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Fluminense lamenta morte de Paulo Henrique Amorim, torcedor declarado do clube

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Paulo Henrique Amorim
Divulgação

Paulo Henrique Amorim era torcedor fanático do Fluminense

O Fluminense perdeu um de seus torcedores ilustres. Na madrugada desta quarta-feira, o jornalista  Paulo Henrique Amorim sofreu um infarto fulminante e morreu aos 77 anos de idade – ele passou mal em casa, pouco depois de voltar de um jantar com amigos, no Rio de Janeiro.

Contundente, o jornalista mantinha um blog intitulado “Conversa Afiada”, que, inclusive, já foi hospedado no Portal iG. Paulo Henrique Amorim também trabalhava na “TV Record”. Contudo, estava afastado desde o mês passado da apresentação do programa “Domingo Espetacular”. 

Leia também: Por decisão da Fifa, Cruzeiro deve perder seis pontos no Brasileirão deste ano

Após a divulgação do seu falecimento, o Fluminense, clube do qual era torcedor declarado, lamentou nas redes sociais pelo adeus do jornalista. “O Fluminense Football Club lamenta profundamente a notícia do falecimento do jornalista e tricolor Paulo Henrique Amorim, aos 77 anos”.

Conhecido pelo bordão “Olá, tudo bem?”, Paulo Henrique Amorim nasceu em 22 de fevereiro de 1942 no Rio de Janeiro. Após ter começado sua trajetória no jornalismo no jornal “A Noite”, teve passagens por revistas como “Realidade” e na “Veja”, onde, em 1972, ganhou Prêmio Esso na categoria informação econômica pela reportagem “A renda dos brasileiros”.

Na televisão, passou por emissoras como Manchete, Bandeirantes e Cultura, e trabalhou como correspondente internacional por diversas vezes na Rede Globo. Estava na Rede Record desde 2003, onde, além do “Domingo Espetacular” apresentou o “Jornal da Record – 2ª edição” e criou o programa “Tudo a Ver”.

No mês passado, o jornalista foi afastado do “Domingo Espetacular”, segundo nota oficial da Record, mas “permanecia da emissora à disposição para novos projetos”.

No blog “Conversa Afiada”, Paulo Henrique Amorim abordava diversos assuntos, como política e economia, além de fazer entrevistas. Ele também escrevia sobre futebol.

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Após críticas e ameaças de boicote, Japão anuncia adiamento da Olimpíada de Tóquio

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Primeiro-ministro pediu ao Comitê Olímpico Internacional para adiar os jogos que deveriam acontecer em Tóquio neste ano

G1 – O primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico Internacional (COI) o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos, que estavam programados para o dia 24 de julho. A autoridade esportiva aceitou, e a competição foi postergada para 2021.

Abe fez o anúncio a jornalistas depois de uma conversa telefônica com o presidente do COI, Thomas Bach. Segundo ele, o COI aceitou o pedido.

O COI, então, confirmou em um comunicado o adiamento assinado em conjunto com o governo japonês. “Na circunstância presente, e baseados na informação providenciada pela Organização Mundial da Saúde, o presidente do COI e o primeiro-ministro do Japão concluíram que os Jogos da 32ª Olimpíada em Tóquio devem ser reagendados para uma data para além de 2020, mas não depois do verão de 2021, para garantir a saúde de atletas, todos envolvidos nos Jogos e a comunidade internacional.”

As Olimpíadas, portanto, deverão ser realizadas em 2021. Mesmo assim, o nome oficial do evento será Tóquio 2020, de acordo com o governador de Tóquio, Yuriko Koike.

Os Jogos Olímpicos foram adiados por causa da pandemia do Covid-19, que impactou a organização do evento e também a preparação dos atletas.

A conversa telefônica incluiu, além de Abe e de Bach, o governador de Tóquio, Yuriko Koike, e o líder da organização dos Jogos, Yoshiro Mori.

Abe pediu para que Bach tomasse uma decisão o mais rápido possível, segundo a NHK.

Essa é a primeira vez, na era moderna, que os Jogos Olímpicos são adiados. Eles foram cancelados em três ocasiões: 1916, 1940 e 1944, por causa da Primeira e Segunda Guerras mundiais.

Pressão de atletas

O Comitê Olímpico do Canadá havia publicado uma carta na segunda-feira (23) na qual informou que ia boicotar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos se eles fossem realizados em 2020. A Austrália também informou que não enviaria seus atletas.

Noruega e Grã-Bretanha pressionaram o COI e ameaçaram não participar dos Jogos.

Os comitês do Brasil, Eslovênia, Alemanha haviam pedido o adiamento, assim como as equipes norte-americanas de natação e corrida.

Eliminatórias congeladas

A maioria (78%) dos atletas era favorável a um adiamento, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo “The New York Times”.

As medidas de contenção do coronavírus, que em muitos países incluem a proibição de viagens, interromperam os jogos eliminatórios para as Olimpíadas. Muitos dos atletas não podem sair de casa por causa das medidas de isolamentos impostas. Ainda assim, até o domingo (22), o COI tinha dito que só tomaria uma decisão em quatro semanas.

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Esportes

Sem agenda segura, clubes de desfazem de técnicos e elenco

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Dois dos cinco técnicos, Marcelo Chamusca (Cuiabá) e Marcos Birigui (Sinop),  que vinham mantendo esperanças de continuidade do campeonato e apostavam no título,  permanecem com vínculos ainda com seus clubes, mas podem ser liberados nesta terça-feira 24.

A suspensão do campeonato parece ser definitiva, e os demais clubes que fariam as quartas-de-final já dispensaram todos os técnicos, auxiliares e jogadores. O Cuiabá, que tem calendário – Série B, Copa Verde, Copa do Brasil e o Estadual, eventualmente, decide daqui a três dias a decisão a tomar.

O União, Luverdense e Operário, que já não esperam a continuação do Estadual, mas têm o Brasileiro da Série D, já se desfez do plantel por completo – o mesmo ocorrendo com Dom Bosco e Poconé. Os técnicos Júlio Cesar Nunes, que deixou o colorado invicto em nove partidas,  Toninho Pesso, que livrou o Luverdense do rebaixamento e Luiz Gabardo, que foi eleito melhor técnico da primeira fase, pelo Operário, já fizeram os acertos e dois deles já estão nas suas cidades de origem. Toninho Pesso permanece em Lucas do Rio Verde.

O Nova Mutum time que estreou na elite, neste ano, e vinha sendo a sensação do campeonato e campeão de público, foi o clube que mais lamentou a paralisação, embora tenha apoiado a decisão das FMF e e autoridades médicas.

O clube comandado pelo técnico Willian De Matia tinha planos ambiciosos de chegar entre os quatro finalistas, para, quem sabe, conseguir uma das vagas na Série D e até a Copa do Brasil, no ano que vem – considerando que o Cuiabá já está na Série B.

-“Foi uma pena, ficamos muito tristes, até porque estávamos em uma crescente”, disse De Mattia, que foi campeão pelo Nova Mutum da Segunda Divisão, e no campeonato ficou entre os cinco clubes na pontuação.

Sem perspectivas seguras de continuação do Estadual, os clubes se desfizeram dos plantéis, mas os jogadores e técnicos estão de sobreaviso e, caso não tenham outras propostas, podem retornar para a agenda deste ano, caso a pandemia do coronavirus seja debelada.

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