conecte-se conosco


Carros e Motos

Flagra! Novo Renault Sandero é visto em frente de loja antes da estreia

Publicado

Renault Sandero preto arrow-options
Caue Lira/iG

Renault Sandero na frente de uma concessionária da marca. Rede começará a ser treinada na semana que vem


A Renault já revelou as duas primeiras fotos da linha 2020 do Sandero, que será apresentada oficialmente no fim do mês. Mas o carro ainda não havia sido visto na frente de uma das concessionárias da marca, como mostra a imagem feita pelo repórter de iG Carros, Caue Lira.

 LEIA MAIS: Renault resolve mostrar as primeiras fotos do novo Sandero antes da estreia

Conforme apuramos, o treinamento na rede começa na semana que vem e as primeiras unidades começam a chegar às lojas na primeira no início de agosto. No caso da foto acima, a versão do novo Renault Sandero é a 1.6 com câmbio manual. As que virão com a caixa automática CVT terão um novo logo na tampa traseira.  Dá para ver também as novas lanternas, que ficarão maiores e terão filete de LED.

Para ficar com aspecto mais sofisticado, o Sandero também terá LED nos faróis. E a frente receberá apenas novos detalhes na grade e no para-choque, assim como o sedã Logan. Este último passará a contar com uma inédita versão com apelo aventureiro, com vão livre do solo mais elevado, assim como a versão Stepway do hatch compacto. 

Leia Também:  Hyundai começa a vender novo HB20 no próximo dia 10. Veja preços e versões

 Mais detalhes do novo Renault Sandero

Renault  Sandero azul arrow-options
Divulgação

Renault Sandero terá frente renovada, com filetes de LED nos faróis, entre as principais mudanças

O interior da dupla Logan e Sandero também deverá ter mudanças, como um novo volante multifuncional e acabamento um pouco mais caprichado para ganhar apelo na briga com rivais como VW Polo e Fiat Argo.

LEIA MAIS: Sandero RS: receita gourmet da Renault, mas com preço acessível

Além da opção do câmbio automático CVT, o conjunto mecânico deverá continuar o mesmo, o que inclui versões 1.0 (82 cv), de três cilindros e 1.6 (118 cv), ambos da família SCe, que funciona com suavidade e bom nível de eficiência. Também vai continuar sendo oferecido o Sandero RS 2.0, com motor de 150 cv e tempero apimentado, com aval do competente pessoal da Renault Sport, da França.

LEIA MAIS: Renault Sandero Stepway:  hatch aventureiro à espera de um “upgrade”

Mais detalhes da linha 2020 da dupla Renault Sandero e Logan serão divulgados no fim do mês, quando  vamos participar do lançamento da novidade. Portanto, fique ligado.

Leia Também:  Veja 5 scooteres inéditos que estão no Salão Duas Rodas 2019

Fonte: IG Carros
publicidade
Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Carros e Motos

Ford Ranger XLT empolga com bom nível de força em baixa rotação

Publicado

source


Fords Ranger XLT arrow-options
Divulgação

Ford Ranger 2020 tem novas cores, grade frontal redesenhada, mudanças no acabamento interno, entre outros itens



Durante a avaliação, em que percorremos mais de 300 km, a característica do desempenho mais marcante da picape foi a força de saída. Faz sentido, se considerarmos o motor parrudo Duratorq 3.2 litros turbo a diesel, de 200 cv e 47,9 kgfm de torque ( na sua faixa de preço, só perde para a Chevrolet S10 em torque).

LEIA MAIS: Mitsubishi L200 Triton HPE-S: mata adentro com a nova versão da picape

O desempenho da Ford Ranger XLT é facilitado pelo câmbio automático de seis velocidades. O sistema é ágil na maioria das trocas, não deixando as acelerações morosas. Mas nem tudo é perfeito. Em algumas situações, o câmbio segura a segunda marcha, forçando um giro elevado do motor. Empurrar a manopla do câmbio para o lado e efetuar a troca manual resolve esse problema. A relação do conjunto garantiu a boa média de consumo de 9,3 km/l.

Atualizado na linha 2020, com novas molas, coxins, ajuste de carga dos amortecedores, reforços estruturais e barra estabilizadora, o sistema de suspensão da da Ranger ficou bem mais manso no rodar da cidade. Em alguns momentos, é claro, por se tratar de um modelo sobre chassi, ela ainda balança um pouco.

Nada fora do esperado para um modelo desse segmento. Também percebemos algumas destracionadas da roda traseira rodando na opção de tração 4×2. Nada longe do esperado para uma picape média . No 4×4, o modelo tem tecnologia de bloqueio do diferencial traseiro.

interior da Ranger arrow-options
Divulgação

Ford Ranger XLT mostra bom isolamento acústico e bom nível de conforto ao dirigir

Vale considerar que em quase todo período de avaliação rodamos sem peso na caçamba, que comporta mais de uma tonelada de carga (1.186 kg) ? só perde para a Volkswagen Amarok nesse quesito. O lado positivo é que a eletrônica sempre está ao nosso favor, atuando com os controles de estabilidade e tração.

A direção elétrica tem boa progressividade e chama atenção pela leveza no giro para as manobras de estacionamento. Tão fácil quanto guiar um subcompacto. Embora o motor grandalhão ressoe alto para quem está do lado de fora, no interior, o silêncio impera. Trabalho louvável da engenharia com o isolamento acústico.

LEIA MAIS: Chevrolet S10 ou Toyota Hilux: Qual das picapes desvaloriza mais?

Leia Também:  Ford aparece com apenas a sétima colocação no ranking de vendas em julho

Na ponta do lápis, a Ford Ranger XLT entrega a melhor lista de equipamentos na sua faixa de preço, desempenho animador, que só fica atrás da Chevrolet S10, e capacidade de carga acima da média. Se considerarmos isso, os R$ 178 mil estão bem pagos.

