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Nacional

Fazendeiros serão indiciados pela PF após provas sobre incêndios no Pantanal

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Pantanal
Agência Brasil

Incêndios no Pantanal em 2020 consumiram o triplo de área que em todo o ano de 2019

Ao menos quatro fazendeiros estão entre os suspeitos da Polícia Federal de ter dado início às queimadas na região da Serra do Amolar, no Pantanal de Mato Grosso do Sul . A questão vai ser analisada pelo Ministério Público Federal (MPF), que pode ou não encaminhar os nomes à Justiça Federal. As informações são da coluna de Amaury Ribeiro Jr, do Uol.

Os peritos da Polícia Federal encontraram vestígios que indicam ação humana nas queimadas por meio de imagens de satélite da Nasa e do (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) Inpe. A intenção da queimada seria criar área de pastagem .

Trabalhadores das fazendas e moradores da região foram ouvidos pelos investigadores da PF e os relatos reforçam a suspeita sobre os fazendeiros.

Os incêndios teriam começado por volta de 30 de junho e teriam sido sincronizados em quatro propriedades distintas, na região oeste do Rio Paraguai.

Todo o gado havia sido retirado da região dias antes dos incêndios a pedido dos fazendeiros, de acordo com os relatos das testemunhas. 

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Nacional

Bairros de maioria negra de São Paulo têm expectativa de vida mais baixa

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Periferia de São Paulo
Rovena Rosa/Agência Brasil

Jardim ângela é o distrito de expectativa de vida mais baixa

A cidade de São Paulo, apesar de ser a mais rica do país, tem alto índices de desigualdade social e econômica. De acordo com o Mapa da Desigualdade 2020, divulgado pela Rede Nossa São Paulo nesta quinta-feira (29), os quatro distritos com a menor idade média ao morrer na capital paulista estão entre os com mais de 50% dos moradores negros: Jardim Angela (58,3 anos), Cidade Tiradentes (58,5 anos), Iguatemi (59,1 anos) e Grajaú (59,5 anos). 

No geral, 35,3% dos paulistanos se consideram pretos ou pardos. Os distritos com maior parte da população negra são Anhanguera (50,3%), Brasilândia (50,6%), Capão Redondo (53,9%), Cidade Ademar (50%), Cidade Tiradentes (56,1%), Grajaú (56,8%), Guaianases (51,5%), Iguatemi (50,9%), Itaim Paulista (54,8%), Jardim Ângela (60,1%), Jardim Helena (54,7%), Jardim São Luís (51,3%), Lajeado (56,2%), Parelheiros (56,6%), Pedreira (52,4%) e Vila Curuçá (51,2%).

Nas regiões com a maior idade média ao morrer, o percentual de população negra é menor que 9%. No Jardim Paulista, a idade média ao morrer é de 81,5 anos e o percentual de negros é de 8,5%. No Alto de Pinheiros, a idade média ao morrer, em 2019, foi de 81,1 anos e tem 8,1% de população negra.

Segundo Jorge Abraão, coordenador geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo,  é possível, a partir desses dados, “atuar fortemente junto com organizações da sociedade civil para a construção de políticas públicas contra a desigualdade na cidade de São Paulo”.

Ainda segundo Abraão, a desigualdade é o maior problema da capital paulista. “É a origem de uma série de problemas e se conseguirmos enfrentá-la, vamos avançar”, afirma. 

Racismo é menor nas periferias

A nova edição do Mapa da Desigualdade reuniu os dados sobre o coeficiente de pessoas que foram vítimas de racismo e injúria racial para cada 10 mil habitantes por bairro. A média da cidade ficou em dois casos para cada dez mil por bairro.

Na Barra Funda foram 20,1 casos por 10 mil em 2019. Na Sé, foram 24,2 casos. O Brás teve 13,5 casos e na República foram 12,7 casos. Nas periferias, por outro lado, o registro de casos de racismo e injúria racial ficaram abaixo da média. Lajeado (1,2), Anhanguera (0,4), Parelheiros (0,4), Itaim Paulista (1,3) e Jardim Ângela (0,6).

Habitação

Os distritos com mais negros também têm a maior concentração de famílias morando em favelas, de acordo com o estudo. No Jardim São Luis, 69,5% da população vive em favelas; Jardim Ângela (53,9%); e Vila Andrade (34,7%).

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Nacional

João de Deus é transferido em hospital no DF, mas não tem previsão de alta

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João de Deus
TV Brasil/Reprodução

João de Deus tem 63 anos de prisão acumulados por diversos crimes.

O médium João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus , foi transferido para um quarto comum após apresentar uma melhora clínica. Ele está internado no Hospital Sírio Libanês em Brasília. As informações foram divulgadas em um boletim médico. Até o momento, não há previsão de alta.

“O paciente João Teixeira de Faria foi admitido no hospital Sírio-Libanês em Brasília para avaliação de dor torácica. Realizados os procedimentos necessários, apresentou melhora clínica, foi transferido de unidade crítica para quarto comum, onde continua em tratamento, sem previsão de alta hospitalar”, afirma o comunicado.

O médium foi internado no hospital na madrugada de sábado (24). Ele sentiu mal estar e incômodos na região do peito. A hipótese de Covid-19 foi descartada pela equipe médica. Anteriormente, João de Deus foi internado na sexta-feira (23) em um hospital da cidade de Anápolis, em Goiás, onde está cumprindo prisão domiciliar, sendo transferido para o Sírio Libanês após uma piora no quadro.

João de Deus tem 63 anos e quatro meses de prisão acumulados por conta de três condenações:

  • estupro contra cinco mulheres, pelos quais foi condenado a 40 anos em regime fechado;
  • estupro de vulnerável contra duas mulheres violação sexual mediante fraude contra outras duas, pelos quais foi condenado a 19 anos e quatro meses em regime fechado;
  • porte ilegal de armas, pelo qual foi condenado a quatro anos em regime aberto.

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