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Política Nacional

‘Flávio tem muito respeito no Parlamento’, diz Rodrigo Maia

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Rodrigo Maia tomou café da manhã com jornalistas nesta quinta-feira (19)

Um dia depois de o Ministério Público do Rio deflagrar operação contra o senador Flávio Bolsonaro  e seus ex-assessores, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira que o primogênito do presidente Jair Bolsonaro tem “muito respeito no Parlamento”. Ele disse ainda acreditar que a investigação não será usada no Congresso para prejudicar ou enfraquecer o governo.

Rodrigo Maia, que se encontrou com Bolsonaro na quarta, na sequência da operação, disse não ter falado desse assunto com o presidente. “Não sei se precisa saber a minha opinião sobre esse assunto. Se dá muita publicidade a isso, está no início da investigação. Está se criminalizando a pessoa sem dar direito a defesa. Algumas coisas muito exageradas. Não cabe a mim ficar analisando”, declarou, em café da manhã com jornalistas na residência oficial da Câmara.

“O Flavio tem muito respeito no Parlamento. Dos três irmãos, é o mais tranquilo, sempre teve um bom diálogo. O Parlamento não vai utilizar desse assunto para enfraquecer ou prejudicar o governo. Se for intenção de parte do parlamento de enfraquecer o governo vai ser nas matérias que serão votadas”, complementou Maia.

Para ele, é possível derrotar o governo ao derrubar vetos, por exemplo, mas sem entrar “nessa seara da família do presidente para desgastar o governo”. “Acho que não tem espaço na Câmara nem no Senado”, concluiu.

Leia também: Joice comenta caso Queiroz e provoca filhos de Bolsonaro: “Tropa da rachadinha”

Fundo eleitoral

Rodrigo Maia também comentou o possível veto de Bolsonaro ao novo fundo eleitoral . O presidente da Câmara disse considerar “interessante” a sinalização do presidente de que a tendência é vetar o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões, que consta no Orçamento de 2020, aprovado na terça pelo Congresso. “Se ele vai vetar sua própria proposta, é uma decisão dele”, declarou Maia.

O presidente da Câmara frisou ainda que o veto a projetos aprovados no Congresso é um direito do presidente da República e disse concordar com o valor aprovado, muito próximo, segundo ele, do fundo de R$ 1,7 bilhão da eleição passada.

Nesta manhã, Bolsonaro disse que  procura uma “brecha” para o veto porque esse valor foi proposto pelo próprio governo, mesmo que contra a sua vontade.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Cid Gomes apresenta evolução clínica após ser baleado no Ceará

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O senador licenciado Cid Gomes passa bem após ser baleado hoje (19) na cidade de Sobral, no Ceará. Em boletim médico divulgado pelo Hospital do Coração de Sobral, Cid está lúcido e respira sem o auxílio de aparelhos.

“O Hospital do Coração informa que o paciente Cid Ferreira Gomes deu entrada nesta unidade hospitalar, vítima de ferimento por arma de fogo em região torácica. Após atendimento, segue apresentando boa evolução clínica. Seu quadro cardíaco e neurológico não apresenta alteração. Neste momento o paciente encontra-se lúcido e respirando sem auxílio de aparelhos”, diz o boletim médico.

Cid foi baleado ao tentar entrar em um batalhão da polícia militar usando uma retroescavadeira. O batalhão estava com portões fechados em virtude de uma paralisação feita por policiais da cidade. Por lei, policiais militares não podem fazer greve. Em seu Twitter, hoje mais cedo, ele divulgou um vídeo em que criticou a paralisação “de quem devia dar segurança para o povo”.

“Estou chocado em ver cenas de quem devia dar segurança para o povo está promovendo a desordem […]. Eu, como cidadão, estou indo agora para Sobral, minha terra, e quero pedir a cada irmão e irmã sobralense, que não se conforma com essa situação, para me esperar no aeroporto. Vamos definir uma estratégia para dar paz para a cidade de Sobral. É o que eu posso fazer no momento”, disse Cid.

Cid Gomes está licenciado do Senado, sem pagamento de salário, desde o início de dezembro, para resolver assuntos particulares. A licença do senador do PDT do Ceará é de 120 dias. Durante esse período, Prisco Bezerra (PDT-CE) o substitui.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política
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Política Nacional

Após se dizer vítima de “invasão”, Augusto Heleno admite que foi “imprudente”

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Ministro-chefe do GSI, Augusto Heleno fala em microfone arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Augusto Heleno disse que o poder Executivo não deveria ceder às vontades do Congresso

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno , admitiu nesta quarta-feira (19) ter sido “imprudente” ao se deixar filmar afirmando que o governo não poderia aceitar “chantagens” do Congresso . A fala foi captada por uma transmissão ao vivo na conta do Facebook do presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia de hasteamento da bandeira, no Palácio da Alvorada. Mais cedo, Heleno havia dito que divulgação da declaração foi um “lamentável episódio de invasão de privacidade”.

Na manhã desta quarta-feira, Heleno admitiu no Twitter a declaração, ocorrida na véspera, mas criticou o “vazamento” dela. Um usuário da rede social afirmou que ele deveria aprender a utilizar um bloqueador de grampos. “Estava no hasteamento da Bandeira. Eu fui imprudente”, respondeu Heleno.

Leia: Parlamentares seguem Maia e reagem a Heleno: ‘A perda de compostura está se espalhando por todo o governo’, diz Tasso.

Leia também: “Se desejam o parlamentarismo, mudem a Constituição”, diz Augusto Heleno

Em uma sequência de mensagens, o ministro disse que existem “insaciáveis reivindicações de alguns parlamentares”, que reduzem “substancialmente” o orçamento do Executivo, e afirmou que, se há um desejo de implementar o parlamentarismo no Brasil, é necessário alterar a Constituição.

O pano de fundo da discussão é a articulação do Congresso para derrubar vetos de Bolsonaro ao orçamento impositivo, que dá mais poder aos parlamentares. O governo tenta chegar a um acordo para impedir a derrubada de todos os vetos. Caso isso ocorra, o Congresso terá o controle de R$ 30 bilhões.

Em uma reunião, Heleno afirmou a Bolsonaro que o ele deveria “convocar o povo às ruas” para impedir a ação dos parlamentares. Bolsonaro, porém, pediu cautela e aconselhou a articulação política a costurar um novo acordo com o Legislativo.

Fonte: IG Política
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