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Foragido que ateou fogo e matou companheira em SP é preso após 10 meses em Goiás

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Alex está sendo acusado de feminicídio. Além de atear fogo, ele deixou a vítima queimando trancada dentro do quarto arrow-options
Reprodução

Sheron Chaves Monteiro foi morta pelo ex-companheiro Alex Alexandre Ferreira


Alex Alexandre foi preso na sexta-feira (19) dez meses após atear fogo e matar a companheira Sheron Chaves Monteiro, que tinha 34 anos. Ele está sendo acusado pelo crime de feminicídio

O crime ocorreu no dia 8 de outubro do ano passado na cidade de São Paulo. O acusado fugiu para Goiás , onde foi capturado por uma equipe da Polícia Civil goiana. 

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 Na ocasião do crime, Alex jogou álcool e ateou fogo contra a vítima, deixando-a trancada em seu quarto . Em seguida, ele fugiu.

A vítima conseguiu apagar o fogo com o próprio corpo, mas permaneceu pelo menos 17 horas sem atendimento. Uma vizinha percebeu que algo estava estranho e conseguiu chamar socorro, mas Sheron morreu quatro dias depois, por causa das complicações por ter tido 70% do corpo queimado. 

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Fonte: IG Nacional
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Ex-comandante do DOI-Codi é denunciado por morte de militante na ditadura

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Tânia Rêgo/Agência Brasil – 2.5.16

Ato relembra vítimas da ditadura militar no Brasil; pesquisa Datafolha mostra temor de brasileiros

O Ministério Público Federal de São Paulo denunciou o ex-comandante do Destacamento de Operações e Informações ( DOI-Codi ) do II Exército, em São Paulo, um dos órgãos de repressão da ditadura militar e dois médicos legistas pela morte da militante Neide Alves dos Santos em 1976.

Audir Santos Maciel, ex-comandante do DOI-Codi em São Paulo, foi denunciado por homicídio qualificado. Os médicos legistas Harry Shibata e Pérsio Carneiro foram denunciados por falsidade ideológica. Shibata era o diretor do IML à época. Em 2017, sua casa foi alvo de protestos.

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Apesar da morte de Neide ter ocorrido há mais de 40 anos, o Ministério Público Federal considera que o crime não prescreveu porque se insere em um contexto de ataque generalizado do Estado brasileiro contra a própria população. Por isso, constitui crime contra a humanidade e, portanto, não é passível de prescrição. A tese do MPF não é aceita pela maioria dos juízes, que citam a anistia concedida aos agentes da ditadura e a militantes.

A denúncia faz parte de uma série de acusações feitas por procuradores contra abusos cometidos pelo Estado brasileiro durante o período, chamada de Justiça de Transição. O documento foi feito pelo procurador Andrey Borges de Mendonça.

Segundo o documento, Audir Santos Maciel, então comandante do DOI-Codi em São Paulo, participou da operação que resultou na captura e assassinato de Neide. Já os médicos Harry Shibata e Pérsio JOsé Ribeiro Carneiro foram responsáveis por forjar um laudo necroscópico que omita as verdadeiras circunstâncias do óbito.

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“O documento procurou corroborar a versão oficial de que as extensas queimaduras identificadas no corpo da vítima seriam fruto de suicídio por ateamento de fogo”, afirmou o MPF.

A militante era parte do setor de agitação e propaganda do Partido Comunista Brasileiro, legenda que se posicionou contra a luta armada como forma de oposição à diadura.

Mesmo assim, Neide foi presa três vezes em 1975, sempre liberada com sinais de tortura. Moradora do bairro da Barra Funda, ela era alvo de vigilãncia constante, segundo o procurador. Em 7 de janeiro de 1976, ela foi um dos vítimas da Operação Radar realizada pelo DOI-Codi entre 1973 e 1976 para o assassinato de integrantes do PCB, o chamado “Partidão”.