Fonte: IG Carros
Continue lendo

Carros e Motos

Ducati Mark 3, vocação esportiva

Publicado

source
Ducati arrow-options
Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

A Ducati 250 Mark 3, já nos anos 60, tinha linhas esguias e elegantes

Assim como algumas outras motocicletas que marcaram a minha infância e a minha entrada no maravilhoso mundo das duas rodas, a Ducati 250 Mark 3 tem um lugarzinho especial na minha memória.

LEIA MAIS: A história da Suzuki T500

Entre as motocicletas que meu pai mantinha na garagem de casa, uma de suas preferidas era a Ducati 250 Mark 3, que chegou novinha à coleção. Na minha concepção, era a mais bonita, apesar de ser a menor delas. O guidão tomaseli e o enorme conta-giros Veglia de fundo branco eram equipamentos originais, mas a motocicleta não tinha pedaleira para o garupa. Só que isso não me impediu de acompanhar meu pai aos sábados de manhã nos passeios pela então praticamente deserta Cidade Universitária, ainda nos anos 60. Eu ia agarrado na garupa com os pés soltos, às vezes riscando o asfalto. E sem capacete!

Ducati arrow-options
Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

A Ducati 250 Mark 3, já nos anos 60, tinha linhas esguias e elegantes

Não havia como esconder que aquela moto era uma autêntica esportiva. Assim, o jovem Expedito não pensou duas vezes para inscrevê-la em uma corrida. Com Interlagos fechado para a grande reforma dos anos 60, lá fomos nós para Ribeirão Preto, participar de uma prova que se tornaria lendária.

Para correr, bastou cobrir o farol com o number-plate original da sua outra Ducati, uma 250 Mach 1, e trocar o escapamento original por um “megafono” ensurdecedor. O carro de equipe era um Chevrolet Veraneio, sem os bancos traseiros, e o mecânico era nosso bom amigo Polé. Eu viajei sentado no meio.

Com meus 10 anos de idade, era a primeira corrida de motocicleta que eu via de perto. As recém-asfaltadas vias cheias de areia de um condomínio da cidade faziam as vezes do circuito. O box era improvisado em chão de terra. Nunca mais esqueci o nome do hotel em que todos ficaram hospedados – Umuarama. Correndo o boato de que amigos do alheio costumavam colocar açúcar nos tanques das motocicletas concorrentes, nossa Ducati dormiu trancada dentro da Veraneio.

LEIA MAIS: Honda XL 250 Motorsport 1974, a pioneira

No dia da corrida, um domingão infernal, muitas motocicletas estavam alinhadas. Vi também, pela primeira vez, as Yamaha TD especiais de competição. Eram as favoritas, porém aquele calor de 40 graus favoreceram as europeias, de concepção mais simples. Na hora da bandeirada, Luiz Latorre viu primeiro a quadriculada, com uma Ducati 350 Mark 3 Desmo, seguida pelo jovem Expedito e sua Ducati 250 Mark 3 “não desmo”. As japonesas e as inglesas ficaram para trás.

Ducati arrow-options
Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

O “megafono”, escapamento direto, dá o tom no ronco da motocicleta

Também jamais saiu da minha memória a cerimônia do pódium: todo o palanque das autoridades, de madeira, ruiu, vindo todos abaixo. Se fosse nos dias atuais, teríamos dezenas de vídeos, mas essa cena ficou marcada apenas na minha mente.

Leia Também:  GM faz mais revelações do Novo Onix Sedan, posicionado acima do Chevrolet Prisma

Mas vamos falar um pouco da motocicleta. A marca Ducati começou com as motocicletas em 1946, com a Cucciolo, mais uma bicicleta motoeizada do que uma moto. Nos anos 50, entra para a empresa, e para a história, o engenheiro Fabio Taglioni, que idealizou o revolucionário sistema desmodrômico de acionamento das válvulas. No lugar das molas convencionais, que fecham as válvulas de admissão e de escapamento, Taglioni instalou hastes que as puxam de volta, evitando o tão conhecido flutuamento de válvulas, que limita a rotação e a potência. Tanto Taglioni quanto o sistema desmodrômico tornaram-se sinônimos de Ducati.

Ducati arrow-options
Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

Para um rolê na Ducati Mark 3, não esqueça que o câmbio está no lado “certo”

Em 1961, surgiu a Ducati Diana Mark 3 Super Sport, já com uma boa dose de esportividade, apesar de ser um pacato modelo de passeio. Suas variações evoluíram até os anos 70, sempre monocilíndricos, para depois disso entrarem em cena os motores em “V” a 90º, também conhecidos como motores em “L”.

LEIA MAIS: Ariel Red Hunter 1952, a caçadora vermelha

A Ducati 250 Mark 3 ainda mantinha o pedal de câmbio do lado direito, quando a maioria das marcas já estava mudando para o lado esquerdo, como se convencionou até os dias de hoje. Por isso, para dar uma “voltinha” nessa Ducati, é preciso um pouco de concentração para não trocar os pés. Outra característica marcante dessa motocicleta é o tanque de combustível com dois bocais de abastecimento, de travamento rápido. Já pensando em uma prova longa.

Ducati arrow-options
Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

O jovem Expedito Marazzi no circuito de rua, em 1969. Segundo lugar com a Mark 3

Esta Ducati 250 Mark 3 tinha apenas 18 cv de potência, mas seu desempenho pode ser comparado ao de uma 250 atual, mesmo com toda a tecnologia que os motores absorveram nos últimos 50 anos. E com o bônus de estar pilotando uma motocicleta clássica atemporal.

Fonte: IG Carros
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana