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Flávio Bolsonaro negocia videoconferência para prestar depoimento, diz advogada

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Jefferson Rudy/Agência Senado

Senador Flávio Bolsonaro deve depor em investigação sobre rachadinha na próxima semana

Intimado a depor na próxima semana, entre os dias 6 e 7 de julho, no âmbito das investigações sobre um possível esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro , o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) tenta negociar uma data para o depoimento e pede que ele seja por meio de uma videoconferência.

Segundo informações da agência Reuters, a advogada de Flávio , Luciana Pires, afirmou que não há qualquer tipo de impasse e que a demora se deve apenas por uma definição de data para o depoimento e pelo fato do senador ter prerrogativa de foro: “O MP nos deu opções. Estamos vendo a agenda do senador. Tudo será por videoconferência”.

Anteriormente, a defesa do filho do presidente já havia questionado a competência do Ministério Público para realizar a oitiva, uma vez que a investigação foi enviada à segunda instância da Justiça do Rio de Janeiro , e também demonstrado o interesse pela realização de um depoimento não presencial.

Relembre o caso

Além de Flávio, outros 20 parlamentares são investigados por suspeita da  prática de rachadinha nos gabinetes da Alerj . O esquema envolvendo o filho do presidente teria sido coordenado por seu ex-assessor Fabrício Queiroz , preso já duas semanas na cidade de Atibaia, interior de São Paulo.

Segundo relatórios do Coaf, Queiroz teria movimentado ilegalmente cerca de 1,2 milhão entre os anos de 2016 e 2017. Há no Ministério Público também uma investigação sobre o possível pagamento de boletos escolares e planos de saúde de Flávio com o dinheiro proveniente do esquema.

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Nacional

Em nome de um vereador, pastor promete testes de Covid-19 aos fiéis em Limeira

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Reprodução / Faculdade Teológica / Imagem ilustrativa

Pastor de Limeira, em São Paulo, teria dito que um vereador estaria distribuindo testes da Covid-19 para os fiéis

Um inquérito foi aberto pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) para apurar uma possível improbidade administrativa cometida pelo vereador de Limeira Anderson Cornelio Pereira (PSDB) . O parlamentar teria pedido para um pastor avisar em um culto online que se algum fiel estivesse com sintomas da Covid-19 , deveria procurá-lo em seu gabinete.

As “vantagens” seriam destinadas aos membros da igreja Assembleia de Deus da cidade. No gabinete de Anderson Cornélio , os fiéis seriam encaminhados para a realização do exame, “já que os vereadores teriam uma fórmula para a indicação”.

A Promotoria de Limeira acredita que os fatos podem configurar improbidade administrativa em razão de suposta promessa de vantagem, valendo-se do cargo de vereador.

A promotora que assina o documento de abertura da investigação, Débora Bertoloni Ferreira Simonetti, determinou que o pastor que repassou a mensagem do vereador, Levy Ferreira de Souza , e uma obreira da igreja que seria responsável pelo repasse dos recados ao pastor, sejam ouvidos. 

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Nacional

MPF aciona justiça por falas “discriminatórias” de Bolsonaro contra mulheres

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bolsonaro
Foto: Marcos Corrêa/PR

Presidente Jair Bolsonaro foi acionado na justiça por preconceito contra mulheres

O Ministério Público Federal (MPF) acionou a justiça contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), nesta segunda-feira (10), por falas “preconceituosas e discriminatórias” contra mulheres.

A Procuradoria-Regional dos Direitos do Cidadão, em São Paulo, solicitou que o governo federal invista, pelo menos, R$ 10 milhões em campanhas de conscientização sobre o direito das mulheres e também uma multa de R$ 5 milhões por danos morais às mulheres.

“São muitos os episódios em que o presidente se dirigiu a mulheres de maneira desrespeitosa ou fez insinuações misóginas”, informou o MP.

O MP ainda comunicou que “o descaso do presidente pelos desafios que as mulheres enfrentam, no entanto, não tem se revelado apenas em discursos”.

Além do presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, também foi citado na ação por ter endossado ataques do presidente à primeira-dama da França, Brigitte Macron.

Polêmicas

Além do ataque à primeira-dama da França, Bolsonaro já fez  insinuações sexuais contra a repórter do jornal ‘Folha de S.Paulo’, Patrícia Campos Mello.

O presidente também já afirmou que o Brasil não poderia ser o país do “turismo gay” e também usou as mulheres como fator incentivador para estrangeiros virem ao país.

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