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Internacional

França mata um dos líderes do Estado Islâmico no Grande Saara

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Adnan Walid al-Sahrawi foi morto por forças da França
Reprodução/vídeo

Adnan Walid al-Sahrawi foi morto por forças da França

O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira (16) que as forças militares do país mataram o líder do grupo terrorista do Estado Islâmico no Grande Saara (EIGS), Adnan Walid al-Sahrawi.

“Esse é um outro grande sucesso da nossa luta contra os grupos terroristas no Sahel”, escreveu em sua conta no Twitter.

O EIGS é considerado o maior responsável pelos atentados na área, especialmente, nas fronteiras com o Mali, Níger e Burkina Faso.

Al-Sahrawi nasceu no Marrocos, na área do Saara Ocidental, em uma rica família de comerciantes, que fugiu para a Argélia. Desde jovem, ele havia se unido a grupos armados locais, incluindo uma facção da Al Qaeda, do qual se tornou porta-voz em 2010.

Três anos depois, o marroquino se autonomeou líder de uma organização chamada Mujahideen Shura Council, estabelecida no Mali. Em 2015, uma nova mudança em que jurou lealdade ao fundador do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi.

Além dos franceses, os Estados Unidos também estavam caçando o terrorista e chegaram a oferecer US$ 5 milhões a quem desse informações confiáveis sobre seu paradeiro.

Fonte: IG Mundo

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Internacional

Ataque mata sete pessoas em campo de refugiados em Bangladesh

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Pelo menos sete pessoas morreram nesta sexta-feira (22), durante ataque a uma área de culto islâmico num campo de refugiados de Rohingya (minoria muçulmana apátrida de Myanmar), em Bangladesh, informou a polícia. Algumas pessoas foram mortas a tiro, outras esfaqueadas, disse um chefe de polícia regional. As mortes ocorrem no momento em que a tensão aumenta após o homicídio de um líder Rohingya em um dos campos, há três semanas.

No campo de refugiados de Balukhali, na fronteira com Myanmar, os agressores dispararam contra algumas pessoas e esfaquearam outras, disseram as autoridades.

Quatro pessoas morreram instantaneamente e três acabaram por morrer no hospital do campo de Balukhali. A polícia não confirmou quantas pessoas tinham ficado feridas.

“Prendemos um agressor imediatamente após o incidente”, declarou Shihab Kaisar Khan, chefe da polícia.

O suspeito foi encontrado com uma arma, seis cartuchos de munição e uma faca, acrescentou.

Esses campos fronteiriços abrigam mais de 900 mil refugiados da minoria Rohingya, que fugiram da violência de Myanmar.

Muitos ativistas Rohingya esconderam-se desde a morte do defensor dos direitos humanos Mohib Ullah.

Alguns ativistas culparam o Exército de Salvação Arakan Rohingya (Arsa) pela morte. Arsa é o grupo militante por trás dos ataques às forças de segurança de Myanmar em 2017, que desencadearam uma repressão militar e um êxodo em massa para Bangladesh de 740 mil pessoas da minoria Rohingya.

O grupo armado negou as acusações. 

Ativistas dizem que há um “clima de medo” crescente nos campos.

A polícia informou que a segurança foi reforçada enquanto são investigadas as causas do tiroteio.

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Internacional

Cumbre Vieja: erupções do vulcão podem durar nove meses

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Vulcão Cumbre Vieja
Reprodução / CNN Brasil

Vulcão Cumbre Vieja

As erupções do vulcão Cumbre Vieja , na ilha espanhola de La Palma, estão longe de acabar e podem durar até nove meses, de acordo com o diretor do Instituto de Paisagem da Fundação Duques de Soria, Eduardo Martínez de Pisón.

“No momento, o vulcão está estável. Está maduro, funcionando, e tem tempo. Mas, não se pode criar expectativas. Ainda será mais duradouro do que desejaríamos”, afirmou Martínez de Pisón, geógrafo e professor emérito de Geografia na Universidade Autônoma de Madri, em seminário.

Segundo o especialista, os vulcões das Ilhas Canárias, no geral, estão “adormecidos”, mas disse haver possibilidade de novas erupções em ilhas periféricas, como Lanzarote, El Hierro, La Palma e El Teide.

“A parte sul de La Palma tem potencialidade eruptiva. Não é de se surpreender que, no futuro, haja novas erupções. O homem tem uma capacidade técnica limitada, diante da força descomunal de um vulcão”, explicou o especialista.

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O Cumbre Vieja está em atividade desde 19 de setembro  e já deixou um rastro de destruição na ilha de La Palma . Mais de 1,1 mil casas foram destruídas e quase 600 hectares foram devastados pela lava do vulcão, de acordo com as autoridades. Além disso, serviços de emergências disseram que mais de seis mil pessoas tiveram que deixar suas casas.

Apesar do rastro de destruição, a Espanha teve sucesso nos atendimentos e não registrou nenhuma morte ou ferimento em decorrência das erupções.

Fonte: IG Mundo

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