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Ferrari traz ao Brasil novo supercarro que custa R$ 3,5 milhões

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Ferrari
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Ferrari F8 Tributo chega ao Brasil como o mais novo superesportivo da marca italiana no País, um ano depois de ter sido revelado, na Suíça

A Ferrari começa a vender no Brasil o superesportivo F8 Tributo, substituto do 488 GTB, por R$ 3,5 milhões. O carro chega ao País por intermédio do importador oficial, Via Itália, que também informa que quatro unidades já foram vendidas, sendo que três delas chegarão até o fim do ano. Entre outros custos, apenas o IPVA do modelo fica em torno de R$ 140 mil. É o segundo supercarro que custa acima de R$ 1 milhão lançado no mercado brasileiro em menos de 15 dias.

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Antes da Ferrari F8 Tributo, a Audi lançou o R8 V10 , que teve o primeiro lote destinado ao Brasil vendido em uma semana, por R$ 1,2 milhão cada unidade. No caso do novo modelo da Ferrari , o motor é V8 3.9 biturbo, capaz de gerar 720 cv e 78,5 kgfm de torque, números que representam tem 50 cv e 1 kgfm a mais que a Ferrari 488 GTB, que saiu de linha e foi lançada em 2015 no lugar da 458 Italia.

Conforme dados da Ferrari, a F8 Tributo acelera até de 0 a 100 km/h em 2,9 segundos , e até 200 km/h em 7,8 segundos, com máxima de 340 km/h. Entre os equipamentos do novo modelo, destaca-se o sistema Dynamic Enhancer, que ajusta suspensões, câmbio e acelerador para uma tocada ainda mais esportiva e segura. Como uma Ferrari legítima, vários componentes são de fibra de carbono, o que contribui para o peso de apenas 1.435 kg.

O visual reestilizado não é apenas mais elegante do que nunca, mas também abre caminho para uma nova linguagem de design da equipe de Maranello em alusão ao modelo 308 GTB original, dos anos 80. Como se não bastasse, a rica herança da Ferrari é visível também na parte de trás, onde a tampa do motor Lexan faz tributo à icônica F40.

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O interior do F8 Tributo tem saídas de ar redondas e um novo volante. Os controles também são novos, assim como as laterais das portas e a tela sensível ao toque de sete polegadas no lado do passageiro. Confira abaixo o vídeo oficial do novo modelo da Ferrari .


Fonte: IG CARROS

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Veja as diferenças entre o Toyota Corolla de corrida e o de rua

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Toyota Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla Stock Car motor V8 no lugar do de quatro cilindros e uma série de diferenças em relação ao sedã convencional

A temporada 2020 da Stock Car segue sem data para começar. A expectativa era que ela tivesse início no próximo fim de semana (4 e 5), com uma etapa em Cascavel (PR), que acabou cancelada ainda por conta dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. Péssima notícia para os fãs, que pela primeira vez em anos poderiam ver uma disputa entre carros de verdade (ou quase). No caso, os sedãs médios Toyota Corolla e Chevrolet Cruze.

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Os novos carros serão o principal destaque desta temporada da Stock Car. Diferente de anos anteriores, quando traziam uma “bolha” de fibra de vidro que apenas lembrava um automóvel “real”, os novos são estruturalmente mais próximos dos Chevrolet Opala e Omega usados no passado pela categoria, trazendo a carroceria que traz as mesmas chapas laterais e o teto do Toyota Corolla de rua

Componentes como portas e capô seguem o mesmo formato, mas são feitas em fibra de vidro. Por outro lado, acessórios — como faróis funcionais e lanternas — e até o para-brisa (embora blindado, por motivo de segurança) são exatamente os mesmos disponíveis no mercado.

Toyota Corolla
Divulgação

Toyota Corolla 2020 tem alguns detalhes que dão um aspecto esportivo ao sedã, como os defletores de ar nas laterais

De acordo com Maurício Ferreira, chefe da equipe Full Time, que vai disputar a Stock Car deste ano com o Toyota Corolla, embora essa mudança não imponha uma grande mudança na rotina de manutenção — já que boa parte dos profissionais da categoria teve experiência anteriores com carros de turismo — a carroceria de lata criou alguns obstáculos no desenvolvimento do novo carro.

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“Um desafio, por exemplo, foi resolver a questão do arrefecimento do motor mantendo a grade frontal original. Um problema que não existia anteriormente, quando havia liberdade para trabalhar sem a limitação da carroceria original”.

