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Fiat Toro é a melhor ideia da década

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Fiat Toro vermelha
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Na linha 2020, a Fiat Toro traz o estilo italiano S-Design, que reforça sua posição como melhor ideia da década

Você já parou para pensar a que a picape Fiat Toro é a melhor ideia da década? Dentro da indústria automobilística, quais foram as melhores ideias de 2011 para cá? Tivemos algumas boas ideias, mas nenhuma tão bem executada e tão revolucionária como a Fiat Toro.

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Vamos analisar quais foram as boas ideias da indústria nesse período em que a Fiat Toro fez sucesso. Tivemos o Hyundai HB20, um carro revolucionário para a sua categoria. Ele mudou a maneira como os brasileiros passaram a olhar os carros compactos, passando a exigir design superior e maior qualidade de construção.

Ainda no segmento, tivemos o Ford Ka da segunda geração e o Chevrolet Onix, mas eles não revolucionaram o setor, apesar de o Onix ter se transformado num campeão de vendas. Outro carro digno de registro é o Range Rover Evoque. Esse carro mudou o design da indústria – e não só dos SUVs. Mas é um carro importado, feito para o mundo.

Também marcante foram os lançamentos do Honda HR-V e do Jeep Renegade. Mas, assim como o Evoque, são carros mundiais. No segmento de carros subcompactos, tivemos três apostas: a do Volkswagen Up, a do Fiat e Mobi e a do Renault Kwid. Dos três, o Up é seguramente o melhor carro, mas nunca pegou no Brasil. É caro, para começo de conversa.

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O Mobi, por sua vez, apresentado pela Fiat como uma revolução, na verdade é um catado de vários outros carros. Não tem nada de revolucionário e deixa a desejar nos aspectos construtivos. Já o Kwid, esse sim, também foi uma ideia diferente, com a cara do Brasil. A ideia do “SUV dos compactos” é ótima. Mas o carro também tem muitos pecados em sua construção e dirigibilidade.

Renault Oroch verde
Divulgação

Renault Oroch: uma picape digna, baseada no Duster, que chegou antes da Toro, mas nunca foi um sucesso de vendas


Voltemos à Fiat Toro. A picape da Fiat nem sequer foi a pioneira. A primeira a surgir foi a Renault Oroch, baseada no Duster. A picape Oroch é muito boa e até injustiçada pelo mercado. Recentemente fiz uma viagem de São Paulo e Paraty com ela e gostei muito. Porém, a Oroch não se transformou num grande sucesso de vendas e tem alguns aspectos ultrapassados.

Entre eles, o design, que poderia ser melhor. Já a Fiat Toro, não. Essa picape chegou e arrebentou. Conquistou o mercado com um design incrível e revolucionário, trouxe uma construção superior, uma suspensão traseira preciosa e muito conforto ao dirigir.

Fiat Toro deu acesso à picape diesel 4×4

VW Tarok azul
Divulgação

Volkswagen Tarok: foi apresentada no último Salão de São Paulo e pode fazer concorrência para a Toro

Com a Fiat Toro, os brasileiros puderam ter uma picape a diesel, 4×4, cabine dupla, sem ter que recorrer às caríssimas picapes médias (Toyota Hilux, Chevrolet S10, Ford Ranger etc.). Com a Fiat Toro, os brasileiros puderam ter uma picape com a dirigibilidade de um SUV moderno. A Toro é baseada no Renegade e isso já diz muita coisa.

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Ah, mas e as picapes pequenas? As picapinhas são outra coisa: para ter uma cabine dupla, é preciso perder muito espaço na caçamba. Sem contar que ninguém fica confortável no banco de trás de uma Volkswagen Saveiro ou de uma Fiat Strada.

Por tudo isso e por muito mais, a Fiat Toro pode, sim, ser considerada a melhor ideia da década. Suas vendas vão muito bem, obrigado (ela disputa com a irmãzinha Strada a liderança do segmento). É uma picape que atende tanto a quem precisa dela numa fazenda quanto a quem precisa de um carro confortável para viajar.

Hyundai Creta STC verde
Nicolas Tavares/iG Carros

Hyundai Creta STC: foi mostrado no Salão de São Paulo de 2016, mas os coreanos não foram adiante com a ideia

O sucesso da Toro também mostra que alguns concorrentes estão dormindo no ponto. É o caso da Hyundai, que aparentemente desistiu de sua picape Creta (compacta com carroceria monobloco) mostrada no Salão de São Paulo de 2016.

