conecte-se conosco


Direitos Humanos

Fifa e ONU Mulheres vão promover ações para divulgar futebol feminino

Publicado

A Federação Internacional de Futebol (Fifa) e ONU Mulheres estão juntas na Copa do Mundo da França com objetivo de tornar o futebol mais acessível a mulheres e meninas. Durante a competição, que começou no último dia 7, serão também divulgados conteúdos que promovam a igualdade de gênero.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, e a diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, assinaram um memorando de entendimento, no qual ficou definido que as duas organizações trabalharão com autoridades públicas, organizações internacionais, setor privado e organizações de mídia e esportes. A assinatura ocorreu durante a Convenção da Fifa sobre Futebol Feminino, em Paris.

Troféu da Copa do Mundo de Futebol Feminino.

Troféu da Copa do Mundo de Futebol Feminino. – Ruben Sprich/REUTERS

As ações abrangerão principalmente três importantes áreas: desenvolvimento de políticas, promoção e apoio de projetos sobre mudança cultural e o empoderamento, além da comunicação para aumentar o conhecimento sobre igualdade de gênero.

“As organizações pretendem cumprir esses objetivos usando personalidades conhecidas, como os atletas que fazem parte do grupo Lendas da Fifa ou são embaixadoras da Boa Vontade da ONU”.

Gianni Infantino disse, por meio de nota, que “este é um momento significativo para a Fifa, porque combina forças com a ONU Mulheres para realizar a igualdade de gênero para mulheres dentro e fora do campo.”

Segundo ele, Fifa e ONU Mulheres vão “aumentar o conhecimento sobre o futebol feminino e seu impacto em termos de saúde, empoderamento e modelos positivos para mulheres e meninas em todo o mundo.”

A diretora-executiva da ONUPhumzile Mlambo-Ngcuka disse que a agência está confiante que “essa parceria fará uma diferença real para a desigualdade de gênero, que existe atualmente em todos os esportes.” Para ela, o objetivo é acabar com essa desigualdade “sabendo que os benefícios são para todos.”

 

*Com informações da ONU News

Edição: Aécio Amado

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Direitos Humanos

Governo divulga fluxo de atendimento para vítimas de trabalho escravo

Publicado


.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou hoje (15) que o Fluxo Nacional para Atendimento às Vítimas de Trabalho Escravo, elaborado desde 2019 pela pasta em conjunto com órgãos de proteção, foi apresentado e está em fase de implementação em seis estados: Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O conjunto de normas e ações foi elaborado com orientação técnica da Organização Internacional do Trabalho (OIT), e deve guiar as práticas de denúncia, planejamento, resgate e pós-resgate das vítimas de trabalho escravo. O documento também padroniza as ações de acolhimento e cria um modelo de articulação entre órgãos para que as vítimas sejam incluídas na rede do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). O sistema prevê ainda formas de retorno para o local de origem das vítimas.  

“A definição do Fluxo Nacional irá contribuir para uma atuação integrada da rede de proteção, o que facilita a atuação dos agentes e garante melhores resultados na erradicação do trabalho escravo em todo o país”, informou em nota o secretário nacional de proteção global do , Alexandre Magno.

Trabalho escravo

Segundo o último levantamento publicado, que data de janeiro de 2020, somente o Ministério Público do Trabalho (MPT) tem hoje 1,7 mil procedimentos de investigação sobre trabalho escravo e aliciamento e tráfico de trabalhadores em andamento. Segundo dados do Radar da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, em 111 dos 267 estabelecimentos fiscalizados em 2019, houve a caracterização da existência dessa prática, com 1.054 pessoas resgatadas em situações análogas a escravidão.

O trabalho escravo é caracterizado quando o trabalhador é submetido a trabalho forçado; jornada exaustiva; condições degradantes de trabalho e/ou servidão por dívidas. O trabalho escravo foi reconhecido oficialmente em 1995 no Brasil, e mais de 54 mil pessoas já foram encontradas e resgatadas.

Canais de denúncias

Para denunciar casos ou suspeitas de trabalho escravo ou violações de direitos humanos, o MMFDH mantém canais de atendimento: o Disque 100, o Ligue 180, o aplicativo Direitos Humanos Brasil (disponível para Android e iOS) e o site da Ouvidoria do ministério.

 

Edição: Aline Leal

Fonte:

Continue lendo

Direitos Humanos

Ministério abre consulta pública para atualizar plano de segurança

Publicado


.

Interessados em contribuir com sugestões para a atualização do Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social tem até o dia 28 de agosto para participar da consulta pública que o Ministério da Justiça e Segurança Pública está realizando desde ontem (13).

Em vigor desde dezembro de 2018, o plano é o principal instrumento legal de implementação da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. Contém os objetivos e diretrizes que devem ser observados e atingidos pelos entes federados (União, estados e municípios) e deve ser estruturado em ciclos de implementação de dois anos.

Para enviar suas críticas e contribuições, o interessado deverá antes se cadastrar na plataforma digital Wikilegis, disponível no endereço eletrônico. O edital do processo de consulta pública pode ser acessado na página do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Dúvidas e esclarecimentos podem ser sanados pelo telefone (61) 2025-9378 ou pelo e-mail .

Para o ministério, a participação da sociedade é fundamental para a construção de ações efetivas na área de segurança pública e defesa social.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte:

Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

Política MT

Policial

Mato Grosso

Esportes

Entretenimento

Mais Lidas da Semana