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Política Nacional

Frota lembra ‘dia da facada’ e questiona:”Adélio foi incompetente ou distraído?”

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Reprodução/Twitter

Alexandre Frota, Bolsonaro

No início da manhã deste sábado (16), o deputado federal Alexandre Frota voltou a lembrar o episódio da facada que o presidente Bolsonaro sofreu antes das eleições de 2018. Em enquete no seu perfil oficial no Twitter, ele questiona se Adélio Bispo foi incompetente ou distraído.

Em cerca de seis horas, a publicação de Frota já havia recebido mais de 3 mil votos. Destes, cerca de 77% votaram na opção ‘incompetente’.

Na última semana, o deputado já havia falado de Adélio nas redes sociais, ao afirmar que a história dele iria virar um filme: “Uma das maiores produtoras do Brasil está negociando os direitos autorais. O Nome para viver Adélio está sendo negociado com dois nomes da TV”.

A enquete acabou dividindo opiniões e foi bastante criticada. Nos comentários, muitos aproveitaram para marcar o perfil do presidente e de instituições, como o MPF, a PF e a AGU, além de lamentar o que chamaram de ‘incitação à violência’ por parte de Frota .

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Ricardo Salles diz que “COP-25 não deu em nada”

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, lamentou hoje (15) a falta de acordo em torno da regulamentação do mercado global de créditos de carbono durante a 25ª Conferência das Partes (COP25) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas. Em seu Twitter, o ministro afirmou que a “COP-25 não deu em nada” e prevaleceu o “protecionismo” de alguns países.

“Prevaleceu infelizmente uma visão protecionista de fechamento do mercado e o Brasil e outros países que poderiam fornecer créditos de carbono em razão das suas florestas e boas práticas ambientais saíram perdendo. Ainda assim, o Brasil segue firme no seu trabalho de atrair recursos para o Brasil e para os brasileiros”, disse.

A ausência de acordo em torno de uma proposta de regulamentação foi um dos principais gargalos da conferência.

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Na tentativa de se chegar a um acordo em torno do texto, a conferência, prevista para terminar na sexta-feira (13), acabou se estendendo pelo final de semana. A discussão envolvendo os créditos de carbono foram adiadas para o próximo ano.

As discussões giraram em torno da criação de regras para o comércio de créditos correspondentes ao corte de emissões de gases do efeito estufa. O Brasil pleiteava usar esse mercado para receber recursos, especialmente de países que mais geram emissão de gases estufa.
Na sexta-feira (13), o secretário Geral da ONU, António Guterres, divulgou um vídeo pedindo mais ambição aos representantes dos Estados-membros nas metas de redução de emissão de gases poluentes.

Aprovado em 2015, o Acordo de Paris estipula uma série de medidas para os países reduzirem gases do efeito estufa a partir de 2020. O objetivo é conter o aquecimento global abaixo de 2 ºC, preferencialmente em 1,5 ºC até 2030. Ao assinar o acordo, o Brasil se comprometeu a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 43% até 2030 sem necessidade de ajuda externa.

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Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Política
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Política Nacional

Eduardo Tuma é reeleito presidente da Câmara Municipal de São Paulo

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O atual presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo, Eduardo Tuma (PSDB), foi reeleito hoje (15) para o cargo com um total de 48 votos e uma abstenção. Ele foi o único a apresentar candidatura e tomará posse do novo mandato em 1º de janeiro de 2020. Tuma está na presidência da Casa desde o início de 2019.

“A não indicação de outro candidato mostra que os trabalhos desta Casa estão sendo realizados com sinergia. Contem comigo novamente, para servir ainda mais aos paulistanos e à cidade”, disse o presidente.

Tuma tem 38 anos e está em seu segundo mandato como vereador de São Paulo. Foi eleito em 2012 pela primeira vez e, novamente, em 2016. Já ocupou a presidência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da dívida ativa, em 2017, e foi o 1º vice-presidente da mesa diretora, em 2017 e 2018. Também foi secretário-chefe da Casa Civil da prefeitura de São Paulo, em 2018, cargo que exerceu durante sete meses, na gestão do prefeito Bruno Covas.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Política
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