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Forças Armadas iniciam combate às queimadas na Amazônia neste sábado

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Fernando Frazão/ABr

Queimadas na Amazônia subiram 82% neste ano

O governo federal anunciou que as ações das Forças Armadas para o combate às queimadas que destroem a floresta amazônica . vão começar na tarde deste sábado. Dois aviões, cada um deles com capacidade de transportar 12 mil litros de uma mistura de água e produtos químicos, já estão em Porto Velho (RO).

Além de Rondônia, Roraima e Tocantins, estados onde o presidente Jair Bolsonaro já autorizou o emprego da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), há uma solicitação do Pará, segundo o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Há a expectativa de que pedidos semelhantes dos governos do Acre e de Mato Grosso cheguem nos próximos dias.

Não há previsão de envio de homens das Forças Armadas de outros estados para a Amazônia Legal. O efetivo a ser usado é aquele que já atua na Região Norte. Para as ações nas proximidades de Porto Velho, há a possibilidade de emprego de 400 homens, segundo o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva. Em um primeiro momento, 30 bombeiros da Força Nacional de Segurança se deslocaram de Brasília a Porto Velho, em apoio. Uma entrevista coletiva na manhã deste sábado reuniu Azevedo e Silva, Salles e o tenente brigadeiro Raul Botelho, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

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— Não vamos levar tropa efetiva daqui para lá. Em Porto Velho, tem sede da Brigada de Infantaria de Selva, com cerca de 700 homens. Dependendo do planejamento, pode-se usar cerca de 400 homens. É suficiente – disse o ministro da Defesa. — É importante a adesão dos governos estaduais, senão vamos ficar limitados às áreas federais, que são as Unidades de Conservação e e as terras indígenas.

Ainda segundo Azevedo e Silva, além dos Estados Unidos, Chile e Equador já se dispuseram a ajudar nas ações, mas ainda não houve movimentos concretos. Ele disse que a conversa entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente dos EUA, Donald Trump, ficou no nível da “intenção”.

A previsão é que a primeira ação de combate ao foco sob a coordenação das Forças Armadas aconteça às 16h30m deste sábado, com o uso de uma aeronave do modelo C-130. Ao todo, seis aviões e um helicóptero foram deslocados para Rondônia. Também foram levadas para o centro da crise 18 pessoas para cuidar da comunicação social. O chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, disse que “a área de comunicação é muito importante nesse momento que estamos vivendo”.

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Azevedo e Silva acrescentou que está “combinado” com o Ministério da Economia o desbloqueio dos R$ 20 milhões que estão previstos no orçamento da pasta este ano para ações da GLO. Segundo ele, a sinalização foi dada em uma reunião na sexta-feira, pelo secretário-executivo da Economia, Waldery Rodrigues.

— Está combinado. Estou numa fase em que só acredito quando abrir o cofre e ver. Com o Paulo Guedes (o acerto). Ontem, na reunião com o presidente da República, estava o secretário Waldery, e ele falou isso, que o mais fácil era descontingenciar — disse Azevedo e Silva.

Ricardo Salles afirmou que há um saldo de pouco mais de R$ 1 bilhão no Fundo Amazônia , e que os recursos estão sendo usados também pelo Ministério do Meio Ambiente nas ações contra as queimadas. Salles negou que o governo tenha demorado a agir para conter os focos de incêndio.

— As queimadas ocorrem justamente agora no período seco, questão de 30 dias para trás. Foi nesse momento quente e seco que se iniciaram as queimadas (em maior volume). Portanto, a resposta dada às queimadas foi absolutamente tempestiva.

Fonte: IG Nacional
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Trump impõe sanções contra o Banco Central do Irã após ataque na Arábia Saudita

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Divulgação/Official White House/Shealah Craighead

Trump disse que Irã ‘parece ser’ responsável por ataques na Arábia Saudita, mas que ‘não quer guerra’

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump disse, nesta sexta-feira (20), que os Estados Unidos impuseram sanções contra o Bando Central do Irã, quase uma semana após os ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, que autoridades americanas e sauditas atribuíram a Teerã. A declaração foi dada a repórteres na Casa Branca.

Trump não deu outros detalhes sobre as sanções, mas disse, mesmo assim, que elas são “as maiores já impostas contra um país” e que “isso nunca foi feito neste nível”. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que as novas sanções cortam a última fonte de recursos ainda restante para o Irã.

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Apesar das declarações, ainda não está claro como as medidas aumentam as punições a Teerã, que já é alvo de uma política de “pressão máxima” do governo americano, com o objetivo de reduzir a zero as exportações de petróleo da República Islâmica.

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Questionado sobre a possibilidade de uma resposta militar ao Irã, Trump sugeriu querer evitar uma guerra, mas disse que os Estados Unidos estavam sempre preparados e que um ataque militar poderia ser uma resposta adequada.  No começo desta semana, ele disse considerar “a resposta final”, em possível alusão a um ataque.

O Irã negou qualquer envolvimento no ataque de 14 de setembro, que abalou os mercados globais de petróleo e aumentou as tensões entre Washington e Teerã. As explosões foram reivindicadas pelos rebeldes houthis do Iêmen, aliados do Irã, que há quatro anos enfrentam uma ofensiva liderada pela Arábia Saudita para desalojá-los do poder.

Nesta sexta-feira, autoridades sauditas levaram a mídia para inspecionar as instalações afetadas. A Arábia Saudita responsabiliza Teerã pelos ataques, versão endossada pelo secretário de Estado americano, Mike Pompeo, que chamou os ataques de “atos de guerra”.

Trump, que falou com repórteres na Casa Branca ao receber o primeiro-ministro australiano Scott Morrison, disse que deseja uma solução pacífica para o conflito.

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Fonte: IG Nacional
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NASA quase ‘perdeu’ asteroide gigante que passou próximo da Terra

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Divulgação/Nasa

Asteroide de 100 metros de largura passou muito perto da Terra.

De acordo com e-mails internos divulgados por um relatório do Buzzfeed News, a NASA quase ‘perdeu’ um asteroide gigante que passou próximo da Terra em julho deste ano. Segundo a agência americana, o corpo celeste tinha cerca de 100 metros de largura.

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Batizado de “2019 OK”, o asteroide passou a cerca de 40.400 milhas da Terra , o que equivale a cerca de 65.000 quilometros. Por mais que pareça grande, essa distância é pequena, em termos astrônomicos.

Os e-mails obtidos pelo portal americano mostram que a NASA só soube da passagem do asteroide pela Terra horas antes do evento acontecer. Segundo o Mirror, o corpo celeste foi descoberto por um observatório no Brasil, que alertou a NASA. A agência não sabe explicar como a rocha passou pela sua rede de captura e observação.

Fonte: IG Nacional
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