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Ford Ranger FX4:  versão aventureira encerra ciclo da atual geração

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Ford Ranger FX4: detalhes pintados de preto brilhante, rodas de aro 18, entre outros detalhes excluivos
Carlos Guimarães

Ford Ranger FX4: detalhes pintados de preto brilhante, rodas de aro 18, entre outros detalhes excluivos

O sucesso das picapes com apelo aventureiro encorajaram a Ford a lançar mais uma versão da atual geração da Ranger antes do modelo ser substituído pelo novo, que já foi apresentado e vai ser fabricado na Argentina a partir do ano que vem, quando também começará a ser trazido ao Brasil .

Não é à toa que as fabricantes apostam em versões mais dispostas a encarar uma trilha. Além de ser uma espécie de “SUVização” das picapes , elas também combinam com o espírito aventureiro dos utilitários com tração integral e motor a diesel com boa dose de força.

É o caso da Ford Ranger FX4 (R$ 288.990), que vem equipada com o já conhecido 3.2, de cinco cilindros, capaz de gerar 200 cv e bons 47,9 kgfm de torque a meros 1.750 rpm, o que significa que você terá força suficiente para ouvir os pneus traseiros “cantando” mesmo sem querer.

Basta pisar um pouco mais forte no acelerador em qualquer curva. Ainda bem que a picape vem com controle eletrônico de estabilidade (ESP). Aliás, se for mesmo pegar uma trilha, existem outros recursos interessante.

Um deles fica por conta do controle de descida, que aciona os freios automaticamente em descidas muito íngrimes, o que veio dos tempos em que a Ford era dona da Land Rover , o que aconteceu até março de 2008, quando fez um negócio bilionário com a indiana Tata Motors. Há também como instalar um snorkel feito especialmente para a versão FX4 , item oferecido como acessório para ajudar a atravessar trechos alagadosde aré 80 cm de profundidade.

Tem mais: por R$ 2 mil extras, a Ford instala as mesmas rodas e pneus da versão Storm , com aro 17 e o pneus 265/65 R17 All Terrain Plus no lugar das de aro 18, montadas em quatro Pirelli Scorpion 265/60 R18 All Terrain (50% on-road e 50% off-road). Some-se a isso o câmbio automático de seis marchas e o sistema de tração 4×4 com diferencial blocante e terá um bom pacote para se aventurar por aí.

Além do aplicativo Ford Pass , não espere por itens modernos, como uma central multimídia com tela na vertical e acesso à internet, ou até mesmo algo mais simples, como retrovisor interno eletrocrômico e sensores que acionam os faróis e o limpador de para-brisa. O sistema é o bem conhecido Sync3, com tela de 8 polegadas, compatível com Apple Car Play e Android Auto, mas sem fio. Porém, assim como por fora, a Ranger FX4 tem alguns itens exclusivos por dentro.

As costuras vermelhas não apenas dos bancos personalizados, mas de tudo que vem revestido de couro é um deles, bem como os apliques de tom cinza e esmaltados. Também incluíram rebatimento automático dos retrovisores , mas não com um relê que permite acionar o sistema alguns segundos depois da ignição ser desligada. E a partida também é à moda antiga, ou seja, girando a chave e não apertando um botão.

Ford Ranger FX4 vem com bancos revestidos de couros  com costuras vermelhas entre os equipamentos
Divulgação

Ford Ranger FX4 vem com bancos revestidos de couros com costuras vermelhas entre os equipamentos

Para disfarçar as rugas da atual geração, com a plataforma T6 , adotada desde 2011 e que passou por algumas mudanças em uma década, a Ford adotou alguns novos detalhes, entre os quais partes pintadas de preto brilhante, nova grade exclusiva, faróis full-LED com projetores e máscara escura, alargadores nos para-lamas na cor preto fosco e adesivo com uma faixa cinza e a assinatura FX4 vermelha.

