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Política MT

‘Fechado’ com Blairo e Fávaro, deputado abre diálogo para ter apoio de Jaime e Mauro Mendes para disputar Senado

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Com apoio do PP e PSD, Neri Geller buscar fortalecer pré-candidatura para disputar a única vaga do Senado na eleição no ano que vem

O deputado federal Neri Geller (PP), presidente do partido em Mato Grosso, confirmou que está trabalhando sua provável candidatura ao Senado da República, em 2022, e que já conta com uma aliança fechada entre o seu partido e o PSD do senador Carlos Fávaro, para a disputa da única vaga à senatoria no Estado, com o fim do mandato do senador Wellington Fagundes (PL).

Além do apoio do ex-ministro e ex-governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PP), e do senador Carlos Fávaro (PSD), Geller garantiu que o senador Jaime Campos, do DEM, embora não tenha declarado apoio total, demonstrou simpatia pela sua candidatura.

“Sou leal ao grupo, sou leal aos meus princípios de trabalho, mas está bem encaminhada a possibilidade de disputar o Senado no ano que vem”, disse o federal em entrevista ao ODocumento.

“Estou preparado, pronto para ser o candidato do grupo, mas não estou fazendo isso de forma atropelada, por querer a qualquer custo. As coisas estão acontecendo de forma natural. Recebi o apoio do Fávaro, do Maggi e tive uma conversa muito boa com o senador Jaime Campos”, adiantou.

Segundo Geller, “o Jaime não externou o apoio cem por cento, mas falou da sua simpatia. A Bancada Federal trabalha alinhada, e o Jaime foi uma pessoa que me deu muita orientação. Também conversei com o governador Mauro Mendes e falei da possibilidade de trabalhar o projeto do Senado alinhado com o da reeleição”, disse.

Geller argumentou que o governador Mauro Mendes vem fazendo um grande trabalho de reconstrução do Estado, de ajuste fiscal e com obras nos quatro cantos de Mato Grosso. “Isso é preciso ser reconhecido”, declarou.

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Política MT

Mendes defende que vacinas Sputinik V compradas por governadores fiquem nos Estados

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Em reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o governador Mauro Mendes defendeu que as doses da vacina Sputnik V, adquiridas pelo Governo do Estado, sejam pagas pelo estado e aplicadas exclusivamente em Mato Grosso. Ao todo, o Estado adquiriu 1,2 milhão de doses da vacina contra a covid-19.

A reunião ocorreu na tarde desta terça-feira (20.04), por videoconferência, com a participação dos governadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste que compraram a Sputnik V.

De acordo com Mauro Mendes, o ministro da Saúde demonstrou intenção de requisitar as vacinas compradas pelos estados, pagar pelas doses, e incluí-las no Plano Nacional de Imunização (PNI).

“Eu tenho defendido que o Estado de Mato Grosso prefere, em primeiro lugar, pagar pelas vacinas para que nós fiquemos com essas vacinas aqui no estado”, afirmou o governador.

Mauro relatou que, caso não seja possível essa primeira alternativa, que o Ministério da Saúde inclua no PNI as doses, mas as entregue apenas aos estados que fizeram a compra, como forma de antecipar as doses que já o Ministério já iria entregar.

“Ou seja, nós recebemos as vacinas aqui, aplicamos na nossa população, e as futuras entregas do PNI seriam descontadas e mandadas para os demais estados para poder futuramente reequilibrar essa conta em todo o país”, explicou.

A proposta de antecipação das doses, com a compensação, foi defendida por todos os governadores que adquiriram a Sputnik V. Marcelo Queiroga adiantou que irá encaminhar a proposta para análise da procuradoria do ministério.

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Política MT

Reintegrado ao TCE, Antonio Joaquim afasta carreira politico-partidária: “não vou me contaminar”

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O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antonio Joaquim, que foi reintegrado ao Pleno por decisão do STJ depois de afastado por três anos e meio da Corte de Contas, disse que não vai ‘contaminar’ e nem perder sua ‘autoridade’ por conta da política eleitoral de 2022.

“Como eu disse, não sou afeito à hipocrisia. Lá atrás, tentei.Neste momento, nada, zero de política, não vou contaminar, não vou perder a minha autoridade e a minha isenção como juiz de contas, como conselheiro, para discutir política eleitoral”, garantiu o conselheiro.

“Agora, veja bem, vai dizer não me interessa, acabou, não sei, isso lá no ano que vem, eu posso até avaliar, mas neste momento, com toda sinceridade, sem hipocrisia, não contamino minha atividade de conselheiro”, disse, acrescentando que “jamais imaginaria, com a minha história, que eu seria afastado três anos e meio do Tribunal”, declarou.

O conselheiro garantiu que está animado com o retorno no Tribunal de Contas do Estado. “Como eu estava em 2016, muito animado, eu continuo agora em 2021, cinco anos depois. Por outro lado, eu não sou afeito a hipocrisias de dissimulações. Eu sou uma pessoa transparente e as vezes pago um alto preço por essa transparência”, disse.

“Não posso negar que em 2018 eu me coloquei como pré-candidato a governador, e cheguei a assinar minha aposentadoria e protocolar no Tribunal de Contas. Eu não esperava e subestimei a capacidade de maldade do seu Pedro Taques, na época, em conluio com o Janot, que me tirou das eleições”, recordou Antonio Joaquim.

“Eu fui pré-candidato a governador, só que eu paguei um alto preço por essa ousadia. E hoje estou no tribunal e o assunto só pode ser as políticas de controle externo e de conselheiro. Eu não posso contaminar minha atividade com a discussão política eleitoral. Até porque, eu sou impedido legalmente, como a lei orgânica da magistratura impede o desembargador, e nós somos considerados, na condição de Estado, com as mesmas prerrogativas dos desembargadores, eu estou impedido por lei de discutir política eleitoral partidária”.

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