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Favela Tour e bicicleta: cariocas dão dicas do que não fazer no Rio de Janeiro

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Ano após ano, milhões de turistas vão à capital fluminense atrás de sol, mar e cartões postais como a Calçada de Copacabana, o Pão de Açúcar ou o Cristo Redentor. E, embora eles conheçam os roteiros da cidade, muitos não sabem o que não fazer no Rio de Janeiro para evitar estresse.

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Vista aérea do Cristo Redentor arrow-options
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Saber o que não fazer no Rio de Janeiro irá te salvar de muitos contratempos durante suas viagens à Cidade Maravilhosa

Por se tratar de uma metrópole, as dicas de o que não fazer no Rio de Janeiro podem ser um pouco mais complexas do que em destinos menores como  Gramado ou  Campos do Jordão – mas isso não significa que elas sejam menos importantes.

E para não deixar você na mão, o iG Turismo conversou com alguns cariocas para pedir dicas úteis aos turistas que vão para a Cidade Maravilhosa à procura de divertimento e uma folga da rotina.

O que não fazer no Rio de Janeiro #1: depender de um guia para passear

Guia turístico apontando para um mapa em frente à praia no Rio de Janeiro arrow-options
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O que não fazer no Rio de Janeiro: depender do guia turístico pode impedi-lo de conhecer o melhor da cidade

Segundo o engenheiro de som Lucas Abrunhosa, quanto menos você depender de um guia durante a sua viagem para Rio de Janeiro , melhor. Segundo ele, isso reduz as chances de você ter de visitar os destinos que o guia turístico quer.

Ao invés disso, procure investir em pontos turísticos gratuitos e mais acessíveis, como o Parque Lage, que fica no Jardim Botânico. “Vale muito a pena”, conclui.

O que não fazer no Rio de Janeiro #2: usar só os apps de localização como referência

Aplicativos como Waze e Google Maps podem ser muito úteis para viajar, principalmente quando é a sua primeira vez num local. Mas, segundo o guia turístico e proprietário da Atlântica Turismo, Jairo Monteiro Lourenço, ficar cegamente neles pode ser um erro no Rio de Janeiro.

“Eles [aplicativos] podem colocar o turista em local de extrema violência”, observa. Outra coisa a evitar, segundo ele, são os Favela Tours, que também podem representar perigo aos turistas. “Isso é amplamente noticiado pela mídia local e nacional”, lembra.

O que não fazer no Rio de Janeiro #3: comer em restaurantes de franquia

Cumbuca de feijoada na mesa arrow-options
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O que não fazer no Rio de Janeiro: o melhor da comida carioca está nos “botecos”, não nos restaurantes de franquia

De acordo com Lucas, outra coisa que pode ser decepcionante são os restaurantes de franquia, principalmente para quem espera comer o melhor da culinária carioca. “O que dá aquele gostinho de originalidade é a boa e velha comida de boteco”, afirma.

Algumas de suas sugestões para quem gostaria de experimentar novos sabores são o Bar do Momo, na Tijuca, e o Lamas, restaurante que existe há 145 anos na região central da cidade.

O que não fazer no Rio de Janeiro #4: ficar desatento aos pertences

Mulher fotografando no calçadão da orla do Rio de Janeiro arrow-options
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O que não fazer no Rio de Janeiro: exibir celulares e câmeras, principalmente no Centro e na orla, é um erro

Infelizmente, essa é uma recomendação do que não fazer no Rio de Janeiro que deve ser feita a todos os turistas que vão para lá. Jairo lembra que você nunca deve “dar mole” com celulares e câmeras fotográficas, principalmente se estiver sozinho. Não usar jóias quando for à orla ou ao Centro da Cidade Maravilhosa também é uma boa ideia.

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O que não fazer no Rio de Janeiro #5: andar pela cidade sem planejar como fazer isso

Metrô parado em estação no Rio de Janeiro arrow-options
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O que não fazer no Rio de Janeiro: se você for se locomover, planeje. A melhor opção de transporte é o metrô

Se precisar andar grandes distâncias na cidade, é bom se planejar. “Dê preferência ao metrô e aos táxis (se tiver condição de identificar o motorista, a placa e o nome do ponto)”, aconselha Jairo.