São seis opções de cores : duas tonalidades de vermelho Toscana e Bari, além das mais tradicionais prata Geada, branco Ártico, preto Gales e cinza Moscou. Bem que caberiam mais, levando em conta o certo tom descolado da versão FX , que mereceria tons exclusivos de azul, verde a até mesmo amarelo. Mas isso vai ficar para a próxima geração, que chega em 2023.

Conclusão

A Ford Ranger FX4 chega em um momento com fortes concorrentes no pareo. Um deles é a Chevrolet Z71 (R$ 271.910). Outro é a Mitsubishi L200 Savana (R$ 242.762). A Nissan prepara a nova Frontier , que vai chegar no mês que vem, com a versão com apelo aventureiro Pro4X. E logo a Toyota vai apresentar no Brasil a Hilux GR-S

Ficha Técnica

Ford Ranger FX4 (R$ 288.990)

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Motor: 3,2, cinco cilindros, turbodiesel

Potência (cv): 200 a 3.600 rpm

Torque (kgfm): 47,9 a 1.750 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração integral

Suspensão:Independente (dianteira) e feixe de molas semielípticas (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira

Pneus: 265/60 R18 

Dimensões: 5,35 m (comprimento) / 1,86 m (largura) / 1,82 m (altura), 3,22 m (entre-eixos)

Tanque : 80 litros

Caçamba: 1180 litros

Consumo: 8,4 km/l (cidade) / 9,4 km/l (estrada) com diesel

0 a 100 km/h: 11,6 segundos 

Vel. Max: 180 km/h

Fonte: IG CARROS

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BMW abre nova linha de produção para módulos de bateria na Alemanha

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Baterias do BMW i4 são produzidas em Leipzig e apontam para um novo capítulo da nova era da mobilidade
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Baterias do BMW i4 são produzidas em Leipzig e apontam para um novo capítulo da nova era da mobilidade

A BMW inaugura a sua segunda linha de produção de módulos de baterias elétricas na planta de Leipzig, na Alemanha. A expansão da capacidade da fábrica é resultado de um investimento de 70 milhões de euros.

A fábrica de Leipzig é responsável pela produção dos módulos de baterias que o BMW i4 utiliza, e a nova linha de fabricação ocupa o espaço onde era produzido o BMW i3 , descontinuado no fim de junho .

 “O lançamento da segunda linha de produção de módulos de bateria de Leipzig é uma contribuição importante para fornecer os componentes de bateria necessários para fabricar um número crescente de veículos eletrificados”, disse Markus Fallböhmer, Head de Produção de Motores e E-Drive do BMW Group .

A planta de Leipzig passou a produzir módulos de baterias em Maio do ano passado, fabricando os módulos do SUV iX , e agora, cada módulo de bateria da i4 passará por 196 estações de produção, antes de ser concluído.

A produção das baterias para os carros elétricos do Grupo BMW é dividida em duas etapas: Produção dos módulos e montagem da bateria de alta voltagem.

A primeira etapa consiste em um processo automatizado de limpeza com plasma das células de íon-lítio, após isso, as células passam por um revestimento especial e então são combinadas em módulos maiores.

Quando concluído, o módulo é colocado em uma estrutura de alumínio, junto com conectores que controlam a energia e resfriamento de toda a unidade.

Para a BMW é importante ter a produção dos módulos “em casa” já que a quantidade de módulos necessários para produzir uma bateria depende até da versão do modelo produzido.

Atualmente, a fábrica emprega mais de 700 funcionários , e a nova linha ainda irá criar mais 250 novos empregos na região. A BMW ainda planeja aumentar a fábrica num momento próximo.

A fabricante possui um plano de expansão para a planta de Leipzig, e irá produzir também motores elétricos, podendo ser responsável por todo o trem de força de um modelo elétrico do Grupo BMW.

