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Fávaro apoia BRT e garante PSD ‘fechado’ com o candidato de Alcolumbre à Presidência do Senado

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Senador destacou viabilidade econômica como trunfo para conclusão do BRT

O senador Carlos Fávaro (PSD), presidente regional do partido em Mato Grosso, disse em entrevista ao Portal ODocumento, que a decisão do governador Mauro Mendes (DEM), de anunciar a troca do modal VLT para o BRT, foi “extremamente técnica”.

“Eu não quero discutir VLT ou BRT. Foi uma decisão extremamente técnica do governador. No período em que estive em Brasília, no escritório do governo, acompanhei esse grupo de trabalho, inclusive coordenei um pequeno período esse grupo, e a determinação do governador, na época, era buscar uma solução técnica”, declarou.

“Claro que a vontade, se tivesse viabilidade econômica, era terminar essa obra com o VLT. Mas isso tira dinheiro da saúde, da educação, da segurança pública. A alternativa correta que foi criada é trazer um modal eficiente, moderno, limpo, com praticamente zero de subsídio de recursos públicos”, afirmou.

Conforme Carlos Fávaro, “esse é um assunto que se arrasta há praticamente dez anos, difícil de se tomar uma decisão em função das ações judiciais, da delação premiada, isso não vai sair do lugar. A Assembleia aprovou a mudança, agora é terminar essa obra. A decisão foi técnica, muito bem fundamentada. Essa obra é importante e tenho certeza que o governador vai concluir”, opinou.

Sobre a eleição da presidência do Senado, marcada para o próximo dia 1º de fevereiro, o senador mato-grossense disse que a bancada do seu partido está fechada em 100% com o também senador Rodrigo Pacheco (DEM).

“O PSD foi o primeiro grande partido que fechou questão com o Rodrigo Pacheco.  São 11 votos da nossa bancada, que está fechada em 100%, muito pela gratidão do partido pelo trabalho desempenhado pelo Davi Alcolumbre nesses dois anos de mandato na presidência. O senador Pacheco é muito bem de conceito. Acho que dificilmente outro grupo consegue montar uma chapa como a do Pacheco. Acho que será candidatura única”, declarou.

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Política MT

Jayme Campos engaveta ações contra senador e filho do presidente no Conselho de Ética

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Jayme ao lado dos senadores Flávio Bolsonaro e Davi Alcolumbre

O GLOBO – A duas semanas do fim de seu mandato como presidente do Conselho de Ética do Senado, não tem pressa para despachar os casos de Chico Rodrigues (aquele do dinheiro na cueca) e de (aquele das rachadinhas). Diz Campos: “Sou legalista. Estou seguindo os passos”.

Campos argumenta que espera pareceres da Advocacia do Senado sobre as representações. Essa etapa, porém, não é obrigatória (e rima com protelatória).

Vai terminar sem decidir se eles serão arquivados ou seguirão ao conselho?. Desconversa Campos: “A culpa foi da pandemia”.

Jayme Campos diz que não tem a intenção de compor o novo Conselho de Ética, mas, se for indicado pelo partido, aceitará. Os colegas estão na torcida por ele.

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Emanuel cobra contribuição do agronegócio para o desenvolvimento dos municípios da Baixada Cuiabana

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Questão foi levantada pelo prefeito de Cuiabá nesta sexta-feira ao ser eleito
presidente do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá [Foto – Luiz Alves]

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), em discurso de posse como presidente do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá, na sexta-feira (15), subiu o tom em relação ao agronegócio mato-grossense. Conforme Pinheiro, é necessário discutir o agronegócio. Pinheiro quer que o agronegócio, um dos mais importantes setores da economia mato-grossense, retorne mais divisas para os municípios da Baixada Cuiabana.

“O agronegócio está explodindo, um vetor importantíssimo para a balança comercial e desenvolvimento do País, por isso, é necessário entender o que a nossa região está ganhando com o boom do agronegócio. É necessário discutir o agronegócio. Temos que ver o que o agronegócio está retornando para a Baixada Cuiabana”, questionou.

“Preparamos esse desenvolvimento para o Estado, renunciamos investimentos para a nossa região. Precisamos de uma distribuição melhor de renda”, disse o prefeito.

“Não sou contra a concentração de renda, mas é preciso distribuí-la melhor. Os municípios do Vale do Rio Cuiabá precisam ter esse tema em pauta”, destacou.

“Só entendo o processo desenvolvimentista da região da Grande Cuiabá com um plano de desenvolvimento integrado entre os 13 municípios consórcio. Nós temos história, tradição”, afirmou.

Criado em dezembro de 2005, o Consórcio Vale do Rio Cuiabá é formado por Cuiabá, Várzea Grande, Acorizal, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Poconé, Rosário Oeste e Santo Antônio de Leverger. Com uma área aproximada de 76 mil quilômetros quadrados, esses municípios somam mais de 1 milhão de habitantes.

 

 

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