Lucas, por sua vez, lembra que as bicicletas de aluguel, como aquelas do Itaú que podem ser encontradas em pontos estratégicos de São Paulo – e que também estão no Rio de Janeiro – também devem ficar de fora da lista de transportes.

“Apesar de ter vários pontos para locação, alguns não estão em funcionamento e, em determinadas regiões, essas bicicletas são muito visadas para serem roubadas”, atesta o engenheiro de som sobre sua dica do que não fazer no Rio de Janeiro para se locomover.

O que não fazer no Rio de Janeiro #6: hospedar-se num hotel só porque ele fica perto da praia

Prédios próximos à orla do Rio de Janeiro arrow-options
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O que não fazer no Rio de Janeiro: hospedar-se em hotéis próximos à praia não é garantia de conforto

Ficar perto da praia pode ser uma boa para não precisar correr atrás de espaço na areia, mas hospedar-se em hotéis próximos à orla na sua viagem para o Rio de Janeiro não é, necessariamente, sinônimo de conforto.

De acordo com Lucas, a vista para a praia é linda, “mas em alguns casos você estará pagando apenas a boa paisagem que seu quarto terá”. Se você quer conforto, vale a pena dar uma vasculhada em hotéis que fiquem um pouco mais longe da orla, mas sejam mais bem equipados e localizados.

O que não fazer no Rio de Janeiro #7: pegar um táxi no aeroporto Santos Dumont

Táxi saindo do Santos Dumont arrow-options
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O que não fazer no Rio de Janeiro: quando for sair do aeroporto, é melhor evitar os táxis para economizar

Se for viajar para a Cidade Maravilhosa de avião, evite pegar um táxi quando chegar no Santos Dumont. “Com a tarifa atual dos táxis no RJ, que está entre R$ 2,75 e R$ 4,50 por quilômetro rodado, vale muito mais ir para o posto da Uber que tem dentro do próprio aeroporto e pedir um carro lá”, indica Lucas.

O mesmo vale para outras viagens longas na cidade. Se você não for rodar pela região em que chamou o táxi, o melhor é ir de Uber, sempre identificando-o devidamente.

Leia também: Guia rápido para quem quer visitar Rio de Janeiro

Com essas dicas, você já está um pouco mais precavido contra o que não fazer no Rio de Janeiro , e provavelmente terá uma viagem mais tranquila daqui para a frente quando for para lá.

Fonte: IG Turismo
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Aventura amazônica: veja roteiro de 4 dias por Alter do Chão, no Pará

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Santarém, no Pará, é considerada uma das cidades que vão bombar em 2020.  Levantamentos divulgados pelas plataformas Viajala e Hurb – Hotel Urbano mostram que o destino na Amazônia é um dos destaques de tendência nacional de viagem.

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Divulgação

Alter do Chão, Santarém

Com uma cultura forte e belezas naturais “de cair o queixo”, a cidade abriga Alter do Chão , o “caribe brasileiro”. Escolhido como um dos 10 melhores destinos do mundo para conhecer no ano passado, pelo jornal O Estado de S. Paulo, o distrito as margens do Rio Tapajós é uma ótima pedida de viagem para o verão.

Para quem se interessou por conhecer o local, o iG Turismo, junto com o Hotel Urbano, organizou um roteiro de quatro dias com o que fazer, como chegar e a melhor época para ir a Alter do Chão. Confira abaixo e programe suas férias!

Como Chegar?

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Divulgação/ infraero

O Aeroporto de Santarém, no Pará, recebe voos de poucos estados brasileiros

Avião

Para quem optar pelo transporte aéreo, o aeroporto mais próximo de Alter do Chão fica em Santarém , a 33 Km de distância. Santarém recebe voos diretos de Brasília, Belém e Manaus.

Ao chegar ao Aeroporto Internacional de Santarém – Maestro Wilson Fonseca, é preciso pegar um ônibus urbano de Santarém até Alter do Chão, porém não tem ônibus direto do aeroporto. Então pegue outro ônibus até Avenida Tapajós e de lá pegue o transporte para a vila. Os ônibus partem da Praça Barão de Santarém. A viagem dura em média 40 minutos.