A estrutura tubular com crash box em fibra de carbono foi mantida nos novos Stock, inclusive com os conjuntos de suspensão independentes do tipo “duplo A” na dianteira e traseira. Mas com entre-eixos reduzido para 2,74 m para permitir o uso das carrocerias originais quase sem modificações.

Corolla
Luis França / Divulgação

Toyota Corolla que compete na Stock Car tem bastante alívio de peso e baixo centro de gravidade

Não espere ver sob o capô variações preparadas dos motores de quatro cilindros originais e os câmbios automáticos: tanto o Corolla quanto o Cruze usam motores V8, que embora sejam de fornecedores diferentes para cada modelo, são capazes de desenvolver os mesmos 550 cv com o ” push-to-pass “.

O câmbio é sequencial de seis marchas. Desenvolvida para uso em competições, traz embreagem multidisco e trocas no volante por meio de um sistema eletro-hidráulico. Outras curiosidades são os freios — que diferente do que se espera emprega discos de aço e pastilhas produzidas por uma empresa nacional — e o sistema de direção hidráulica no lugar da elétrica, que pode parecer um anacronismo nas ruas mas ainda se mostrou a escolha mais acertada para o carro de pista.

Mesmo fabricante 

Corolla
Newspress

Versão mais interessante do Toyota Corolla é a híbrida, com motor a combustão que funciona com outro elétrico

Diferente de categorias como a Fórmula 1, em que cada equipe desenvolve a sua máquina, tanto o Corolla quanto o Cruze são encomendados pela Vicar (a organizadora da Stock ) e produzidos pela empresa JL — a mesma responsável pelos carros de anos anteriores —, e fornecidos para as equipes. Combustível e lubrificantes também são de um mesmo fornecedor oficial.

Embora esse arranjo limite a participação de mais de uma empresa de lubrificantes no uso da competição como laboratório de desenvolvimento, Pedro Sachet, consultor técnico da Texaco Lubrificantes, destaca que ainda há espaço para o feedback das pistas.

LEIA MAIS: Toyota Corolla Hybrid x VW Golf GTE: uma briga eletrizante

“O desenvolvimento tecnológico em lubrificantes está muito calçado na redução de emissões. Atualmente, esta não é uma preocupação na Stock. Mas é uma tendência e poderá vir a ser no futuro. E essa proximidade entre carros de pista e de rua vai ajudar”, destacou o chefe da equipe Full Time sobre o Toyota Corolla .

Fonte: IG CARROS

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VW Tiguan estreia novo visual e vira semiautônomo

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VW Tiguan
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VW Tiguan ganha nova frente e fica mais próximo da linguagem visual dos lançamentos mais recentes da marca no mundo

Lançado no exterior em 2016, o VW Tiguan da segunda geração acaba de passar pela sua primeira restilização visual, que veio acompanhada da adoção de novos equipamentos como o sistema de direção semiautônomo.Na Europa, começa a ser vendido ainda este ano. No Brasil, o mais provável é que chegue em 2021.

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As principais mudanças externas no VW Tiguan ficaram concentradas na dianteira, que ganhou novas grade, para-choque e faróis de LED. Na traseira, além das lanternas com novo arranjo de luzes, o logotipo com o nome Tiguan passou a ficar posicionado sob o logo “VW”, seguindo o padrão estabelecido pelo Golf de 8ª geração.

No interior, além das alterações de acabamento, a montadora alemã trocou o volante multifuncional (que adotou o mesmo desenho de Nivus e novo Golf ) e mexeu também nos controles de ventilação (abandonando os comandos giratórios) e na central multimídia, de nova geração e disponível em variações com telas de 8″ ou 10,25″.

Pela primeira vez, o SUV começa a ser oferecido com o Travel Assist, sistema de direção semiautônomo que fez a sua estreia no ano passado, no Passat, e permite que o veículo freie, acelere e controle a direção sozinho em velocidades de até 210 km/h.

LEIA MAIS: Novo VW Tiguan: versão R-Line em detalhes

As vendas do VW Tiguan reestilizado começam em breve no mercado europeu, trazendo novidades como a versão esportiva R (equipada com um motor 2.0 TSI de 320 cv) e uma variação híbrida plug-in de 245 cv. Já a variação Allspace, de entre-eixos mais longo e que é feita no México para as Américas, estreia apenas em 2021. A marca ainda não revelou se vai haver mudanças na mecânica.

Fonte: IG CARROS

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