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Ford Mustang ressurgirá na versão Mach 1 como parte da linha 2021

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Ford Mustang
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Ford Mustang Mach 1 terá equipamwntos focados em aprimorar seu desempenho nas pistas de corrida

A Ford promete realizar até o fim deste ano uma atualização interessante para o Mustang. A fabricante norte-americana vai resgatar a configuração Mach 1 do modelo, opção que usa como base o motor 5.0 V8 do atual Mustang GT, porém com desempenho e dinâmica aprimorados. O Ford Mustang Mach 1 também é mais acessível do que as versões mais extremas Shelby e Boss.

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Em comunicado, a montadora confirmou a escolha pela versão cupê para o projeto. Além disso, ela destaca que “o novo Ford Mustang Mach 1 2021 retorna para ser o melhor desempenho na pista de todos os tempos, trazendo mais uma vez um design mágico e ampliando o seu legado de performance”. Até o momento, a Ford oferece no Brasil o Mustang apenas na configuração Black Shadow , que traz o motor 5.0 V8 de 466 cv e câmbio automático, de 10 marchas. O modelo nessa configuração tem preço sugerido de R$ 354.990.

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História de sucesso e de exclusividade

Ford Mustang
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A Ford deverá falar mais para frente quando exatamente chega às concessionárias

O Mustang Mach 1 chegou ao mercado norte-americano em 1969 e, dois anos depois da estreia, em 1971, além de ficar mais comprido e largo que o original, o Mach 1 ganhou suspensão de competição e mais opções de motores. Em 1974, passou novamente por grandes mudanças, sendo redesenhado pela primeira vez como um hatchback.

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Essa geração do Mustang Mach 1 foi produzida durante cinco anos, e para aprimorar ainda mais a dirigibilidade, oferecia o kit opcional de suspensão “Suspension Rallye”. O Ford Mustang Mach 1 retornou como ano-modelo 2003 e 2004, combinando mecânica moderna com elementos nostálgicos de design dos anos 70. Sua suspensão exclusiva, com freios a disco dianteiros Brembo maiores, aprimorou o desempenho na pista. O visual também foi destacado com spoiler e faixa no capô em preto fosco.

Fonte: IG CARROS

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Veja as diferenças entre o Toyota Corolla de corrida e o de rua

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Toyota Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla Stock Car motor V8 no lugar do de quatro cilindros e uma série de diferenças em relação ao sedã convencional

A temporada 2020 da Stock Car segue sem data para começar. A expectativa era que ela tivesse início no próximo fim de semana (4 e 5), com uma etapa em Cascavel (PR), que acabou cancelada ainda por conta dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. Péssima notícia para os fãs, que pela primeira vez em anos poderiam ver uma disputa entre carros de verdade (ou quase). No caso, os sedãs médios Toyota Corolla e Chevrolet Cruze.

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Os novos carros serão o principal destaque desta temporada da Stock Car. Diferente de anos anteriores, quando traziam uma “bolha” de fibra de vidro que apenas lembrava um automóvel “real”, os novos são estruturalmente mais próximos dos Chevrolet Opala e Omega usados no passado pela categoria, trazendo a carroceria que traz as mesmas chapas laterais e o teto do Toyota Corolla de rua

Componentes como portas e capô seguem o mesmo formato, mas são feitas em fibra de vidro. Por outro lado, acessórios — como faróis funcionais e lanternas — e até o para-brisa (embora blindado, por motivo de segurança) são exatamente os mesmos disponíveis no mercado.

Toyota Corolla
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Toyota Corolla 2020 tem alguns detalhes que dão um aspecto esportivo ao sedã, como os defletores de ar nas laterais

De acordo com Maurício Ferreira, chefe da equipe Full Time, que vai disputar a Stock Car deste ano com o Toyota Corolla, embora essa mudança não imponha uma grande mudança na rotina de manutenção — já que boa parte dos profissionais da categoria teve experiência anteriores com carros de turismo — a carroceria de lata criou alguns obstáculos no desenvolvimento do novo carro.

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“Um desafio, por exemplo, foi resolver a questão do arrefecimento do motor mantendo a grade frontal original. Um problema que não existia anteriormente, quando havia liberdade para trabalhar sem a limitação da carroceria original”.

