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Política MT

Filha de Serys, médica surpreende com 16,3% na Percent e ameaça liderança de Wellington na corrida ao Senado

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Candidato à reeleição, senador, Wellington Fagundes (PL), lidera disputa em Cuiabá e VG com 24,6% das intenções de votos

Como um meteoro, a médica e empresária, Natasha Slhessarenko (PSB), alcançou 16,3% das intenções de votos, em pesquisa estimulada ao Senado Federal realizada pela Percent, com 1.000 entrevistados, em Cuiabá e Várzea Grande. O atual senador, Wellington Fagundes (PL), ainda é o líder com 24,6%.

Mesmo sem nunca ter disputado qualquer cargo eletivo, Natasha apareceu atrás de Fagundes com diferença de 8%, número preocupante ao liberal, uma vez que ele exerce o sétimo mandato, seis como deputado federal e o atual como senador.

“Percebemos certa dificuldade do Wellington (senador) na Baixada Cuiabana. Em todas as nossas pesquisas, ele não passa de 25%, teto muito baixo em se falando de um candidato com mais de 30 anos de vida púbica. Por outro lado, a Natasha entra na disputa majoritária com baixa rejeição e enorme potencial de crescimento”, explicou Ronye Steffan, sócio-proprietário da Percent.

Sem nunca ter disputado cargo eletivo, Natasha Slhessarenko, surge no retrovisor do senador, Wellington Fagundes

Outro fator que deve servir como catapulta ao projeto de Slhessarenko é a força do presidente regional do PSB, deputado estadual, Max Russi, no interior de Mato Grosso. Como primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Max agrega apoios de inúmeros prefeitos, vereadores e líderes de cidades polos, além dos “grotões”.

“Se o Max levar a Natasha ao interior, até aqui é o seu único ponto fraco, ela passa a ser uma candidata ao senado muito competitiva. Pela minha análise qualitativa, a filha da Serys (ex-senadora) representa o mesmo sentimento de mudança, que vimos lá em 2018, liderado pela então juíza Selma Arruda. Ou seja: A Natasha é uma enorme dor de cabeça ao senador, Wellington”, asseverou Ronye.

Primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Max Russi, homem forte do PSB, faz a ponte da médica, Natasha Slhessarenko, com a cúpula nacional do partido; na foto, eles posam ao lado de Márcio França, ex-governador de São Paulo

O empresário e ex-candidato a prefeito de Várzea Grande, Flávio Vargas, o Frical (Pros), é terceiro colocado com 7,2% de preferência popular. No final de março, o ex-deputado estadual, Jajah Neves, líder do Pros em Mato Grosso, lançou Frical na disputa ao senado.

Com exatos 5%, o deputado federal, Neri Geller (PP), surgiu na quarta colocação nas duas maiores cidades do estado. Ele é seguido pelo presidente da Aprosoja, Antônio Galvan (PTB), com magro 1,8% das citações.

Rejeição

Dois medalhões da política regional lideram o quesito rejeição. Segundo a Percent, 13,7% dos entrevistados não votariam de jeito nenhum no atual senador, Wellington. Por outro lado, Neri é rejeitado por 9,5% dos eleitores. Slhessarenko acumulou 8,5% de recusa.

Metodologia

A Percent aplicou a técnica “survey de opinião” com 1.000 entrevistados por telefone em Cuiabá e Várzea Grande. A coleta de dados se deu entre os dias 27 de abril a 3 de maio. A margem de erro de é 3,10% para mais ou para menos. Seguindo os ditames da Lei Eleitoral, a pesquisa foi devidamente registrada junto ao Tribunal Regional Eleitoral sob o número MT-06721/2022.

Wellington Fagundes (PL) e o deputado federal, Neri Geller (PP), são os mais rejeitados ao senado em Cuiabá e VG

 

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3 Comentários

3 Comments

  1. Milene disse:

    Natasha é a minha candidata, mulher guerreira que vai ajudar muito MT.

  2. Elizângela Aguiar disse:

    A Dra.Natasha está preparadissima para assumir ao cargo de Senadora por MT. Precisamos de sangue novo na política do nosso Estado. Eu e toda a minha família e parentela somos de Natasha! Ela já tem o nosso voto e vamos tê-la como nossa representante lá no Senado!

  3. Ademir disse:

    Conversa pra boi dormir!!!! Este cidadão dono desta tal Percent Pesquisas Ronye Stefan foi candidato da esquerda pra vereador em 2016, pesquisa arranjada!!!

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Política MT

Botelho defende pagamento da RGA integral no próximo ano e negociação de atrasados

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Em entrevista ao Portal ODocumento, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União Brasil), garantiu que o governador Mauro Mendes (União Brasil), já se comprometeu em estabelecer um percentual para a Revisão Geral Anual dos servidores públicos estaduais. Segundo Botelho, o Estado enfrentou um período que não podia se comprometer com o pagamento, mas que agora há dinheiro em caixa para garantir a revisão geral.

“Tivemos um período em que o Estado realmente não tinha condições de pagar. Se o governo desse a RGA em 2019, não iria honrar, pois não tinha caixa para isso. Fizemos um trabalho para que se gerassem essas condições. Quando aprovamos a Lei de Responsabilidade Fiscal estadual, enfrentamos uma forte pressão, mas os sindicalistas entenderam que fizemos o certo. Agora temos espaço para pagar a RGA”, disse o presidente da ALMT.

