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Filho mata a mãe para roubar R$ 700 da aposentadoria dela e comprar drogas

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violencia
Elza Fiuza/Agência Brasil

Filho mata mãe em Minas para roubar R$ 700 da aposentadoria dela e comprar droga

Um homem foi preso nesta quinta-feira (15) suspeito de assassinar a própria mãe para roubar R$ 700 da aposentadoria dela para comprar drogas. Antes do crime, a idosa, de 75 anos, negou dar o dinheiro para o suspeito porque ele disse que iria comprar as drogas. O assassinato aconteceu em Visconde do Rio Branco, em Minas Gerais, na última quinta-feira (8).

Segundo a Polícia, o suspeito deu uma machadada na cabeça da mãe e chamou uma ambulância para simular que ela tivesse sofrido uma queda e se machucado e para se livrar de suspeitas.

“O fato que nos chamou a atenção não foi apenas a motivação torpe e o requinte de crueldade perpetrado pelo investigado, ao usar um machado e desferir golpe na região craniana da vítima, pessoa idosa, mas também a audácia daquele em acionar socorro”, explica o delegado Diêgo Candian Alves.

Ao chegar no local, os membros da equipe médica perceberam que a mulher tinhas vários golpes na cabeça que não faziam sentido pelo relato do filho. Assim, eles chamaram a polícia ao local.

“O investigado teria informado que foi até a residência da vítima para ir ao banheiro, momento em que se deparou com sua mãe deitada no chão da sala, com um grande sangramento, desacordada e com um ferimento na cabeça”, complementa o delegado.

Após depoimentos aos investigadores, o suspeito confessou o crime e disse que estava drogado no momento que matou a mãe. Ele foi até o quarto do padrasto pegou o machado e deu os golpes que matou a própria mãe.

Ele já tem passagem pela polícia por crime de homicídio e será indiciado pelo crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. Ele já foi encaminhado ao sistema prisional. 

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Nacional

São Paulo: Covas tem 57%, e Boulos, 43% dos votos válidos

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Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB)
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Guilherme Boulos (PSOL) e Bruno Covas (PSDB)

De acordo com o levantamento do IBOPE, o prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) aparece com 57% das intenções de votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos, neste sábado, 28, véspera do segundo turno da eleição municipal . O candidato Guilherme Boulos (PSOL) aparece com 43%.

De acordo com a Folha de S. Paulo, os índices são os mesmos do levantamento anterior, divulgado na última quarta-feira, 25. Considerando os votos totais, o tucano aparece com 48% das intenções de voto, que também é o mesmo índice do levantamento anterior, Boulos registra 36%, oscilando negativamente um ponto. 14% dos entrevistados disseram que vão votar branco ou nulo. 3% não souberam responder, um ponto abaixo da pesquisa anterior.

A pesquisa do Ibope ouviu 1.204 eleitores nos dias 27 e 28 de novembro e foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-02990/2020.

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Rio de Janeiro: Paes 68%, Crivella 32%

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Marcelo Crivella e Eduardo Paes
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Marcelo Crivella e Eduardo Paes

O ex-prefeito Eduardo Paes (DEM) mantém larga vantagem nas pesquisas para o segundo turno da eleição municipal no Rio de Janeiro. De acordo com o Datafolha , Paes tem 68% das intenções de votos, enquanto Marcelo Crivella (Republicanos), tem 32%. Os indecisos, que ainda podem mudar de voto, são 4%, brancos e nulos representam 16%. Para virar o cenário, Crivella precisaria atrair esses votos e conquistar eleitores do adversário.

As porcentagens dos dois candidatos apontam para os votos válidos, que excluem os brancos e nulos da contagem, assim como a Justiça Eleitoral faz na contabilização da eleição.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o cenário é de estabilidade desde o início do segundo turno. A vantagem de Paes sobre Crivella recuou de 32 pontos percentuais, há nove dias, para 26. É uma oscilação dentro da margem de erro, considerando as intenções de votos dos dois candidatos. A margem de virada de última hora segue improvável, já que apenas 7% dos eleitores de Paes afirmam que ainda podem mudar o voto.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento do Datafolha, feito pela Folha de S. Paulo em parceria com a Rede Globo, entrevistou 1.768 eleitores da capital carioca entre os dias nos dias 27 e 28 de novembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número RJ-07737/2020.

– Informações da Folha de S. Paulo

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