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Fiscais Agropecuários participam de curso de padronização de procedimentos de fiscalização

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Auditores Fiscais Federais Agropecuários atuantes no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e lotados em estabelecimentos de abate, participam, nesta semana, do curso de padronização de procedimentos de fiscalização e inspeção ante e post mortem de animais de abate. A atividade, promovida pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) da Secretaria de Defesa Agropecuária, ocorre na Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro).

Essa é a primeira de sete turmas que serão realizadas. Ao todo, 700 Auditores Fiscais Federais Agropecuários serão treinados. “É a primeira vez que reunimos tantos auditores de todas as áreas. Temos servidores com mais de 30 anos de atividade e os que ingressaram no último concurso”, observa a diretora do Dipoa, Ana Lúcia Viana.

 O principal objetivo do curso é a padronização dos procedimentos de fiscalização e inspeção ante e post mortem entre todos os servidores públicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ficando os Auditores Fiscais responsáveis por treinarem os demais servidores atuantes em estabelecimentos de abate de aves, suínos e bovinos. Além disso, a área busca uniformizar o entendimento referente às diretrizes estipuladas pelas coordenações gerais do Dipoa.

 “Este treinamento é de suma importância no momento em que o Dipoa modernizou o SIF [Serviço de Inspeção Federal] com a publicação de várias normas. Esperamos ter um resultado muito bom com a padronização das ações”, ressaltou Viana.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
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CITROS/CEPEA: Maior oferta pressiona cotações da tangerina poncã

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Cepea, 03/04/2020 – No mercado de mesa, a maior disponibilidade de tangerina poncã limitou os valores da fruta na semana. Além disso, com o isolamento social da população, a saída de mercadoria foi mais retraída, segundo pesquisas do Cepea. De acordo com agentes, os mercados estão bem abastecidos, assim como as ceasas, que já recuaram as cotações a fim de escoar as frutas e reduzir os estoques. Na parcial da semana (segunda a quinta-feira), a de 27 kg, poncã tem média de R$ R$ 36,53/cx na árvore, queda de 13,5% em relação à anterior. A laranja pera também se desvalorizou nas praças citrícolas, conforme apontam pesquisas do Cepea, diante da restrição na demanda e do aumento na oferta de precoces. A média está em R$ 34,62/cx de 40,8 kg, na árvore, baixa de 3,2% em relação à semana passada. Já no caso da lima ácida tahiti, o cenário de demanda limitada voltou a pressionar os valores. Na média, a variedade é negociada a R$ 15,53/cx de 27 kg, colhida, queda de 12,5% em relação à semana passada. Vale ressaltar que a qualidade das frutas está satisfatória, uma vez que são provenientes de uma segunda florada e contaram com clima favorável para o desenvolvimento. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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FRANGO/CEPEA: Enquanto exportação segue estável em março, liquidez e preço diminuem no BR

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Cepea, 03/04/2020 – O volume de carne de frango exportado pelo Brasil em março foi praticamente o mesmo do registrado em fevereiro. Segundo dados da Secex, foram embarcadas 324,64 mil toneladas de proteína de frango in natura em março, leve alta de 0,1% frente ao resultado de fevereiro/20 e aumento de 2,2% frente a março/19. O ritmo dos embarques, no entanto, diminuiu de fevereiro para março. Ainda de acordo com a Secex, o Brasil embarcou 14,76 mil toneladas por dia no mês passado, contra 18 mil toneladas/dia em fevereiro e 16,7 mil toneladas/dia em março/19. Diante disso, a sustentação no volume embarcado em março esteve atrelada ao maior número de dias úteis. Para os próximos meses, agentes de mercado têm expectativa de que o ritmo dos embarques volte a crescer, fundamentos em uma possível intensificação das compras chineses no Brasil. No mercado interno, após o setor ter registrado incremento nos pedidos em meados de março, principalmente por parte de mercados, as vendas de carne de frango se desaqueceram de 25 de março a 1º de abril. Segundo colaboradores do Cepea, além da retração da demanda por ser a última semana do mês, a redução das compras por parte de restaurantes, hotéis e demais serviços de alimentação, reforçaram a baixa liquidez e, consequentemente, as quedas nos preços. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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