Já a Volkswagen parece estar disposta a entrar nesse mercado, pois no Salão de 2018 apresentou o conceito Tarok. A picape Volkswagen Tarok seria, de fato, a única concorrente forte para a Fiat Toro, pois a Renault também não dá mostras de que vai aprimorar a picape Duster Oroch tão cedo.

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Nadando de braçada, a FCA lançou a Fiat Toro 2020 com o conceito italiano S-Design. Esse conceito combina estilo esportivo com bom conteúdo. O “S” vem da palavra inglesa “shadow”, que significa sombra. Por isso, o interior é todo escurecido. Com ele, a Fiat Toro fica ainda mais bonita. É ou não é a melhor ideia da década na República do Automóvel?

Fonte: IG Carros
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Toyota Corolla é o primeiro híbrido nacional. Confira detalhes no vídeo

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O novo Toyota Corolla 2020 é o primeiro carro hibrido fabricado no Brasil e também o primeiro hibrido flex produzido no mundo e acaba de chegar ao mercado nacional. Além do hibrido, com motor 1.8 a combustão e mais dois motores elétricos, a 12 geração do Corolla chega em mais duas versões, GLI e XEI, ambas com o novo motor 2.0 flex com injeção direta de combustível e 169 cavalos de potencia, também de produção nacional.

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Nestas duas versões, que custam R$ 99.990 para a de entrada, GLi e R$ 110.990, a XEi, o câmbio também é novo, um CVT de 10 marchas. A versão topo de gama do Toyota Corolla é a Altis, que pode ser configurada tanto como hibrido como só com motor a combustão, 2.0. Ambas custam R$ 124.990. As versões a combustão tem 5 anos de garantia e a hibrida, oito anos.

A Nova Geração do Corolla ainda conta com novo design, mais robusto e esportivo, mais itens de tecnologia e conforto, além do pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense, que faz dele o sedã médio com mais itens de segurança do Brasil.

O Corolla 2020 ganhou um desenho externo renovado, com aspecto mais elegante, robusto, dinâmico e esportivo. Com sua nova plataforma, passa a ter um centro de gravidade mais baixo, o que contribuiu para uma silhueta mais aerodinâmica e maior fluidez em suas linhas.

Na frente, destaca-se a forma trapezoidal das laterais do para-choque que circundam a grade frontal inferior. A grade dianteira superior é conectada aos faróis de desenho longo e angular, que, por sua vez, alongam-se até as laterais do veículo, dando-lhe um caráter mais dinâmico.

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Toyota Corolla da nova geração mantém o conservadorismo de seu público, mas adiciona visual mais arrojado

Na traseira, o desenho das lanternas está em harmonia com o porta-malas, enquanto o para-choque pronunciado de design moderno possui vincos marcantes que expressam uma postura ampla e robusta e transmite sensação imponente. O design trapezoidal reverso do porta-malas e a queda acentuada nos cantos do para-choque procuram obter uma impressão unificada entre o design dianteiro e traseiro, criando assim uma aparência harmoniosa em todo o veículo.

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Os novos faróis dianteiros com regulagem de altura e sistema automático de iluminação são de halogênio nas versões GLi e XEi em formato de três “J”, complementados pelas luzes diurnas DRL em LED colocadas abaixo da linha cromada que percorre toda a frente do veículo. Para a versão Altis, os faróis Bi-LED possuem desenho em formato de dois “J” com DRL que acompanha o mesmo design. A versão híbrida ainda possui acabamento na cor azul.

Uma das novidades do Novo Corolla 2020 é o teto solar elétrico de série para a versão Altis 2.0L Dynamic Force ou como opcional no pacote Premium para a versão Altis híbrida.
O interior do Novo Corolla 2020 foi completamente renovado. O design do painel de instrumentos visa uma sensação de amplitude e abertura que, combinada com o console central, oferece uma distribuição ideal do espaço com um caráter minimalista.

Equipamentos

Corolla arrow-options
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Sedã médio agrega conectividade e acabamentos com mais qualidade

O volante de três raios com controles de áudio e computador de bordo tem acabamento em couro e possui aletas para troca de marcha (paddle shift) nas versões XEi e Altis com motor 2.0L Dynamic Force.

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O painel de instrumentos nas versões com motor 2.0L Dynamic Force conta com três mostradores, um circular, no centro, onde é possível visualizar o velocímetro e o nível de combustível; um semicircular do lado esquerdo, onde o motorista exibe o conta-giros e o termômetro do motor, e uma tela de TFT de 4,2” colorida do lado direito que mostra o computador de bordo, com informações como indicador de marcha, consumo de combustível, hodômetro, autonomia etc.

Já a versão Altis híbrida possui uma tela TFT de 7” digital e colorida, no centro do painel, exibindo o velocímetro e informações do computador de bordo. Enquanto o semicírculo do lado esquerdo possui um indicador do sistema híbrido, no lado direito é possível visualizar a informação de combustível e temperatura do motor.

Vem com a central multimídia Toyota Play com tela sensível ao toque de 8”, rádio AM/FM, função MP3, entrada USB, Bluetooth, conexão para smartphones e tablets com Android Auto, Apple CarPlay e SDL.

O Novo Corolla é o sedã médio com mais itens de segurança, com sete airbags, freios ABS com BAS e EBD, câmera de ré com linhas de distância com projeção na central multimídia, sistema ISOFIX para fixação de cadeirinhas no banco traseiro com ancoragem de três pontos, controle de estabilidade (VSC), tração (TRC) e assistente de partida em rampa (HAC), dentre outros.

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A versão Altis 2.0L Dynamic Force vem com o exclusivo pacote de segurança ativa Toyota Safety Sense, que inclui Sistema de Alerta de Mudança de Faixa, Controle de Velocidade de Cruzeiro Adaptativo (ACC), Farol Alto Automático, e Assistente de Pré-Colisão com alerta sonoro e visual e, se necessário, frenagem automática.

O novo motor a combustão 2.0L Dynamic Force de quatro cilindros em linha e 16 válvulas conta com comando de válvulas variável inteligente VVT-iE que, por meio de um motor elétrico, modifica os tempos de abertura das válvulas de admissão. Ele ainda vem com um novo sistema de injeção direta e indireta de combustível D-4S que adapta a injeção às condições de direção, oferecendo mais potência e menor consumo de combustível.

O novo motor 2.0L Dynamic Force é 15% mais potente e 9% mais eficiente do que o motor da geração anterior. É o motor mais potente que já equipou um Corolla. Gera 169 cavalos de potencia com etanol.

Também tem uma inédita transmissão Direct Shift de 10 marchas, que proporciona a suavidade de uma transmissão CVT convencional com uma sensação de aceleração direta.
O inédito sistema do Corolla híbrido que combina três motores, dois elétricos e um a combustão com tecnologia flex e transmissão hybrid transaxle é a maior novidade da Toyota, afinal, este é o primeiro híbrido flex do mundo.

O sistema híbrido da Toyota, nesta nova geração do Corolla, combina um motor a gasolina de 1.8L VVT-i 16V com 101 cv de potência quando abastecido com etanol, e 98 cv, quando abastecido com gasolina, Esse motor funciona em conjunto com dois motores elétricos de 72 cv de potência, garantindo aceleração suave e excelente conforto ao rodar em qualquer tipo de condução.

A transmissão Hybrid Transaxle do Toyota Corolla , praticamente elimina perdas e atritos. Este tipo de transmissão entrega uma aceleração mais linear, que reduz ou aumenta continuamente as marchas de acordo com a demanda do motor, sem desperdiçar energia, contribuindo para a eficiência de combustível.

Fonte: IG Carros
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Veja 5 carros projetados por Anísio Campos, que faleceu aos 86 anos

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Reprodução

Anísio Campos esteve na linha de frente da indústria automotiva, na era dos fora de série

O saudoso Anísio Campos, pai do Puma DKW, faleceu esta semana aos 86 anos. Ao lado de Marcio Piancastelli, é lembrado como um dos grandes designers da indústria brasileira. Entre 1960 e 1990, a época em que veículos fora de série entraram em evidência, assinou a criação de mais de quinze modelos.

