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Flamengo vence por 1 a 0 e conquista seu 36º título Carioca

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Em um Maracanã sem a presença de público, o Flamengo derrotou o Fluminense por 1 a 0, graças a um gol do atacante Vitinho nos acréscimos, e conquistou o seu 36º título do Campeonato Carioca na noite desta quarta (15).

Com o mando de campo, o Flamengo tentou amenizar a ausência de torcedores e repetiu a estratégia do Fluminense no jogo de ida, preparou um grande mosaico para motivar os jogadores com a mensagem “42 milhões com vocês”.

flamengo x fluminenseflamengo x fluminense

Mosaico de apoio ao Flamengo – Marcelo Cortes/Flamengo/Direitos Reservados

Após a vitória de 2 a 1 obtida no último domingo no primeiro jogo da decisão, o Rubro-Negro chegou à partida desta quarta com a vantagem do empate. Já o Fluminense tinha de marcar ao menos um gol para conseguir sonhar com o título.

Primeiro tempo movimentado

A partida começa com as duas equipes com posturas bem claras. O Flamengo trabalha bem a bola na entrada da área da equipe adversária. Já o Fluminense se segura na defesa com a intenção de não dar espaços ao Rubro-Negro, e agride apenas em jogadas de contra-ataque.

Neste contexto a primeira boa chance é do Flamengo, quando, aos 12 minutos do primeiro tempo, Bruno Henrique chega a driblar o goleiro Muriel, mas acaba perdendo o ângulo e prefere tocar para Pedro, que chuta forte para fora.

Porém, dois minutos depois o Tricolor responde com Evanílson, que finaliza com perigo. Mas a bola sai pelo lado do gol de Diego Alves.

Após estas primeiras oportunidades, a dinâmica permanece a mesma, e em um contra-ataque rápido o meia Nenê acha Marcos Paulo, que, aos 25, chuta por cima do gol adversário.

flamengo x fluminenseflamengo x fluminense

Flamengo e Fluminense fizeram um primeiro tempo muito disputado – Alexandre Vidal/Flamengo/Direitos Reservados

Dois minutos depois o Flamengo leva perigo com William Arão, que acerta um chute muito forte da intermediária, mas a bola sobe demais.

Aos 36 minutos é o zagueiro Léo Pereira que tem chance clara de marcar. Ele recebe na grande área e tem liberdade para chutar, mas o goleiro Muriel defende.

Tendo que buscar a vitória, o Fluminense passa a se aventurar mais no ataque, e consegue uma sequencia de boas oportunidades, primeiro com Marcos Paulo aos 37 minutos, após passe de Evanílson, e depois com Nenê, que consegue avançar com perigo pela esquerda, mas acaba cruzando para ninguém.

Porém, a chance mais clara na etapa inicial foi em um contra-ataque do Rubro-Negro, Everton Ribeiro toca em profundidade para Pedro, que se livra da marcação e chuta colocado, mas a bola vai para fora por muito pouco.

Gol nos acréscimos

Precisando de uma vitória, o Fluminense começa a etapa final com uma postura diferente. Adianta suas linhas com a intenção de pressionar a saída de bola do Flamengo.

Porém, a primeira oportunidade clara é do Rubro-Negro, quando o meia Gerson cobra falta aos 2 minutos com muito perigo.

Contudo, mesmo com o Fluminense com uma postura mais adiantada, o jogo fica mais amarrado, com as jogadas se concentrando na parte central do campo.

Neste contexto, demora a surgir uma chance de perigo. Ela vem apenas aos 23 minutos, quando Everton Ribeiro chuta por cima do gol de Muriel após passe do atacante Pedro.

Mesmo sendo uma decisão, o jogo cai muito em qualidade, com erros de lado a lado e com poucas oportunidades criadas.

O Flamengo passa então a segurar o jogo, tentando fazer o tempo passar para garantir o título. Já o Fluminense segue para o ataque, de forma desorganizada, em busca de um gol que garanta ao menos a disputa de pênaltis.

Mas o gol chega, mas não para o Tricolor, e sim para o Rubro-Negro. Aos 49 minutos, Vitinho, que entrou na etapa final, consegue recuperar a bola no campo do Fluminense e chuta. A bola desvia em Nino e acaba encobrindo o goleiro Muriel antes de morrer no fundo da rede.

Vitória do Flamengo, que garante desta forma o seu 36º título do Campeonato Carioca.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Rafael Nadal desiste do US Open de Tênis por causa da pandemia

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O número dois do mundo, o espanhol RAfael Nadal, não disputar o US Open, em NOva York (Estados Unidos) este ano, programado para começar no dia 31 de agosto. Preocupado com o descontrole da pandemia do novo coronavírus (covid-19), o atual campeão do torneio preferiu abrir mão da disputa. Nadal justificou a desistência com uma sequência de mensagens no Twitter, na noite de ontem (4). Além de Nadal, o US Open também não contará com o multicampeão Roger Federer, que o último dia 10 de junho, anunciou que ficará fora das quadras este ano, devido à recuperação de uma cirurgia no joelho direito. 

“Depois de muitas reflexões, decidi não jogar o US Open deste ano. A situação é muito complicada em todo o mundo, os casos do COVID-19 estão aumentando, parece que ainda não temos controle sobre isso”, sustentou Nadal. Mas adiante, o espanhol admitiu: “Esta é uma decisão que eu nunca quis tomar, mas decidi seguir meu coração desta vez e, por enquanto, prefiro não viajar”.

 

Devido à pandemia, o circuito mundial de tênis foi paralisado em março. A retomada está prevista para o próximo dia 14 de agosto, com o ATP 500 Citi Open, em Washington (EUA). O US Open seria o primeiro Grand Slam após o retorno.

“Sabemos que o calendário de tênis reduzido é bárbaro este ano, depois de 4 meses parado sem jogar, eu entendo e agradeço pelos esforços que estão envidando para que isso aconteça. Acabamos de ver o anúncio de Madri não sendo disputado este ano”, disse Nadal a respeito do reinício do circuito.

Esta é a primeira vez, nos últimos 21 anos, que um Grand Slam não contará com dois expoentes do esporte, No último domingo (3), o australiano Nick Kyrgios também adiantou que não participaria do torneio norte-americano. Entre as tenistas, a única desistência já confirmada é a da australiana Ashleigh Barty.  O número 1 do mundo, o sérvio NovaK Djokovic, ainda não confirmou presença do US Open deste ano.  

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Lançamento de disco: falta de competições preocupa Fernanda Borges

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A brasileira Fernanda Borges, líder do ranking nacional de lançamento de disco, vive um momento diferente em sua carreira, enquanto enfrenta limitações para manter a rotina de treinos no decorrer da pandemia do novo coronavírus (covid-19) ela acompanha a participação, no exterior, de algumas de suas adversárias na busca do índice para os Jogos de Tóquio.

Fernanda participou de sua última competição oficial em março, o Campeonato Paulista de Atletismo. Logo depois veio a pandemia do novo coronavírus, e desde então a atleta gaúcha se divide entre treinos de musculação na sua casa em São Paulo e a parte prática em São Bernardo do Campo, região metropolitana da capital paulista.

“Ela faz musculação em casa. Tem todos os aparelhos, usamos muito os pesos livres. E fazemos lançamentos no Riacho Grande em São Bernardo três vezes por semana. O campo é grande, tem 90 metros de comprimento. Mas é claro que não é a mesma coisa”, diz o técnico João Paulo da Cunha à Agência Brasil.

Enquanto a brasileira busca o melhor ritmo durante a pandemia, fora do Brasil a situação é diferente. No último sábado (1), a norte-americana Valerie Allman, de 25 anos, não só competiu como quebrou o recorde nacional dos Estados Unidos. Lançou o disco a 70,15 metros e tornou-se a primeira americana a superar a marca dos 70 metros (em toda a história da prova, apenas 25 atletas conseguiram superar os 70 metros).

“Vimos o lançamento da americana. Ela tinha 67 metros como melhor marca. Evoluiu bastante. Abrir a temporada com 70 metros é bem competitivo. Claro que essa falta de ritmo de competição da Fernanda, enquanto outras atletas bem fortes já estão em um nível alto, preocupa”, diz o técnico.

A janela para a classificação para os Jogos de Tóquio reabre em dezembro, mas a brasileira e a comissão técnica já planejam uma ida à Europa para acelerar a preparação. O índice olímpico é de 63,50 metros. “Mês que vem, ela vai entrar na Missão Europa do Comitê Olímpico do Brasil (COB), em Portugal. A ideia é que ela treine e participe de alguns eventos”, diz o técnico.

A atleta de 32 anos é a primeira colocada na temporada brasileira, com a marca de 62,37 metros. O recorde da lançadora é de 64,66 metros, alcançado em outubro de 2018, em Bragança Paulista. Em 2019, na quarta participação dela em um Mundial, a gaúcha de Santa Cruz do Sul finalizou em sexto lugar, com 62,44 metros. João Paulo Alves da Cunha, treinador-chefe da delegação em Doha (Catar), considera o resultado excelente. “Foi uma ótima participação. Primeiro ter ficado entre as 12, e depois, na final, conseguir o sexto lugar foi muito bom. Posição histórica”.

Edição: Fábio Lisboa

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