A estrutura tubular com crash box em fibra de carbono foi mantida nos novos Stock, inclusive com os conjuntos de suspensão independentes do tipo “duplo A” na dianteira e traseira. Mas com entre-eixos reduzido para 2,74 m para permitir o uso das carrocerias originais quase sem modificações.

Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla que compete na Stock Car tem bastante alívio de peso e baixo centro de gravidade

Não espere ver sob o capô variações preparadas dos motores de quatro cilindros originais e os câmbios automáticos: tanto o Corolla quanto o Cruze usam motores V8, que embora sejam de fornecedores diferentes para cada modelo, são capazes de desenvolver os mesmos 550 cv com o ” push-to-pass “.

O câmbio é sequencial de seis marchas. Desenvolvida para uso em competições, traz embreagem multidisco e trocas no volante por meio de um sistema eletro-hidráulico. Outras curiosidades são os freios — que diferente do que se espera emprega discos de aço e pastilhas produzidas por uma empresa nacional — e o sistema de direção hidráulica no lugar da elétrica, que pode parecer um anacronismo nas ruas mas ainda se mostrou a escolha mais acertada para o carro de pista.

Mesmo fabricante 

Corolla
Newspress

Versão mais interessante do Toyota Corolla é a híbrida, com motor a combustão que funciona com outro elétrico

Diferente de categorias como a Fórmula 1, em que cada equipe desenvolve a sua máquina, tanto o Corolla quanto o Cruze são encomendados pela Vicar (a organizadora da Stock ) e produzidos pela empresa JL — a mesma responsável pelos carros de anos anteriores —, e fornecidos para as equipes. Combustível e lubrificantes também são de um mesmo fornecedor oficial.

Embora esse arranjo limite a participação de mais de uma empresa de lubrificantes no uso da competição como laboratório de desenvolvimento, Pedro Sachet, consultor técnico da Texaco Lubrificantes, destaca que ainda há espaço para o feedback das pistas.

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“O desenvolvimento tecnológico em lubrificantes está muito calçado na redução de emissões. Atualmente, esta não é uma preocupação na Stock. Mas é uma tendência e poderá vir a ser no futuro. E essa proximidade entre carros de pista e de rua vai ajudar”, destacou o chefe da equipe Full Time sobre o Toyota Corolla .

Fonte: IG CARROS

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VW Tiguan estreia novo visual e vira semiautônomo

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VW Tiguan
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VW Tiguan ganha nova frente e fica mais próximo da linguagem visual dos lançamentos mais recentes da marca no mundo

Lançado no exterior em 2016, o VW Tiguan da segunda geração acaba de passar pela sua primeira restilização visual, que veio acompanhada da adoção de novos equipamentos como o sistema de direção semiautônomo.Na Europa, começa a ser vendido ainda este ano. No Brasil, o mais provável é que chegue em 2021.

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As principais mudanças externas no VW Tiguan ficaram concentradas na dianteira, que ganhou novas grade, para-choque e faróis de LED. Na traseira, além das lanternas com novo arranjo de luzes, o logotipo com o nome Tiguan passou a ficar posicionado sob o logo “VW”, seguindo o padrão estabelecido pelo Golf de 8ª geração.

No interior, além das alterações de acabamento, a montadora alemã trocou o volante multifuncional (que adotou o mesmo desenho de Nivus e novo Golf ) e mexeu também nos controles de ventilação (abandonando os comandos giratórios) e na central multimídia, de nova geração e disponível em variações com telas de 8″ ou 10,25″.

Pela primeira vez, o SUV começa a ser oferecido com o Travel Assist, sistema de direção semiautônomo que fez a sua estreia no ano passado, no Passat, e permite que o veículo freie, acelere e controle a direção sozinho em velocidades de até 210 km/h.

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As vendas do VW Tiguan reestilizado começam em breve no mercado europeu, trazendo novidades como a versão esportiva R (equipada com um motor 2.0 TSI de 320 cv) e uma variação híbrida plug-in de 245 cv. Já a variação Allspace, de entre-eixos mais longo e que é feita no México para as Américas, estreia apenas em 2021. A marca ainda não revelou se vai haver mudanças na mecânica.

Fonte: IG CARROS

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