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Economia

Filipinas suspendem compra de frango do Brasil por medo de coronavírus

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As Filipinas suspenderam hoje (14) a importação de carne de frango do Brasil depois que uma cidade chinesa informou ter encontrado vestígios do novo coronavírus numa embalagem de asa de frango congelada vinda de um frigorífico brasileiro.

A decisão foi publicada pelo Departamento de Agricultura das Filipinas. O órgão informou que a medida é transitória, mas não detalhou por quanto tempo a proibição será aplicada. Segundo o governo filipino, a medida foi tomada por precaução e todo o frango importado pelo país é segura para o consumo.

Possível fonte da contaminação, a Cooperativa Central Aurora Alimentos reiterou o comunicado emitido ontem. A companhia informou não ter sido oficialmente notificada pelo governo chinês de qualquer contaminação em seus produtos, reiterando que, até agora, só tomou conhecimento do problema por meio de uma notícia veiculada na imprensa local da cidade de Shenzhen.

O Ministério da Agricultura do Brasil não emitiu nenhuma nota sobre a decisão do governo filipino. Ontem (13), a pasta informou ter pedido explicações ao governo chinês sobre o frango supostamente contaminado.

Por meio de nota, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) também ressaltou não ter sido notificada pelos governos da China e das Filipinas. A entidade comprometeu-se a apoiar o Ministério da Agricultura na prestação dos esclarecimentos e reiterou que os exportadores brasileiros tomam todas as medidas para proteger os trabalhadores e garantir a ausência de risco dos produtos durante a pandemia.

A associação destacou não haver evidências científicas de que o vírus seja transmitido por carne congelada. O comunicado citou a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Edição: Fábio Massalli

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Economia

Antecipação do INSS poderá ser pedida sem limitação de distância

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Até 31 de outubro, os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão pedir a antecipação do auxílio-doença em todas as localidades do país. Até agora, o procedimento estava disponível apenas para quem morava a mais de 70 quilômetros de uma agência com serviço de perícia médica.

A novidade consta de portaria conjunta da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicada hoje (29) no Diário Oficial da União.

Em nota, o Ministério da Economia explicou que a alteração tem como objetivo atender melhor os segurados durante o período de retorno gradual do atendimento presencial nas agências do INSS. A retomada das perícias médicas presenciais começou há duas semanas, mas enfrenta resistência de parte dos médicos peritos, que não têm comparecido aos postos de trabalho sob o argumento de que as agências não oferecem segurança para evitar infecções pelo novo coronavírus.

Em vigor desde o início da pandemia da covid-19, a antecipação do auxílio-doença permite que o segurado receba até um salário mínimo (R$ 1.045) sem ter o benefício aprovado. Posteriormente, o trabalhador será notificado pelo INSS para agendar uma perícia médica, que concederá definitivamente o auxílio e autorizará o pagamento da diferença devida, caso o beneficiário tenha direito a receber mais de um salário mínimo.

Procedimento

O pedido de antecipação é facultativo. Na hora do requerimento do auxílio-doença, o segurado poderá optar pela antecipação ou pela tramitação normal do pedido, com agendamento da perícia médica em uma unidade do INSS com agendamento disponível.

Para requerer a antecipação do auxílio-doença o segurado deve enviar, pelo aplicativo Meu INSS, o atestado médico e a declaração de responsabilidade pelos documentos apresentados. O atestado passará por análise de conformidade pela perícia médica para concessão da antecipação, caso os requisitos sejam cumpridos.

Edição: Valéria Aguiar

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Economia

Caixa fala sobre datas do Auxílio Emergencial Extensão

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A Caixa anuncia hoje (29) as novas datas referentes ao crédito e ao saque das parcelas do Auxílio Emergencial Extensão. Pedro Guimarães e o secretário-executivo do Ministério da Cidadania, Antônio Barreto, participam da divulgação do calendário.

Acompanhe na íntegra:


 

Auxílio Emergencial Extensão

A primeira parcela da extensão do auxílio emergencial será paga a partir de quarta-feira (30), segundo calendário divulgado em edição extra do Diário Oficial da União nessa segunda (28). A Portaria Nº 496 detalha como serão feitos os pagamentos da extensão do auxílio emergencial para os beneficiários que não fazem parte do Programa Bolsa Família, isto é, os brasileiros integrantes do Cadastro Único (CadÚnico) e aqueles que solicitaram o benefício do auxílio emergencial a partir do aplicativo de celular (Extracad). 

Segundo o Ministério da Cidadania,  27 milhões de pessoas receberão R$ 300 ou R$ 600 (no caso de mães monoparentais).  Assim como ocorreu anteriormente no pagamento do benefício, o calendário seguirá o mês de nascimento dos beneficiários, ou seja, os créditos se iniciarão por aqueles nascidos em janeiro, depois fevereiro, março e assim sucessivamente, em poupança social digital já existente em nome do beneficiário.

*Matéria em atualização para acréscimo de informações de acordo com a divulgação da Caixa.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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