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Foragida da Justiça de MT por envolvimento em homicídio é presa no interior do Pará

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Uma foragida da Justiça de Mato Grosso por envolvimento em um homicídio na cidade de Santa Cruz do Xingu foi presa na sexta-feira (03.06) no interior do Pará.

Ela foi localizada após um trabalho integrado entre os Núcleos de Inteligência da Delegacia Regional de Confresa e da Polinter e a delegacia Ulianópolis (PA).

Policiais civis da cidade paraense prenderam P. L. S., 35 anos, que estava no município há aproximadamente 30 dias, após residir em Brasília, desde a ocorrência do crime.

Ela estava com mandado de prisão em aberto por participação em um homicídio e uma tentativa de homicídio ocorridas em Santa Cruz do Xingu, no dia 20 de outubro de 2019.

Joelson Mesquita de Oliveira, 37 anos, conhecido como “Caxias” foi morto com requintes de crueldade. Ele foi alvejado por disparos de arma de fogo e golpes de uma pá de pedreiro, após ter a casa onde estava, invadida pelos suspeitos. A vítima passava a noite na casa de um amigo, quando três pessoas invadiram o local e um deles fez os disparos contra Joelson, que avançou contra o atirador.  

Na briga, um suspeito fez um disparo que atingiu o dono da casa no braço e mais um contra Joelson, que caiu inconsciente. Após a vítima já caída, o segundo suspeito desferiu golpes contra Joelson e depois fugiu.

Os três envolvidos foram presos na época do crime, um deles quando buscava atendimento médico após a briga com a vítima. A arma de fogo usada no homicídio foi apreendida com a mulher, que deu apoio à fuga dos suspeitos e escondeu o revólver.   

A mulher foi liberada pela Justiça para responder em liberdade, porém, ela fugiu da cidade e teve a prisão decretada.

Fonte: PJC MT

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Polícia Militar apreende menor de 15 anos com três simulacros de arma de fogo em abrigo

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Militares encontraram os objetos escondidos em um foro e menções à organização criminosa [Foto –PMMT]

Policiais militares da 8ª Companhia Independente apreenderam um adolescente, de 15 anos, com três simulacros de arma de fogo, em um abrigo no bairro Campo Real II, em Campo Verde (120 km de Cuiabá).

Conforme informações do boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada nesta quarta-feira (6), pois o jovem estaria pulando o muro da unidade e retornando com objetos de origem duvidosa.

O suspeito ainda era acusado de quebrar as câmeras de segurança da unidade e outros móveis, vidros e camas para fazer armas para intimidar os cuidadores.

Os policiais se deslocaram até a unidade e durante varredura em um dos quartos encontrou no forro duas armas supostamente de fogo e outra que estava enrolada em uma blusa de frio.

Os militares ainda identificaram pichações no azulejo do refeitório em menção a uma organização criminosa. O menor e os materiais apreendidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

 

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Operação cumpre sequestro de bens e suspende escritório de contabilidade usado para fraudar o fisco estadual

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Uma arma, dezenas de munições, aparelhos eletroeletrônicos e documentos contábeis estão entre os materiais apreendidos pela Polícia Civil de Mato Grosso durante a Operação Bomba Fantasma, deflagrada nesta quarta-feira (06.07) para cumprimentos de mandados judiciais contra um grupo investigado pela Delegacia de Crimes Fazendários por fraudes contra o fisco estadual.

Foram cumpridas ordens judiciais em três cidades – Rondonópolis e Pedra Preta, em Mato Grosso, e Goiânia, em Goiás. Nos endereços alvos, as equipes da Polícia Civil cumpriram 13 mandados de buscas, 12 bloqueios de veículos dos investigados, quatro sequestros de imóveis, uma suspensão de escritório de contabilidade, além do bloqueio de contas bancárias.

Entre as apreensões estão quase 72 munições, dois carregadores e uma pistola encontradas em um dos postos de combustíveis alvos da operação, na cidade de Pedra Preta.

Os elementos coletados durante a investigação embasaram as representações feitas pelo delegado Rafael Scatolon contras os alvos investigados após parecer favorável da 14ª Promotoria de Cuiabá, e deferimento pela juíza Ana Cristina Silva Mendes da 7ª Vara Criminal da Capital. O bloqueio das contas bancárias foi realizado no valor correspondente ao crédito tributário devido, de R$ 42 milhões.

Investigação

A investigação coordenada pela Defaz com a colaboração do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) e Secretaria de Estado de Fazenda desarticulou uma organização criminosa constituída por núcleos formados por empresários do segmento de combustíveis e empresas de transportes, cujo objetivo era a venda de notas fiscais a transportadoras para aproveitamento de crédito fiscal.

Foi identificado que, em 2018, pelo menos quatro postos de combustíveis venderam milhares de litros de diesel a transportadoras, sem a efetiva circulação da mercadoria, ou seja, sem o abastecimento na bomba. 

A auditoria realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Combustível, Comércio e Serviços da Sefaz e o aprofundamento das investigações pela Defaz demonstraram que dos quatro postos, três pertencem ao mesmo grupo de empresários e um posto, localizado em Alto Garças, no sul do Estado, foi responsável pela venda de mais de 10 milhões de litros de óleo diesel, sem que fosse adquirido um único litro para seu estoque, reforçando apenas a venda da nota fiscal fictícia.

Segundo o delegado titular da Defaz, Walter de Melo Fonseca Júnior, a investigação conseguiu identificar que o grupo econômico contava com a participação direta de um escritório de contabilidade, que funcionava como um “QG” para emissão das notas fiscais das vendas realizadas. A Polícia Civil apurou ainda que transportadoras foram beneficiadas com o esquema criminoso, sendo que três delas pertencem a um mesmo grupo econômico.

A operação Bomba Fantasma contou com apoio das unidades da Diretoria de Atividades Especiais – DRE, DECCOR e GCCO, Delegacias da Polícia Civil em Rondonópolis, Politec-MT e Gerência de Operações de Inteligência da Polícia Civil de Goiás.

 

Fonte: PJC MT

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