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Frio: saiba identificar os sintomas de Covid-19, gripe e resfriado

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Saiba identificar os sintomas de Covid-19, gripe e resfriado
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Saiba identificar os sintomas de Covid-19, gripe e resfriado

O Instituto Nacional de Meteorologia apontou que 17 estados estão em zona de “perigo” por conta da frente fria que começou nesta semana após a  passagem do ciclone Yakecan, no Sul do país. Nesta quarta-feira, por exemplo, São Paulo registrou uma sensação térmica de -5,4°C, enquanto Santa Catarina teve dois dias seguidos com neve.

As baixas temperaturas propiciam o aparecimento de sintomas gripais, como espirros e tosse, que no contexto da pandemia são recorrentemente confundidos com outras infecções nas vias respiratórias, como a Covid-19 e o resfriado.

Além disso, na última semana, o boletim InfoGripe, da Friocruz, mostrou um aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG) no país, que são consequência da contaminação por esses agentes.

Os casos de Covid-19, por exemplo, tiveram uma alta de 17% nesta quarta-feira, segundo o boletim do consórcio de veículos da imprensa, confirmando uma tendência de crescimento há 11 dias consecutivos.

Apesar de os sintomas da Covid-19, gripe e resfriado serem parecidos, afetando as mesmas regiões do corpo, é possível diferenciá-los com base na intensidade e na frequência com que eles aparecem. Confira as diferenças nos sinais de cada infecção:

Sintomas da Covid-19 Os casos de Covid-19 têm se apresentado de maneira mais leve, uma vez que cerca de 77% da população brasileira recebeu ao menos duas doses da vacina, que reduzem os sintomas em eventual caso de infecção. Porém, é importante estar atento e, em caso de sinais, realizar o teste para a doença. Os sintomas são:

  • Coriza e congestão nasal;

  • Dor de garganta;

  • Dor de cabeça;

  • Cansaço;

  • Espirros.

Os sintomas costumam ser leves, com estudos apontando que a variante Ômicron , prevalente no país, se reproduz mais rápido nas vias aéreas e, portanto, poupa o pulmão. Os sinais costumam melhorar no período de cinco dias após o surgimento dos sinais. A febre também já foi relatada, mas com menos frequência.

Sintomas da influenza (gripe) A febre é o principal diferencial entre a gripe, a Covid-19 e o resfriado. Isso porque na gripe – uma infecção pelo vírus Influenza – o sintoma é muito mais comum. Diante de um quadro febril, portanto, há mais chances de ser uma situação gripal, porém a febre, por si só, não garante o diagnóstico da doença.

De acordo com o Instituto Butantan — responsável por produzir a vacina da gripe usada no Brasil —, os principais sintomas são:

  • Febre súbita;

  • Tosse (geralmente seca);

  • Dor de cabeça;

  • Dores musculares e articulares;

  • Mal-estar;

  • Dor de garganta;

  • Coriza.

Os sinais da gripe costumam durar de cinco a sete dias, sendo que a tosse pode levar duas semanas ou mais para desaparecer.

Os sinais da gripe costumam durar de cinco a sete dias, sendo que a tosse pode levar duas semanas ou mais para desaparecer. A campanha de vacinação contra a doença está em andamento no Brasil, e vai até o dia 3 de junho. A imunização é extremamente importante para evitar casos graves em populações mais suscetíveis. Confira os públicos elegíveis para serem vacinados:

  • Idosos com 60 anos ou mais;

  • Trabalhadores da saúde;

  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);

  • Gestantes e puérperas;

  • Povos indígenas;

  • Professores;

  • Pessoas com comorbidades;

  • Pessoas com deficiência permanente;

  • Forças de segurança e salvamento e Forças Armadas;

  • Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;

  • Trabalhadores portuários;

  • Funcionários do sistema prisional;

  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;

  • População privada de liberdade.

Sintomas do resfriado O resfriado tem sintomas mais leves que a gripe, sendo mais semelhantes com os sinais da Covid-19. Eles costumam durar de três a quatro dias, mas podem se prolongar em fumantes, chegando a até 10 dias. As crianças são as mais acometidas pela doença – provocada pela infecção por um adenovírus. Em caso de sinais, é importante realizar o teste para a Covid-19, uma vez que apenas ele será capaz de confirmar qual é o diagnóstico. Os principais sintomas do resfriado são:

  • Coriza (nariz escorrendo com secreção aquosa e transparente);

  • Nariz entupido;

  • Espirros;

  • Dor de garganta;

  • Febre baixa (mais comum em crianças — adolescentes e adultos não costumam apresentar).

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Alerta ligado: Vírus da pólio é encontrado em Nova York e Londres

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Alerta ligado: Vírus da pólio é encontrado em Nova York e Londres
Viktor Forgacs / Unsplash

Alerta ligado: Vírus da pólio é encontrado em Nova York e Londres

As autoridades de saúde da cidade de Nova York informaram, nesta sexta-feira, ter encontrado amostras do poliovírus, causador da poliomielite, no esgoto do município. A identificação foi quase duas semanas depois de o Estado de Nova York ter detectado a presença do patógeno no esgoto de Rockland, outra cidade da região.

