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Fica com a vagina inchada depois do sexo? Saiba possíveis motivos

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Women's Health

Não há nada como uma maratona de sexo para fazer você chegar lá. Isso é, até vocês descolarem os corpos, rolarem um para cada lado da cama para relaxar, e então você percebe que algo está diferente lá embaixo. É normal ficar com a vagina inchada depois do sexo?

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vagina inchada
shutterstock

Ficar com a vagina inchada depois do sexo não é algo normal; mas com o diagnóstico correto, é possível reverter o problema

Assim como você já deve ter imaginado, a resposta é não. Mas não há razão para enlouquecer por isso. Apesar de você e suas amigas não falarem sobre o assunto, isso é bem comum e o problema é fácil de resolver (Ufa!).

Então o que significa uma vagina inchada após o sexo? Há muitas razões para ela ficar um pouco mais ‘gordinha’ pós-coito.

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6 razões para sua ficar com a vagina inchada depois do sexo

1. Sexo vigoroso

Lá vai: todas as vezes em que você fica excitada, sua vulva e vagina começam a inchar em razão de todo o sangue que flui na área, segundo a Cleveland Clinic (EUA).

Mas se você notar outros sintomas, como pequenos cortes na abertura da vagina – junto com o inchaço – o motivo pode ser sexo vigoroso. Se esse é o seu caso, você também pode experimentar um pouco de sangramento e a área estar um pouco escura ou azulada, explica Alyssa Dweck, ginecologista de Nova York (EUA) e coautora do livro “V is for Vagina” (V é para vagina, em tradução livre).

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Não há razão para parar de fazer se o sexo vigoroso for seu estilo. Para reduzir o inchaço, tome um analgésico, ou faça um banho de assento. Sentar em uma banheira cheia de água morna por 15 a 20 minutos também funciona, diz Alyssa.

2. Reação alérgica

Você nota que sua vagina, além de inchada, apresenta uma assadura. É muito possível que sua vagina esteja passando por um processo alérgico ou sensibilidade a algum produto, como o látex da camisinha, ou, até mesmo, o esperma, diz Alyssa. (Uma alergia a sêmen é uma reação alérgica rara às proteínas encontradas no líquido que pode causar vermelhidão, dor, coceira e ardência na área genital).

Muito mais frequente é que o inchaço após o sexo seja resultado de uma sensibilidade do seu corpo ou alergia a produtos como espermicidas, fragrâncias e látex. Para descobrir o que está acontecendo, Alyssa recomenda primeiro eliminar possíveis agentes e, depois, observar como o corpo responde.

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3. Infecção por fungos

Palavras que quase todas as mulheres vão ouvir uma vez na vida. Mas desculpe, garota, se está inchada lá embaixo, candidíase pode ser a resposta.

Primeiro, um lembrete: causada por um fungo chamado candida (que é naturalmente encontrado na sua vagina), essa infecção por fungos é conhecida por seus sintomas comuns, como coceira intensa ao redor da vagina.

Outros sintomas incluem:

  • Dor ao urinar ou durante o sexo
  • Ardência
  • Vermelhidão e inchaço
  • Uma pequena assadura
  • Corrimento espesso e esbranquiçado sem odor
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Se suspeita que esse seja seu caso, procure um ginecologista.

4. Vaginose bacteriana

Essa condição acontece quando há uma quantidade muito grande de uma certa bactéria na sua vagina, segundo o Centers for Disease Control and Prevention (EUA).

Enquanto ela traz sintomas similares aos da candidíase (dor, coceira, ardência e, sim, inflamação e inchaço), a vaginose bacteriana tipicamente causa um corrimento acinzentado, ralo e com cheiro de peixe, diz Alyssa. Isso dito, também pode ser assintomática (deixando apenas a vagina inchada).

Tecnicamente, a vaginose bacteriana pode desaparecer sem qualquer tratamento. Mas se você está experimentando algum dos sintomas descritos acima, é bom se consultar com um médico, que pode prescrever medicamentos para tratar o problema.

5. Ressecamento vaginal ou atrofia

Transar com a vagina seca pode deixá-la inchada e dolorida. A razão pode ser a falta de preliminares, mas baixos níveis de estrogênio em razão da menopausa, perimenopausa, lactação ou alguns anticoncepcionais podem trazer ressecamento vaginal e atrofia .

Se for o último caso, sua vagina também pode dar a sensação de estar com menos elasticidade.
Para curar, comece levando lubrificante para o seu quarto, para simplesmente reduzir a fricção, que acaba causando o inchaço. Se isso não ajudar, considere visitar um médico para avaliar a possibilidade de suplementar estrogênio.

