses antes da viagem. Nós largamos nossos cursos superiores também, eu em Filosofia e ela em Psicologia”, conta João.


Assim eles começaram as preparações para a grande viagem. “Chegamos a pensar em comprar uma kombi ou trocar de carro, mas como não entendemos nada de mecânica, pensamos em ir com o Sandero mesmo”, conta Carina.

Como o planejamento foi um pouco rápido, o casal somou o que tinha nas poupanças. Eles estipularam um gasto diário de R$100,00 por dia para ficar na estrada por até dois anos, dividindo este gasto entre alimentação, passeios, manutenção e hospedagem.

“Nosso maior desafio era a hospedagem, por isso passamos 168 dias da viagem dormindo no carro, sem adaptação alguma. Muitas noites dormíamos por meio de couchsurfing, em casas de quem nos acompanhava nas redes sociais, fazíamos permuta… Até em Corpo de Bombeiros dormimos, na fronteira da Colômbia com a Venezuela”, conta João.

casal
Reprodução/Instagram/cronicasnabagagem

No perfil Crônicas na Bagagem o casal conta como foi a jornada e dá dicas de viagem


Em alguns lugares o Sandero não chegava. Por issoo casal teve que pagar por hospedagem em três lugares: Águas Calientes, no acesso a Machu Picchu e em Iquitos, no Peru, a maior cidade sem acesso terrestre do mundo. “Também dormimos em muitas redes, cruzando rios no Peru e no Brasil”.

O carro não foi adaptado, a viagem inteira foi feita com as peças originais. “Agora que voltamos, um casal que trabalha com design e marcenaria está nos ajudando a adaptar o carro. Retiramos os bancos de trás e fizemos baús que servirão como bagagem e cama. Assim poderemos dormir retinhos como em uma cama de verdade”. 

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Reprodução/Instagram/cronicasnabagagem

O carro não foi adaptado, então alguns perrengues aconteceram

Eles contam que apesar de ser 1.0 o carro deu conta de fazer todo o percurso, apesar de alguns pequenos imprevistos.”Nos preocupamos em fazer manutenções preventivas. Então a cada 10 mil km fazíamos uma revisão básica. Tivemos alguns problemas, mas nada que nos deixasse empacados. Só na Bolívia que tivemos que empurrar o carro porque a combinação bateria velha, altitude e combustível fraco para carros 1.0 nos atrapalhou.Mas trocamos a bateria no Peru e deu tudo certo”, diz João.

Claro que andar por essas altitudes e por estradas lamacentas poderia causar algum dano ao carro, já que ele não é um 4×4. Porém, os viajantes asseguram não houve nada dramático.”Mas em todos os lugares icônicos que fomos o carro estava junto. Até no Salar do Uyuni, na Bolívia, dirigimos por 150 quilômetros no sal”.

A viagem também trouxe outro tipo de convivência para o casal. “Sempre tem atritos e situações extremas. Isso gera discussões, mas por outro lado acabou nos unindo ainda mais, pois dividimos momentos maravilhosos – e também os perrengues. Se o casal não está muito bem estruturado uma viagem pode acabar com um relacionamento, mas no nosso caso uniu muito mais”, diz Carina.

casal
Reprodução/Instagram/cronicasnabagagem

Após terminar a viagem pelo Brasil eles pretendem ir até o Alasca, e, quem sabe, até dar a volta ao mundo


A nova aventura, viajar pelo Brasil, teve que ser interrompida por causa do coronavírus. “Nós estávamos no Maranhão quando a pandemia chegou ao Brasil, tivemos que mudar os planos. Conhecemos apenas Roraima, Amazonas, Pará, Amapá e parte do Maranhão. Para esperar a pandemia passar, ficamos de quarentena em Recife, na casa da irmã de Carina”, diz. Depois de 18 dias, o casal viu a seriedade da pandemia e resolveram voltar para Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.

“Cruzamos 3.600 quilômetros com o Sandero para voltar para casa e esperar a pandemia passar. Não tivemos contato com ninguém na volta. Dormíamos em postos de combustíveis e cozinhávamos dentro do carro – usamos uma panela elétrica – com o que levamos de estoque. Tomamos banho apenas uma vez, em um posto, também para evitar ficar entrando nos lugares”, conta. 

casal
Reprodução/Instagram/cronicasnabagagem

O carro tem algumas marcas de arranhado, o para-choque se rompeu e alguns detalhes de muito uso de levantar e abaixar os bancos


Na volta para casa, João e Carina passaram por muitos locais que queriam ter visitado, aondo pretendem voltar quando a situação estiver melhor. “Assim que tudo passar iremos retomar a viagem e conhecer o que faltou, os 22 estados e o DF, tudo com segurança”, diz.

Com a pausa deu pra guardar o dinheiro para as próximas viagens. “Estamos na casa dos pais da Carina, para economizar o máximo de tempo possível. Para gerar mais receita, criamos uma loja online e estamos escrevendo um livro todos os nossos momentos e 81 histórias inéditas, com diários que escrevemos ao longo da viagem”.

Fonte: IG Turismo

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