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Saúde

Filmes e séries podem afetar sua saúde mental: saiba como fazer a melhor escolha

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mulher come pipoca com controle da TV na mão
Pixabay

Séries e filmes podem ser aliados para desestressar, mas também pode agravar a saúde mental


Os filmes e séries já eram considerados grandes aliados para ajudar no relaxamento e na distração no dia a dia. Esse papel se intensificou ainda mais depois do início da pandemia do novo coronavírus . Sem conseguir sair de casa, a maioria das pessoas viu nos streamings um apoio contra o tédio e para manter a saúde mental estabilizada.


Já que grande parte da população está isolada e não pode sair de casa, é preciso escolher bem quais conteúdos serão consumidos, já que o distanciamento social aumentou os níveis de estresse , solidão, angústia e tristeza; além do medo constante.

Essa orientação é redobrada principalmente para pessoas que possuem transtornos como depressão, ansiedade generalizada e transtornos de bipolaridade.

Nessas condições mais frágeis, dar play no conteúdo errado pode acentuar esses sentimentos, desenvolvendo síndrome do pânico, depressão e levando o indivíduo até mesmo ao suicídio.

Segundo a psicóloga Marilene Kehdi, o melhor é não estimular essas emoções e “pegar o caminho contrário”. “Medos em níveis altos paralisa, adoece. Na hora de escolher o filme, é preciso espantar a tristeza e diminuir a angústia”, explica.

Busca de resposta

Quando a situação da pandemia do novo coronavírus começou a agravar, diversas pessoas no mundo todo revisitaram o longa ‘ Contágio ’ (2011). Lançado após a pandemia da Influenza A (H1N1), o filme retrata a história de um novo vírus, surgido na China, que é altamente letal se espalha rapidamente pelo mundo.

Muitos espectadores se assustaram com a similaridade dos fatos que o mundo vive atualmente, e começaram a especular que o filme previu o novo coronavírus .



Mesmo que considerado assustador por refletir o medo real da sociedade de 2020, Kehdi explica que a razão para que seja tão assistido é “a busca pela cura”.

“As pessoas buscam luz nesses conteúdos que refletem a atual realidade para buscar uma resposta, para entender como o personagens saíram daquela situação e entender se aquilo é replicável no mundo real”, explica a psicóloga.

“Estamos todos esperando por uma vacina, uma medicação que trate a doença. Se aparece um filme, um livro ou um série que aborde um conteúdo semelhante, muitas pessoas vão querer saber o desfecho”, acrescenta.

Está tudo bem se ficar triste (mas não o tempo todo)

Mesmo lançado em outubro de 2019, ” Milagre da Cela 7 ” ganhou notoriedade quando ficou disponível em um serviço de streaming – e chamou a atenção por seu alto potencial de fazer chorar.


Segundo Kehdi, algumas pessoas podem precisar experimentar um sentimento de catarse. É saudável assistir filmes para motivar o choro, mas é preciso saber até quando isso é válido, já que pode trazer danos à saúde mental .

“Dependendo do conteúdo o filme vai impactar demais, mas de forma negativa, acentuando os sintomas de pessoas que já estão sofrendo”, justifica. “Algumas pessoas não dão conta e podem precisar de ajuda médica”, continua.

Gatilhos

Kehdi afirma que é sempre bom priorizar conteúdos que cultivem sentimentos contrários aos ruins. “Despertar boas emoções: é isso que as pessoas têm que fazer neste momento para não alimentar a situação”, diz. Talvez o momento peça mais pelo filme confortável, com trama simple e que te faça rir.

Mais que isso, uma prática que pessoas fragilizadas podem adotar é pesquisar como aquele filme está sendo recebido (evitando os spoilers, é claro). Ler a sinopse também ajuda.

“Reflita se aquilo vai beneficiar ou não a sua saúde mental. Se a pessoa entender que está fragilizada e que aquele conteúdo vai proporcionar gatilhos emocionais , é melhor buscar outras alternativas”, diz a psicóloga.