Segundo os órgãos oficiais, isso indica que o vírus está circulando nesses locais. Em meados de julho, foi confirmado o primeiro caso da doença no país em quase uma década, em um homem adulto não vacinado e que desenvolveu um quadro de paralisia.

Londres, no Reino Unido, também vive um alerta para a disseminação da pólio, também conhecida como paralisia infantil. A Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido (UKHSA) disse ter encontrado um total 116 vírus da doença em 19 amostras coletadas do esgoto da capital entre fevereiro e julho.

A preocupação com a transmissão do patógeno levou o Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização britânico a orientar uma dose de reforço da vacina para todas as crianças entre 1 e 9 anos de idade.

“Isso garantirá um alto nível de proteção contra a paralisia e ajudará a reduzir a propagação do vírus”, disse a agência em comunicado Israel, que apresentou uma série de infecções no início do ano, também direcionou esforços para ampliar a baixa imunização no país.

Em Nova York, as autoridades pediram que todas as pessoas, adultos ou crianças, que não tenham se vacinado, busquem postos de saúde para se proteger da doença.

No estado americano, quase 80% das pessoas foram vacinadas. A propagação do vírus representa um risco para pessoas não vacinadas, uma vez que a vacina contra a poliomielite é quase 100% eficaz em pessoas que foram totalmente imunizadas.

“O risco para os nova-iorquinos é real, mas a defesa é tão simples: vacinar-se contra a pólio. Com a poliomielite circulando em nossas comunidades, simplesmente não há nada mais essencial do que vacinar nossos filhos para protegê-los desse vírus, e se você é um adulto não vacinado ou vacinado incompletamente, escolha agora para receber a vacina. A pólio é totalmente evitável e seu reaparecimento deve ser um chamado à ação para todos nós”, afirma o secretário de Saúde da cidade de Nova York, Ashwin Vasan.

Brasil também em alerta

O combate à pólio é considerado uma emergência internacional de saúde pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença é erradicada no Brasil desde 1994, mas ameaça retornar devido às baixas coberturas vacinais. Segundo dados do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), apenas cerca de 47% do público-alvo foi imunizado neste ano. O percentual não atinge os 95% desejados pelo Ministério da Saúde desde 2015. No ano passado, alcançou apenas 70% das crianças.

O esquema de imunização no Brasil é composto de cinco doses, as três primeiras com a vacina de vírus inativada aos 2, 4 e 6 meses de idade, aplicadas por injeção. Depois, entre os 15 e os 18 meses de idade, é feito o primeiro reforço com a vacina de vírus atenuado, a famosa gotinha. Aos 4 anos de idade, é realizado o segundo, e último, reforço, também por via oral.

Na última segunda-feira, o ministério deu início à campanha de vacinação contra a doença para incentivar que os pais levem seus filhos para se proteger do vírus. A mobilização vai até o dia 9 de setembro, e envolve ainda um esforço para aplicar as demais vacinas que compõem o calendário da criança e do adolescente, como tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e HPV.

“Faço um apelo a todos os pais e mães, avós e avôs para que levem as crianças da sua família para as mais de 38 mil salas de vacinação do país. Não faltam vacinas, elas estão aí e elas só têm um dono: o povo brasileiro. Temos que imunizar 15 milhões de crianças contra a pólio”, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o evento de lançamento da campanha em São Paulo, no último domingo.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Diabético pode ter filho?

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Tom e a seguidora Esther, de 5 anos
Arquivo pessoal

Tom e a seguidora Esther, de 5 anos

Conviver com diabetes requer cuidado e planejamento em vários momentos da vida. Quando uma mulher decide engravidar já diagnóstica com diabetes, a doença é considerada um fator de risco tanto para ela, quanto para o bebê. No caso dos homens, pouco se fala sobre como o diabetes pode interferir nesse processo para ser pai .

Eu conversei com dois endocrinologistas , a Dra. Denise Franco e o Dr. Rodrigo Siqueira, ambos são referência no tratamento do  diabetes no Brasil e alertaram para a necessidade dos cuidados para homens e mulheres que sonham em ter filho e convivem com diabetes.

No caso da mulher, a recomendação é para que a gestação seja “ planejada ”. Isso porque durante os meses de gestação é necessário manter um controle mais rigoroso da glicose no sangue. O diabetes oferece risco tanto para o bebê, quanto para a mãe. A falta de controle glicêmico, por exemplo, pode causar má formação dos bebês, além de aborto espontâneo, pré-eclâmpsia ou parto prematuro.

É recomendado que a mulher com diabetes e gestante seja acompanhada também pelo médico especialista em diabetes, no caso, o endocrinologista. Caso esse cuidado e planejamento aconteçam, a mulher pode realizar esse sonho de filhos.

Já no caso dos homens com diabetes, o importante é saber que o controle da glicose é fundamental para evitar a impotência sexual causada pelo diabetes descontrolado.

A glicose alta pode resultar em uma neuropatia no pênis, que impede a ereção.

Portanto, se você é homem, convive com diabetes e sonha em ser pai, controle a glicemia para não perder a chance de ser pai.

Fonte: IG SAÚDE

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