Segundo Botelho, a Assembleia defende o pagamento e o Governo do Estado está comprometido com isso. “Defendemos que seja pago e o governo também. O Mauro Mendes tem dito para mim que quer ver essa recomposição integral e agora tem condições para isso. É um compromisso do governador com os deputados. Esse é o encaminhamento e vamos debater isso na LDO, que não coloca índices e valores, mas aponta as diretrizes. Já na LOA, prevista para o final deste ano, aí sim, colocamos os valores. Eu defendo inclusive que caso se tenha espaço, que se paga RGA e se faça mais alguma recomposição desses dois anos que não foram pagos”, declarou.

Eduardo Botelho adiantou ainda que o governo quer repor 100% da inflação desse ano. “Essa é a proposta inicial, vamos fazer uma análise e discutir até o segundo semestre. É justo que se faça revisão e nós estamos empenhados nessa questão”, completou o parlamentar.

 

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AMM entrega à Assembleia proposta de substitutivo a projeto de lei sobre saneamento

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Para contribuir com o Governo do Estado na elaboração do Projeto de Lei 614/2021, que dispõe sobre a criação de Unidades Regionais de Saneamento Básico em Mato Grosso, a Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM liderou a elaboração de uma proposta de substitutivo integral ao projeto apresentado pelo executivo estadual. O documento foi entregue pelo presidente da AMM, Neurilan Fraga, e prefeitos ao presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, nesta terça-feira (28), durante reunião na sede do parlamento estadual.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, destacou que a construção da proposta contou com a colaboração de gestores municipais, de dirigentes de autarquias de água e esgoto e de representantes de outras instituições, como a Fundação Nacional de Saúde – Funasa.  “As alterações propostas ao projeto de lei visam garantir a autonomia dos municípios na gestão do sistema de água e esgoto local e possibilita a construção de blocos regionais que viabilizem o investimento de capital privado para garantir a universalização do saneamento básico até 2033, conforme estabelece lei federal”, explicou.

O substitutivo apresentado pela AMM propõe que os prefeitos tenham autonomia para decidir sobre a adesão às Unidades de Regionalização de Saneamento Básico (URSB) e que o façam por meio de lei. O documento também  atribui ao Governo do Estado a realização de estudo técnico para definir alternativas de modelo de gestão do saneamento aos municípios, como concessão, parceria público-privada, gestão consorciada, entre outras. A proposta estadual é oferecer apenas o modelo de concessão, que não atende a demanda de todos os municípios, considerando as particularidades locais.

A AMM propôs, ainda, a inclusão de todos os 141 municípios nas URSBs, diferentemente da intenção do governo estadual de não incluir as localidades que já contam com o modelo de concessão.  A instituição sugeriu, ainda, a redução de 15 blocos regionais para 5, visando atender principalmente os pequenos municípios que correm o risco de não ser contemplados com investimentos privados, considerando a possibilidade de quantidade insuficiente  de ligações das redes de água e esgoto.

O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, pontuou que a proposta do substitutivo garante uma maior participação dos municípios, que são titulares dos serviços públicos de saneamento básico. “Conforme está sendo construído acredito que vai ser bem melhor, pois  a participação dos municípios estará garantida. Agora haverá debates nas comissões para depois a proposta chegar ao Plenário”, assinalou.

Os prefeitos participantes também destacaram a importância da aprovação do texto na Assembleia Legislativa. “Vamos mobilizar os deputados para votarem a favor do substitutivo”, afirmou a prefeita de Conquista D´Oeste, Maria Lucia Porto.

A prefeita de Cáceres,  Eliene Liberato, reforça a importância do convencimento dos parlamentares sobre a viabilidade da proposta. “Foram realizadas várias reuniões para melhorar a participação dos municípios e isso é um avanço. O trabalho agora é convencer os deputados a aprovar a proposta”, frisou.

O diretor do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis, Hermes Ávila de Castro, destacou que a construção do substitutivo se estendeu por vários meses e foi muito positiva. “Os municípios não se sentiram atendidos com a proposta do governo”, afirmou.

Também participaram da reunião os prefeitos de Itanhangá, Edu Pascoski; de Nova Marilândia, Jefferson Souto; de São Félix do Araguaia, Janailza Taveira; de Vila Bela da Santíssima Trindade, Andre Bringsken; de Luciara, Parassu de Souza Freitas; de Cotriguaçu, Olirio dos Santos, e de Torixoréu, Thiago Timo. Enviaram representantes as prefeituras de Várzea Grande, Barão de Melgaço, Lucas do Rio Verde, Santo Antônio de Leverger e Água Boa.

Marco Legal – A Lei Federal 14.026/2020 atualiza o Marco Legal do Saneamento Básico, apresentando as diretrizes nacionais para o saneamento básico e dispondo acerca das regras para alocação de recursos públicos federais, bem como sobre os financiamentos com recursos da União e as responsabilidades dos municípios na regulamentação da referida lei. Pelo marco do saneamento, os municípios têm até 2033 para universalizar o saneamento básico, que envolve água, esgoto, drenagem e resíduos sólidos.

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