6. Infecções sexualmente transmissíveis

Certas infecções sexualmente transmissíveis causam inflamação no tecido vaginal, como a clamídia e a tricomoníase, o que resulta em inchaço.

Enquanto a clamídia frequentemente não causa sintomas, a tricomoníase vem acompanhada de vermelhidão, vulva inchada e sangramentos após a relação, além de irritação, odor e um corrimento amarelo acizentado com odor de peixe.

Se sentir qualquer um desses sintomas, procure o seu ginecologista.

Fonte: IG Delas
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Você vive chamando a atenção de seu filho por suas falhas? Então, vamos repensar

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Essa semana uma amiga se surpreendeu com o que o filho dela, de seis anos, falou depois de uma reclamação por algo errado que ele fez: “Mamãe, eu não faço nada certo, né?”. Ela parou na mesma hora e percebeu o efeito que estava surtindo em seu filho pelos apontamentos negativos de sua conduta. Ou seja, ela viu que só chamava a atenção pelas falhas . Você tem noção dos danos que podem ser causados por isso no desenvolvimento, na educação e até na autoestima do seu filho?

Sarah Eleutério e seus filhos arrow-options
Arquivo pessoal

Sarah é colunista do Delas e mãe de dois meninos. Ela defende e usa a educação positiva

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Sobre a minha amiga, que bom que teve a sacada de responder na hora para o filho: “Não, meu amor, você faz muitas coisas certas sim. É que o certo tem que ser feito. E quando você faz errado, eu preciso reclamar”. Mas o questionamento do filho valeu para deixá-la mais pensativa: “Ele tem razão. Eu preciso exaltar o que ele faz de certo”. Sim, precisa! E se isso também acontece com você, mamãe, você também precisa pensar nisso.

É o que se chama de “ Educação positiva” . Tenho lido muito sobre isso e repensado na minha forma de agir com meus filhos. E, assim como a maioria das mães – e pais – eu vi que apontava demais os seus erros, brigava demais, colocava de castigo demais… E a tal disciplina positiva me chamou a atenção. Ok! Vamos parar de apontar só os erros, né?

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Normal. Normal do ser humano. Temos uma tendência natural em focar as falhas dos filhos. A professora de psicologia positiva da Universidade de Melborne, em um artigo publicado no Wall Street Journal, em 2017, Lea Waters, disse que essa predisposição negativa é “um antigo mecanismo de sobrevivência, que estimula nosso cérebro a procurar ‘pelo em ovo’, focando no que está errado, como uma forma de manter a nós e a nossa tribo segura”.

Mas, com esse comportamento a gente perde a chance estimular nossos filhos a serem mais felizes e ativos, além de desenvolver o controle interno. Pois é, já pensou? E isso é comprovado.

Um estudo da Oxford Review of Education, em 2009, com cerca de 300 alunos do Ensino Fundamental 2, nos Estados Unidos, mostrou que aqueles que tiveram aulas sobre qualidades e talentos, com testes para identificar as habilidades de cada um, tiveram um aumento significativo no engajamento e na satisfação em relação à escola. Além disso, desenvolveram melhores habilidades sociais, em comparação aos que não participaram dessas aulas.

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E de que forma a gente pode ajudar nossos filhos a serem pessoas melhores e mais felizes? Anota aí, mamãe: foco no positivo. No encorajamento. Isso não quer dizer que você vai ignorar o que ele faz de errado e nem mimar seu filho elogiando demais, viu? Ser positivo é ter uma mente aberta, é agir com discernimento e não depositar as nossas expectativas nos outros. Pare de procurar falha em tudo o que seu filho faz e comece a perceber suas qualidades. É mudar a atitude, sim. E isso exige treinamento, não é da noite para o dia.

Seguindo a recomendação lá da dra. Waters, comece a observar uma qualidade por semana na criança e converse com ela sobre isso. “Quando os desafios surgirem, você notará a sua naturalidade em ajustar a sua mentalidade, e em vez de consertar a criança, você irá focar nas qualidade dela”, diz a professora.

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É assim que você vai ajudar seu filho, entendeu? Encorajando e ajudando a explorar outras habilidades que são necessárias na vida. Afinal, você não vai querer ouvir do seu filho o “eu não faço nada certo”, né? Mais ainda, você não vai quer que ele não acredite nele mesmo. Acontece que para isso, VOCÊ precisa acreditar nele antes. Chega de negativismo, mamãe. Seja positiva! Isso, com certeza, será bem positivo para ele também.

Fonte: IG Delas
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Quer ter abdômen definido? Kelly Key revela seus 6 exercícios ideais

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Ter o abdômen definido é o sonho de muitas mulheres, mas alcançar o objetivo não é uma tarefa fácil. A cantora Kelly Key, mesmo após três gestações, conseguiu esse feito e compartilhou os seus segredos para ter a barriga sarada.