Aos que preferem uma viagem mais rápida e individual, é possível contratar um serviço de transfer ou táxi. Os transfers saem em torno de R$70 por pessoa e o táxi cobra cerca de R$130 pelo trajeto.

Outra opção é alugar um carro no aeroporto. Partindo de Santarém: via Estrada Santarém a viagem dura cerca de 40 minutos. Para quem estiver em Belém, o caminho é pela BR 230 – cerca de 22h30min; via BR 010 e BR 230 – em torno de 27 horas. 

Barco

A partir de Manaus e Belém saem barcos para Alter do Chão. De Manaus a viagem dura dois dias e de Belém, três dias.

Os preços variam conforme a embarcação e acomodação que optar, podendo ir de uma simples rede até uma suíte. Dá para se informar sobre o serviço através do Porto de Manaus (92 3233-7061), Porto de Belém (91 3182-9136) ou o de Santarém (93 3512-8500). 

Quando ir?

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Reprodução/ TripAdvisor

Alter do Chão já foi escolhida por duas vezes como a praia mais bonita do Brasil pelo “The Guardian”

Com duas estações bem definidas, uma de chuva e uma de seca, Alter do Chão não deixa a desejar com suas belezas naturais em nenhuma delas. A mais bonita é a época de cheias, porém não haverá praias determinadas. Por isso, o melhor período para turismo é durante a seca.

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Alta Temporada: o verão amazônico, temporada de seca, vai de agosto a dezembro e é a época em que surgem as praias, com faixas de areia bem extensas. Há mais opções de restaurantes e hospedagens nessa época e o turista pode aproveitar o Çairé, famoso evento folclórico e religioso, que acontece em setembro.

Baixa Temporada: o inverno amazônico abre a temporada de chuvas, indo de janeiro a julho, ideal para quem quer fazer passeios de barco em meio à floresta, tomar banho de rio e conhecer as comunidades da região. Nessa época o cenário na vila é bem diferente: as águas cobrem as praias e faixas de areia, inclusive a Ilha do Amor. O mês de janeiro sinaliza o início das chuvas, mas ainda promete que os viajantes conheçam as praias. 

O que fazer?

1º dia em Alter do Chão – Lago de Tapari e Praia da Ponta de Pedras

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Reprodução/ exploraai

A praia da Ponta da Pedra é uma das mais conhecidas em Alter do Chão

O primeiro dia pode começar pelo Lago do Tapari, acessível pela Praia de Itapari (vizinha à Praia da Ponta de Pedras). Para chegar à Praia de Itapari, o trajeto pode ser feito de barco pelo Rio Tapajós ou por estrada.

O lugar é conhecido como Lago Preto por conta da sua cor mais escura. Quem der um mergulho no lago tem sempre uma surpresa, já que passam correntes de água fria e morna. Por lá também dá para ver pequenos peixes. É uma boa opção para quem busca privacidade e sossego total em meio à natureza.

No mesmo dia é possível conhecer – e almoçar – na Praia de Ponta das Pedras. Localizada às margens do Rio Tapajós, a Praia da Ponta de Pedras é um belo cenário para curtir o resto do dia. Com uma grande variedade de restaurantes, é indicado para os turistas que preferem praia com infraestrutura. Ainda dá para cruzar o Tapajós em direção ao Canal do Jari e visitar a comunidade local.

Se fizer o passeio de barco, a última parada será a Praia Ponta do Cururu. Sem estrutura turística, quiosques ou ambulantes por perto, o atrativo da praia é o pôr do sol, que segundo muitas pessoas, é o mais bonito da Amazônia.

À noite vale a pena jantar na praça central da cidade, onde se concentram restaurantes, lanchonetes e barracas de comida. A culinária paraense é criativa e peculiar e é impossível visitar o Estado sem provar o aviú, um micro camarão de água doce. Os peixes amazônicos, como o pirarucu, tambaqui e tucunaré também não podem faltar no seu cardápio.