Segundo as informações oficiais, Neide foi levada na madrugada do dia 31 ao Hospital Municipal do Tatuapé com queimaduras. Os familiares, no entanto, só foram avisados de sua internação no dia 8 de janeiro, quando ela já havia falecido.

“O enterro foi realizado no dia seguinte, ainda sob vigilância de agentes da repressão e sem possibilidade de abertura do caixão”, afirma o MPF.

Os familiares viram apenas o rosto da militante, que estaria intacto. Contudo, o fato de não haver sinal de queimadura na face ou nos cabelos foi ignorado pelos médicos legistas.

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“Caso a vítima tivesse ateado fogo à própria roupa, como indicavam os registros oficiais, as chamas teriam facilmente atingido a cabeça”, diz o Ministério Público.

Além disso, os profissionais do IML não abriram o cadáver, contrariando, ainda de acordo com o MPF, os procedimentos básicos de necrópsia. Inicialmente, o delegado que assinou o documento dispensou a elaboração de laudo, alegando “morte natural”, apesar das marcas de queimadura. Em um pedido subsequente, o laudo foi solicitado mas, ao lado do nome de Neide foi colocada a letra “T”, sinal utilizado por agentes da ditadura para identificar a vítima como “terrorista”. Essa era uma indicação observada em outros casos da época e indica que a análise deveria resultar em conclusões falsas para desvincular o óbito da prática de tortura.

““O laudo é propositadamente sumário e tecnicamente insatisfatório, pois não esclarece como se espalharam as lesões e qual a origem das queimaduras. Não procurou vestígios de vestes queimadas nem fez o exame interior do cadáver. Em verdade, a versão do suposto suicídio foi forjada para justificar o homicídio da vítima. E mais: o laudo foi propositadamente omisso, visando dificultar as apurações das verdadeiras circunstâncias da morte e seus autores”, afirma o procurador Andrey Borges de Mendonça.

Além das penas de prisão, o MPF pediu o cancelamento de aposentadorias e que seja determinada a perda de medalhas e condecorações eventualmente entregues a eles pelos serviços que prestaram à repressão política.

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PF investiga fraudes na emissão de laudos para registro e porte de armas de fogo

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Dois homens com armas de fogo na cintura arrow-options
Wikimedia Commons

A Polícia Federal está fazendo buscas em 130 locais

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (24) uma operação que investiga a emissão de laudos fraudulentos para registro e porte de armas de fogo . De acordo com comunicado, há fortes indícios de falsidades ideológicas na emissão de laudos, além de formação de quadrilhas.

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Segundo a PF, 130 locais recebem equipes de fiscalziação. A operação ocorre simultaneamente em 72 locais. Essa é considerada a maior fiscalização de instrutores de armamento e tiro já realizada no estado de São Paulo.

A investigação teve início em fevereiro de 2019 após análise de dados inseridos no Sinarm e laudos apresentados nos pedidos de registro de arma de fogo.

“Para obtenção dos laudos, o interessado em adquirir ou portar arma de fogo pagava valores fora dos usuais praticados no setor”, afirma o comunicado.

A operação, segundo a PF, visa garantir que o serviço prestado por estes profisisonais credenciados esteja em plena conformidade com as normas vigentes, assim como identificar eventuais desvios ou fraudes na emissão de laudos de capacidade técnica para aquisilção de armas de fogo.

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“É de suma importância que os interessados em adquirir arma de fogo tenham o adequado conhecimento para utilização e manuseio seguro do armamento pretendido. O profissional responsável por avaliar e atestar esse conhecimentoé o instrutor credenciado pela Polícia Federal. Daí a relevância de que sua atividade seja exercida dentro dos rigorosos parâmetros normativos vigentes”, afirma a PF.

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A operação é realizada pela Delegacia de Controle de Armas e Produtos Químicas em conjunto com o Grupo de Armamento e Tiro da Superintendência Regional de Polícia Federal.

Fonte: IG Nacional
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