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É fácil conquistar o tão sonhado abdômen chapado! Se inspire em seis exercícios feitos pela cantora Kelly Key

Kelly afirma que ter uma genética “favorável” a ajudou a manter o corpo em dia e o abdômen definido , mas ressalta a importância da alimentação adequada e dos exercícios, especialmente quando seu caçula, Arthur, nasceu.

“Depois que comecei a ter hábitos mais saudáveis, pude notar uma grande diferença quando ganhei o Arthur, pois a minha barriga voltou ao que era muito mais rápido”, pontua a cantora.

Um fenômeno conhecido como diástase pode ocorrer com algumas mulheres após a gestação. Ele consiste no afastamento dos músculos abdominais, que culmina em dor lombar e a temida flacidez na barriga.

De acordo com Anna Kobe, master trainer de Strong By Zumba, é possível retornar ao corpo antigo apenas com os exercícios de fortalecimento. Ela apresenta seis opções de atividades que são praticadas por Kelly Key para ter a barriga sarada e trabalhar o core de modo adequado e eficiente.

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1. Crunch unilateral

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O crunch unilateral tem diferentes níveis de dificuldade e é muito útil para tonificar os músculos do abdômen


O exercício tem graus de dificuldade diferentes. O primeiro consiste em abdominal unilateral com os joelhos flexionados e os ombros elevados para que o cotovelo vá de envontro ao pé contrário. No outro, a perna fica estendida, o que obriga a parte lateral do abdômen a se contraír e fortifica ainda mais os músculos.

2. Abdominal infra

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Esse é um dos exercícios ideais para quem quer dar adeus à pochete que fica logo abaixo do umbigo


Tonificar a famosa “pochete” é o principal objetivo dessa atividade. “Na aula fazemos, a versão no qual ficamos deitados de costas no chão, com as pernas elevadas, de modo que a sola do pé fique voltada para o teto e as mãos no chão ao lodo do corpo. A contração do abdômen dá a força para os joelhos irem em direção ao peito, até tirar o cóccix do chão”, explica a master trainer.

3. Abdominal remador

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A atividade de abdominal remador trabalha toda a musculatura, ou seja, é um exercício bem completo


No caso da abdominal remador, a musculatura é trabalhada de modo uniforme. Para fazer o exercício de maneira correta, é preciso deixar o corpo em decúbito dorsal, com o quadril, e os braços estendidos ao lado da cabeça. O joelho vai de encontro ao tronco, o que faz os braços abraçarem as pernas.

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4. Abdominal russian twist

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A abdominal russian twister “trabalha muito o quadril, ativa o core e intensifica toda a região abdominal lateral”


Segundo Anna, a atividade atua, em especial, no quadril. “O exercício ativa o core e intensifica toda a região abdominal lateral, por conta da rotação do tronco”, esclarece. O modo de realizá-lo é se sentar com o tronco inclinado para trás em um ângulo de 45 graus. 

Os joelhos precisam estar flexionados e os pés devem ficar apoiados no chão, e deve-se girar até que a mão toque a lateral do corpo. “Caso queira aumentar o grau de dificuldade deste movimento, eleve os pés e durante a execução e não deixe eles tocarem o chão”, sugere a master trainer.

5. Crunch pernas estendidas

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Crunch pernas estendidas é uma boa opção de atividade para fortalecer a região do core ao contrair o abdômen


Nesta atividade, é ideal ficar com a barriga para cima e levantar as pernas a 90 graus com os joelhos semiflexionados. Para a execução correta, os ombros precisam acompanhar a direção da perna, com mãos ao lado do pescoço e voltando para a posição de inicio.

“O grande truque desse exercício é manter uma das pernas próximas ao chão, sem poder tocá-lo, pois assim o abdômen fica contraído durante toda execução, fortalecendo o core”, conta Anna.

6. Abdominal com pernas alternadas

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Alternar as pernas durante a abdominal também contribui com a eliminação da “pochete” ao tonificar a barriga


Esse movimento também é uma forma de abandonar a “pochete” de vez, visto que exige muito da região inferior do abdômen. A atividade consiste em levantar as pernas a 90 graus e, com os joelhos estendidos, descer a perna de maneira alternada até chegar ao chão, mas sem tocá-lo.

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Conquistar o abdômen definido é apenas mais uma das vantagens de malhar o core, segundo Anna Kobe. “Movimentos que trabalham o core são essenciais para manter a postura corporal e com isso dar suporte para manter a barriga no lugar. O core é o que dá sustentação da execução de exercícios focados no corpo todo”, diz a master.

Fonte: IG Delas
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