Nesse sentido, os investimentos em Leipzig passam também pela produção dos módulos de baterias do sucessor do Mini Countryman . O novo SUV da Mini terá opção 100% elétrica, e irá se beneficiar da estrutura presente em Leipzig.

Fonte: IG CARROS

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Nova geração do Toyota Yaris estreia na Tailândia. Mas virá ao Brasil?

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Nova geração do Toyota Yaris fabricada na Tailândia, mas deverá ficar longe das ruas brasileiras
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Nova geração do Toyota Yaris fabricada na Tailândia, mas deverá ficar longe das ruas brasileiras

A Toyota revela na Tailândia o novo Yaris Ativ que por lá já está na quarta geração. Visualmente, o sedã compacto lembra bastante o Corolla. Na dianteira, uma grande abertura cobre a maior parte do para-choque, ladeada por dois faróis agressivos que se conectam através do acabamento.

Já a parte lateral revela traços mais “musculosos” remetendo à esportividade e ao mesmo tempo certo ar de sofisticação. Já na traseira adota uma postura mais esportiva com lanternas traseiras angulares e uma silhueta mais aerodinâmica, mais próxima da carroceria fastback.

Por falar em esportividade, além das rodas com visual agressivo de aro 16 de série, o Yaris Ativ conta com uma série de complementos mais esportivos como parte do pacote opcional Presto, incluindo extensões de para-choque e soleira lateral, além de um enorme aerofólio.

O carro que em alguns mercados recebe o nome de Vios é baseado na Daihatsu New Global Architecture (DNGA ), ao contrário do hatchback Yaris de especificação da UE, que fica na plataforma TNGA-B.

Dessa maneira, o carro é um pouco maior que a geração anterior , medindo 4.425 mm de comprimento, 1.740 mm de largura e 1.480 mm de altura. A maior diferença é a distância entre eixos de 2.620 mm que é mais longa em 70 mm em relação ao modelo antigo.

Sob o capô, o Toyota permaneceu com o motor de quatro cilindros, de 1,2 litro naturalmente aspirado que produz 93 cv  de potência e 11,21 kgfm de torque .   E no sistema de transmissão conta com uma caixa automática CVT, enviando potência para o eixo dianteiro.

Por dentro, o design é bastante moderno e conta com materiais de melhor qualidade para o segmento. A tela sensível ao toque de infoentretenimento independente de 9 polegadas é compatível com todos os recursos de conectividade , juntamente com um painel de instrumentos semidigital de 7 polegadas atrás do novo volante com muitos botões integrados.

O novo Toyota Yaris  também tem entradas USB, ar condicionado automático com saídas de ar para todos os passageiros (dianteiros e traseiros), iluminação ambiente de 64 cores, sistema de som Pioneer de seis alto-falantes e divisores de espaço para bagagem no porta-malas.

Além disso, não poderia faltar o Toyota Safety Sense com muitos ADAS, como controle de cruzeiro adaptativo, alerta de tráfego traseiro traseiro e monitoramento de ponto cego.

O Toyota Yaris Ativ já está disponível na Tailândia com preços que variam entre 539.000 baht  (R$ 78.047) e 689.000 baht  (R$ 99.767), dependendo do acabamento. O lançamento em outros mercados asiáticos onde adotará a placa de identificação Vios provavelmente ocorrerá nos próximos meses.

No Brasil

Por aqui, a linha Yaris foi lançada em 2018 nas configurações hatch e sedã. No entanto, essa geração atual do modelo existe desde 2013 na Tailândia e, sendo assim, acaba de passar por uma série de mudanças mais significativas. 

No mercado brasileiro, a linha Yaris ganhou apenas uma leve reestilização em janeiro deste ano. Mas há rumores de que a Toyota não deverá apostar em uma nova atualização do modelo no Brasil, onde tudo indica que um novo SUV compacto será o escolhido para ser o modelo de entrada da marca no país.

Fonte: IG CARROS

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