2º dia em Alter do Chão – Praia do Pindobal

No segundo dia, aproveite para conhecer a praia queridinha de turistas que buscam boas fotos: Pindobal. Com águas tranquilas e cabanas de palha, a praia é perfeita para repor as energias e tem boa estrutura de bares e quiosques. Quem quiser praticar exercícios, é possível alugar stand up paddle e caiaques. Para chegar à Praia do Pindobal é possível ir de carro ou barco pelo Rio Tapajós. O percurso de barco vai custar em torno de R$50 ida e volta.

Para a programação noturna, Espaço Alter do Chão funciona como casa de shows e restaurante, oferecendo apresentações de Carimbó. O ‘Restaurante Mãe Natureza’ tem música ao vivo, além de saladas, panquecas e drinques deliciosos.

3º dia em Alter do Chão – Ilha do Amor

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Reprodução/ amazoniasemfronteiras

A Ilha do Amor fica inundada no período de cheias

Um dos principais cartões-postais da vila, a Ilha do Amor não pode faltar no seu roteiro. Localizada em frente à orla da cidade com suas areias brancas e águas claras e cristalinas, não é exatamente uma ilha e sim uma pequena península no meio do Rio Tapajós.

Lá o turista encontrará diversas barracas, mesas e guarda-sóis à disposição. Para quem gosta de esportes, a pedida é montar um time de futevôlei ou praticar canoagem. Para chegar até a Ilha do Amor, é preciso pegar uma catraia (espécie de canoa) ou lancha rápida. A travessia é curta. No auge da seca, em novembro, é possível ir caminhando até a Ilha do Amor, saindo da orla de Alter do Chão.

Um atrativo para os que acordam cedo. Nas primeiras horas do dia dá para fazer a trilha da Serra da Piraoca. No lado esquerdo da orla e terá uma placa indicando o início do atalho. A caminhada dura cerca de 30 minutos e, do alto da Piraoca, você aprecia a melhor vista da Ilha do Amor e de praias próximas, como a Ponta do Cururu.

 4º dia em Alter do Chão – Floresta Nacional dos Tapajós

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Reprodução/ Melhores Destinos

A floresta nacional tapajós é um dos cenários mais bonitos em Alter do Chão

Feche o último dia em Alter do Chão com a famosa Floresta Nacional dos Tapajós te dá o privilégio de fazer uma trilha em plena floresta amazônica.

Saindo de Alter do Chão, são aproximadamente 35 Km em estrada de terra até a Flona. Também é possível fazer a viagem de barco, de preferência lancha rápida. Para fazer a caminhada, você deverá pagar um guia nativo que cobra R$100.

Existem duas comunidades na Flona: Maguari e Jamaraquá. Para cada uma há uma trilha diferente. Além de conhecer as famílias que vivem ali, o passeio apresenta cipós, lagos, frutas da floresta e praias. Porém são os igarapés e as sumaúmas, árvores de quase 70 metros de altura, os maiores atrativos do local.

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Dica importante! A trilha é longa e leva horas de caminhada, por isso leve água, frutas e repelente. E não deixe de se refrescar com um banho gelado de igarapé. Por fim, a única parte difícil em conhecer Alter do Chão é que, depois de tanto contato com a natureza, a volta para casa pode ser dolorosa.

Fonte: IG Turismo
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Turismo

Coronavírus: governo fecha parte da Muralha da China e afeta turistas

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Muralha da China

Nesta sexta-feira (26), o governo chinês anunciou o fechamento de parte da  Grande Muralha  na tentativa de conter a propragação dos casos de coronavírus  no país. O monumento é visitado anualmente por mais de 10 milhões de turistas. 

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Além da  Muralha da China , outros monumntos emblemáticos de Pequim foram fechados, integrando as medidas para controlar a propagação do vírus que já matou 26 pessoas. 

O Estádio Nacional de Pequim, construído para os Jogos Olímpicos em 2008 e conhecido como Ninho de Pássado, também foi fechado. A partir de sábado (25), a floresta Yinshan Pagoda e os túmulos da dinastia Ming também serão fechados. 

A expectativa é que outros monumentos e atrações turísticas sejam fechadas nos próximos dias.

Fonte: IG Turismo
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