Se você se identifica com esses sentimentos ou conhece alguém que pode precisar de apoio emocional, procure o Centro de Valorização a Vida (CVV),  acessando o site ou ligando 188, ou busque um profissional de saúde.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Estado do Rio prorroga suspensão das aulas presenciais até dia 20

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As aulas presenciais em escolas públicas e particulares em todo o estado do Rio de Janeiro permanecem suspensas até o dia 20 próximo, por causa de medidas de distanciamento impostas para combater a propagação da pandemia de covid-19. A determinação está em decreto publicado na edição de hoje (5) do Diário Oficial do estado.

O decreto inclui estabelecimentos de ensino superior e garante a manutenção do calendário recomendado pelo Ministério da Educação. A prefeitura do Rio de Janeiro informou que as escolas municipais da educação infantil e do ensino fundamental permanecem sem data para o retorno às aulas presenciais.

Em outro decreto, também publicado hoje, o governo do Rio de Janeiro autoriza a retomada antecipada de atividades práticas de cursos da área da saúde, “em instituições privadas de ensino superior, em especial, medicina, enfermagem, farmácia, odontologia e fisioterapia”.

O texto determina que, “durante as atividades práticas, fica a cargo de cada instituição de ensino superior, de acordo com o seu plano de retorno, o fornecimento dos equipamentos de proteção individual – EPI’S – a seus respectivos alunos, bem como a orientação para o seu uso adequado, em conformidade com os protocolos formulados” pela Secretaria de Educação.

O governo também determinou que todas as audiências públicas no âmbito da administração estadual ocorram “de forma exclusivamente virtual, em prestígio aos princípios da continuidade dos serviços da administração e da supremacia do interesse público”.

Academias

Também no Diário Oficial de hoje, foi publicada a lei nº 8.961, que autoriza a “suspensão da cobrança de mensalidades e pacotes contratados por alunos de academias de ginástica e de outras atividades esportivas, durante o período de isolamento social”. A decisão pela suspensão cabe ao usuário.

A lei suspende as cobranças feitas por débito automático ou cartão de crédito, além de postergar a data final de utilização dos pacotes adquiridos, sem ônus para o aluno. O usuário poderá decidir, ainda, pelo ressarcimento dos valores pagos durante o período em que o estabelecimento ficar fechado devido à pandemia.

Estão proibidas as multas por quebra de fidelidade aplicadas pelas academias aos consumidores que solicitarem o cancelamento ou mudança de plano, enquanto durar o isolamento social.

Na capital, as academias foram autorizadas a reabrir no dia 2 de julho, com agendamento de horário para os alunos.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: mundo ultrapassa marca de 700 mil mortes causadas pela doença

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África
United Nations Peacekeeping

Além das Américas, continente africano também traz preocupação por conta da alta recente

Nesta quarta-feira (5), a  pandemia da Covid-19 atingiu uma nova marca negativa: com as últimas atualização realizadas pelos governos de cada país atingido pela doença, o total de mortes no mundo ultrapassou a marca de 700 mil. Já o total de casos confirmados é de 18.563.065.

Segundo informações da Universidade Johns Hopkins, o total atual é de 701.085, com EUA, Brasil, México , Reino Unido e Índia ocupando as primeiras posições no rankings dos países mais atingidos pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Muitas nações vêm enfrentando o medo de uma segunda onda, como Itália, China e França, mas é a forte alta recente em locais como a  América Latina que mais preocupam.

Além de Brasil, que chegou a marca de 95 mil mortes confirmadas nesta terça-feira , e México, que ultrapassou o Reino Unido na última semana e se tornou o 3° mais atingido pela doença , países como Argentina, Chile, Peru, Colômbia, Venezuela e Bolívia acompanham um aumento no número de casos da doença e batem recordes de registros dia após dia.

Outra região que preocupa é o continente africano. Recentemente, especialistas apontaram para os riscos da subnotificação em algumas regiões e para a crise de Saúde que pode impulsionar ainda mais a disseminação da doença. Um exemplo é a África do Sul , que após o aumento recente já soma mais de 521 mil casos confirmados e ocupa a 5ª posição entre as nações mais atingidas, atrás apenas de EUA, Brasil, Índia e Rússia.

Fonte: IG SAÚDE

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