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Filha de feirantes, hoje ela seleciona executivos no mercado

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Sócia da Odgers Berndtson
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Sócia da Odgers Berndtson

Foi ali, em meio aos gritos das ofertas de banana, que Rafaela Cardoso aprendeu o que era preço, lucro, concorrência, conceitos que viriam a ser muito úteis em sua trajetória de executiva. Mulher negra, filha de pais feirantes e ex-garçonete, hoje Rafaela Cardoso é sócia da Odgers Berndtson, sexta maior consultoria global de capital humano. E está à frente do programa CEO por um dia, que aproxima jovens de grandes lideranças, em um intercâmbio valioso.

“Mesmo em um mercado informal como a feira eu aprendi o que é ser comerciante. Meus pais tinham essa visão de concorrentes, de mercado. Não tive referência do que era o ambiente corporativo, mas pude aprender o que é custo, lucro, competitividade, foco no resultado e disciplina com os meus pais feirantes”, conta Rafaela. 

Apesar de a família ter toda a cadeia produtiva de bananas, desde as fazendas para produção até as bancas na feira, os pais não queriam aquela vida para ela. “Meus pais me disseram para estudar, e sei que sou privilegiada pois pude comprar esse tempo para estudar, sempre fui muito grata. Meu pai foi até a quarta série, minha mãe foi até sétima, depois fez supletivo para terminar. Eu entendia que pais não podiam ser referência, fui o melhor que puder ser.” Rafaela é formada em Relações Internacionais pela Anhembi Morumbi, Especialização em Marketing Digital pela FIAP e Coach pelo IBC.

Rafaela virou head hunter por acaso. O estágio que conseguiu era perto da faculdade. “Não vivi o ambiente corporativo. Decidi que ia observar e aprender. Sou curiosa por natureza e já fui logo ficando em consultoria, projetos, em achar esses executivos, presidentes, vice-presidentes. Ficava de olho em tudo o que falavam, de lucro, de performance, o que eles têm de diferente”, conta.

Rafaela Cardoso
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Rafaela recruta executivos de alto nível

Fez bons relacionamentos, passou a atrair clientes de forma passiva e acabou sendo convidada para ser sócia da empresa aos 28 anos. “Meu copo está sempre a ser enchido”, diz a executiva, agora com 31 anos e uma vivência diária de que a capacita a analisar os candidatos a vagas do primeiro escalão.  Sem falar que cria uma empatia com eles e acaba sabendo de todas as fofocas corporativas em primeira mão, tudo confidencial.

CEO por um dia 

Na Odgers Berndtson, Rafaelal também está à frente do programa CEO por um dia, cujo objetivo é unir CEOs de grandes empresas a jovens estudantes. “Eles imaginam que o CEO é um profissional que fica sentado na cadeira mandando, e não é isso. São pessoas que tem a capacidade de contratar pessoas de altíssimo calibre para formar uma equipe”, ensina a executiva.

O programa é aberto a jovens de qualquer curso e qualquer lugar do País. As inscrições estão abertas até 15 de agosto. A seleção vai avaliar diferentes competências e o funil é grande. De 5 mil inscritos, em média, sobram 25 selecionados. O programa está em sua 8a edição e visa selecionar jovens que vão conhecer a rotina de dirigentes de grandes empresas.

Já está confirmada a participação de vários CEOs de grandes empresas, como Chilli Beans, Rally dos Sertões, BR Partners, Odontoprev, Kimberly Clark e entre outras.

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Fonte: IG Mulher

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“Vestido Nu” de R$ 3 mil se torna peça cobiçada na moda

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Vestido nu é do estilista Jean Paul Gaultier
Jean Paul Gaultier/Instagram

Vestido nu é do estilista Jean Paul Gaultier

O “naked dress” (vestido nu, em tradução literal), entrou para a lista dos produtos mais quentes no mundo da moda. A peça de R$ 3,2 mil ocupa a terceira posição no ranking criado pelo “The Lyst Index”, uma plataforma de pesquisa de mercado deste setor econômico.

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Criado pelo estilista Jean Paul Gaultier e pela artista Lotta Volkova, o vestido nu tem causado furor por onde consumidores do vestido passam. Um relato sobre a experiência de usar a peça viralizou após uma mulher fazer um relato ao jornal inglês The Times.

“Você me deu um susto”, disse uma pessoa que passou pela mulher na rua. “É bem assustador”, afirmou outro, enquanto olhava para a consumidora de cima até embaixo. Um terceiro classificou como “nojento”.

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O vestido tinha a cor da pele da mulher e retratava o corpo nu em três dimensões realistas, tanto na frente quanto nas costas. Todo o estoque esgotou logo após ser colocado à venda online quando foi lançado, em maio.

Apesar das controvérsias nas ruas, o vestido é sucesso na web. No ranking criado pelo “The Lyst Index”, a peça ficou atrás apenas de uma bolsa da Diesel e de um tênis da Adidas em parceria com a Gucci.

Fonte: IG Mulher

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Claudia Raia fala que pinta cabelos a cada dez dias e critica patrulha

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Claudia Raia discute temas relacionados a autoestima feminina.
Reprodução/Instagram

Claudia Raia discute temas relacionados a autoestima feminina.

A atriz Claudia Raia usou o seu Instagram para abordar o etarismo e a soberania da mulher sobre o próprio corpo. No vídeo publicado intitulado de “Vamos falar de: CABELO BRANCO”, ela fala que pintar ou não o cabelo é uma escolha da mulher e que o surgimento dos fios brancos não é algo relacionado a idade, dando o exemplo dela mesma, por pintar os cabelos brancos desde os 25 anos.

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“Cabelo branco não significa idade, significa hereditariedade. Por exemplo, minha mãe ficou grisalha aos 24 anos. Eu pinto o meu cabelo desde os 25, não sei o que é não pintar a raiz… Pinto a cada dez dias. A pessoa faz o que quer da vida. Se quiser pintar o cabelo, pinta, se quiser ficar com ele branco, fica. Que palhaçada é essa?”, questiona  Raia . 

Ela ainda reitera a importância da mulher estar no controle do próprio corpo, argumento que as mulheres são livres para escolherem fazer ou não procedimentos estéticos e que elas não devem ser julgadas por suas escolhas. 

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“Ser mulher é ser livre, a pessoa escolhe se quer fazer um procedimento, se quer deixar o cabelo branco, se quer fazer um botox. Ninguém tem nada a ver com isso. Que coisa essa de ficar monitorando o que os outros fazem. Se a pessoa é melhor por causa disso. Parem com isso!”, defende a artista.

Fonte: IG Mulher

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