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Fórmula 1: “Estão tentando me parar”, diz Hamilton após punições

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O líder do mundial de pilotos da Fórmula 1, o inglês Lewis Hamilton, mostrou insatisfação com o Grande Prêmio da Rússia do último domingo (27) e acusou os fiscais de prova de tentarem impedi-lo de vencer com a imposição de punições.

As punições, por infrações cometidas antes de a corrida em Sochi começar, custaram a liderança da prova ao hexacampeão mundial e tiraram dele a chance de alcançar um recorde de 91 vitórias.

O piloto da Mercedes terminou em terceiro lugar, após ter largado na pole position.

Questionado se achava que as punições foram excessivas, Hamilton disse à emissora Sky Sports que sim: “Claro que foram. Mas isso é esperado. Eles estão tentando me parar, não estão?”.

“Mas, tudo bem. Preciso apenas baixar a cabeça, me manter concentrado e vamos ver o que acontece”, declarou.

Hamilton afirmou que precisaria checar as regras após ser punido por largar fora da área designada quando estava a caminho do grid: “Tenho quase certeza de que ninguém nunca recebeu duas punições de cinco segundos por algo tão ridículo”.

“Não coloquei ninguém em perigo. Fiz isso em um milhão de circuitos ao longo dos anos e nunca fui questionado. Então é isso”, afirmou.

Os fiscais também deram a Hamilton dois pontos de punição, deixando-o a dois de receber uma suspensão automática por uma corrida, o que acontece com quem soma 12 pontos em um período de 12 meses.

Ele não terá pontos retirados até depois do Grande Prêmio da Turquia, em novembro. Haverá três corridas até lá.

Questionado se realmente estava se sentindo um alvo, Hamilton disse a repórteres que qualquer equipe que lidera acaba ficando sob os holofotes: “Tudo que temos em nosso carro está sendo checado e depois rechecado três vezes. Estão mudando as regras, como em relação ao motor, várias coisas para interferir, para manter as corridas mais animadas, imagino”.

Hamilton disse que os fiscais de prova estavam distribuindo muitos pontos de punição: “É ridícula a quantidade de pontos que estão distribuindo este ano de uma forma geral (….) Vou tentar assegurar que me manterei completamente limpo daqui para frente, não quero lhes dar desculpa para nada”.

O britânico recebeu quatro pontos no fim de semana Grande Prêmio da Áustria, em julho, por ignorar bandeiras amarelas na classificação e por um incidente de corrida com Alexander Albon, da Red Bull.

Houve mais dois pontos por causa da entrada no pitlane no Grande Prêmio da Itália após ter sido fechado. Os outros dois são do Grande Prêmio do Brasil, no ano passado.

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Esportes

Clássico sem público reflete crise atual de Barcelona e Real Madrid

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Na Espanha, a expressão El Clasico (O Clássico) costuma ser sinônimo de grandeza. O jogo, entre Barcelona e Real Madrid, marcado para o próximo sábado (24) e que foi transferido para o incomum horário de 16h local (11h, no horário de Brasília) para satisfazer os mercados globais de televisão, provavelmente ainda é a partida de futebol de clubes com maior audiência.

Porém, um olhar para Barcelona e Real Madrid no momento desperta dúvidas sobre o futuro das duas equipes.

Nenhum dos dois times tem impressionado muito ultimamente, pois os dois perderam seus últimos jogos no Campeonato Espanhol para oponentes humildes, o que faz com que haja pessoas que questionem se este será o clássico menos qualificado em muito tempo.

O craque argentino Lionel Messi, principal estrela do Barça, passou a pré-temporada inteira tentando rescindir seu contrato com o clube sem sucesso. Assim, parece cada vez mais provável que este será o último jogo do atacante em casa contra o Real no Campeonato Espanhol, a menos que ocorra uma grade mudança de opinião.

É verdade que parece injusto que um jogador que deu tanta alegria ao time ao longo dos anos jogue seu último clássico no Camp Nou sem a presença de público, e em uma disputa contra aquele que pode ser o Real mais frágil de sua carreira e defendendo um Barcelona nada memorável.

Porém, a maior dúvida para o Barça deve ser o que o clube fará quando seu capitão finalmente partir.

Trata-se de um reflexo do estado para o qual os dois clubes regrediram, que está muito distante do auge do confronto há uma década, quando o espanhol Pep Guardiola e o português José Mourinho estavam frente a frente.

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Esportes

Seleção brasileira permanece em terceiro no ranking da Fifa

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A Fifa divulgou nesta quinta-feira (22) mais uma edição de seu ranking de seleções. A classificação não sofreu grandes modificações, especialmente nas dez primeiras posições, onde a Bélgica permanece na liderança, a atual campeã mundial França continua em segundo, e a seleção brasileira em terceiro.

O ranking foi divulgado após a realização dos jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo e da Liga das Nações (competição entre seleções europeias).

Entre os 10 primeiros colocados da classificação, aconteceram poucas modificações, com a Espanha assumindo a sexta posição no lugar de Portugal (sétima), e a Argentina assumindo a oitava posição no lugar da vice-campeã mundial Croácia (nona).

A equipe que mais ganhou posições no ranking foi Malta, que ultrapassou seis seleções para alcançar a 180ª colocação. A próxima edição do ranking de seleções da Fifa será divulgado no dia 26 de novembro.

Edição: Fábio Lisboa

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