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Apaixonado por design, Anísio também se arriscou nas pistas. Fez parte da geração que ficou marcada na Era de Ouro do Automobilismo Brasileiro, ao lado de Bird Clemente, Luis Pereira Bueno e Emerson Fittipaldi. Como tributo, a reportagem do iG relembra 5 carros que fizeram parte da trajetória de sucesso de Anísio Campos .

1 – Puma DKW

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Renato Bellote/iG

Criação de Campos, o Puma DKW foi é uma das grandes raridades nacionais dos dias de hoje

Por que não começar pelo carro de maior sucesso desenhado por Anísio? Apresentado durante o Salão do Automóvel de 1966 – dividindo as atenções com Ford Galaxie e Aero Willys – o Puma DKW caiu no gosto do brasileiro pelo design inspirado no GT Malzoni das pistas. O público comum finalmente poderia ter um “carro de corrida” na garagem.

Ele era montado com motor de três cilindros (sim, nos anos 60) de 981 centímetros cúbicos, com 60 cv de potência e tração dianteira. Apenas 125 unidades foram produzidas antes da DKW Vemag ser comprada pela Volkswagen. É um dos carros nacionais mais raros da atualidade.

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2 – Dacon 828

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Divulgação

Dacon 828 foi um subcompacto com motor do Fusca 1.600. A lanterna traseira veio da Kombi

Quando falamos da categoria dos “supermini nacionais”, é normal lembrar do saudoso Gurgel. Mas Anísio Campos também teve sua glória ao desenhar o pequeno 828 para a Dacon. Vendido entre 1982 e 1986, o subcompacto de apenas 2,5 metros montado sobre rodas aro 10 não foi um grande exemplo de sucesso. Apenas 46 unidades foram vendidas.

O motor 1.6 Boxer de quatro cilindros foi emprestado pelo Volkswagen Fusca, acoplado ao câmbio manual de quatro marchas. Entre suas principais características, as portas dianteiras foram “recortadas” para evitar que o 828 raspasse na calçada. Unidades bem conservadas variam entre R$ 45 mil e R$ 60 mil nos classificados online. Raridade, não?

3 – Vemag Carcará

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Reprodução/Vemag

Executivos posam ao lado do recordista Carcará

Antes da Vemag ser adquirida pela Volkswagen em 1966, o presidente da marca, Jorge Lettry, sugeriu que Anísio Campos desenhasse um modelo para ficar na história – como um legado da empresa que deixaria de existir na metade daquele ano. O objetivo era bater o recorde brasileiro e sul-americano de velocidade com um veículo aerodinâmico. Eis que nascia o Carcará.

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Com chassi tubular e trans-eixo de DKW, o Carcará conseguiu atingir 214 km/h, ficando abaixo da previsão inicial de 230 km/h. Nada mal, considerando o motor de apenas 105 cv de potência que era capaz de girar até 7.000 rpm.

4 – PAG Nick

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Reprodução/Instagram

Rara unidade do PAG Nick durante encontro de entusiastas automotivos da Volkswagen

Motor 2.0 de 121 cv do Gol GTi , estrutura de Saveiro e lanternas de Quantum. O PAG Nick foi um fora de série com personalidade! Com opções de dois e quatro lugares, sua produção foi muito abaixo das expectativas pelo alto preço. Em tempos menos informatizados, estima-se que apenas 200 unidades foram produzidas.

O PAG – abreviação para Projects d’Avant Garde (projetos de vanguarda) – foi descontinuado em 1990. Com a abertura das importações na Era Collor, um veículo fora de série e caro como ele já não faziam mais sentido no mercado que ganhava competitividade.

5 – Engerauto Topazzio

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Misto de picape e esportivo, Engerauto Topazzio era feito com base na Ford Pampa por uma concessionária

A Engerauto foi criada no final de 1983, e inicialmente administrava algumas concessionárias Ford na capital paulista. Seguindo o exemplo da Dacon, logo surgiram os primeiros fora de série com base nos veículos da marca americana. O mais conhecido entre eles é o Topazzio, feito com base na picape compacta Pampa.

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Anísio Campos foi ousado. Sua intenção era projetar um esportivo que ainda mantivesse as características de caminhonete – logo, optou por deixar uma pequena caçamba aparente. Entre as soluções mais absurdas, ferramentas e macaco foram alojados dentro do para-lama esquerdo. A Engerauto continuou fabricando veículos pesados, até o encerramento de suas atividades.

Fonte: IG Carros
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