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Familiares da primeira-dama Michelle Bolsonaro moram em favela de Brasília

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Michelle Bolsonaro
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Família de Michelle Bolsonaro mora na maior favela de Brasília

No início deste ano, a primeira-dama Michelle Bolsonaro se mudou, ao lado do marido, o presidente Jair Bolsonaro, para o Palácio do Planalto, em Brasília. O casal deixou a casa onde morava em um condomínio de luxo do Rio de Janeiro para a residência oficial do chefe do estado brasileiro.

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A poucos quilômetros dali, na favela do Sol Nascente, maior de Brasília e uma das maiores do País, ainda residem familiares de Michelle Bolsonaro. Tios e a avó de Michelle moram em conjunto de casas simples, onde a primeira-dama cresceu.

A família da primeira-dama falou à revista VejaMaria Aparecida Firmo Ferreira , avó materna de Michelle, relatou que não ve a neta a cerca de seis anos. Ela não foi convidada para a posse, assim como a mãe de Michelle, Maria do Carmo. “É minha neta, cresceu lá em casa, mas agora ela é a primeira-dama”, relata Maria Aparecida.

Apesar da distância da neta, Maria Aparecida elogiou o presidente. “Eu gosto muito do Jair. Gostei desde a primeira vez. Ele sempre me abraçava, me beijava, me chamava de vó. Vou abraçar e beijar o meu presidente, agora. Ele é uma pessoa muito humilde. Tenho certeza de que, se eu chegar lá, ele vai me receber com muito carinho”, contou.

A idosa ainda afirmou que segue morando no Sol Nascente por opção. Segunda ela, a filha Maria do Carmo, mãe de Michelle , já a convidou para morar em um apartamento em Ceilândia.


Fonte: IG Nacional
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Crise da água: sem acordo, Defensoria e MP vão à Justiça por indenização

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Cedae / Reprodução

Cedae

Depois de quatro horas em reunião sem chegar a um consenso com a Cedae , a Defensoria Pública e o Ministério Público devem levar à Justiça já nesta quinta-feira (20) um ação pedindo que os mais de 9 milhões de consumidores abastecidos pelo sistema Guandu sejam ressarcidos por conta da crise da água .

Este foi o quinto encontro entre representantes da estatal, da Defensoria, do Ministério Público e do governo do estado a respeito da possibilidade de desconto ou ressarcimento aos consumidores que foram lesados por conta da presença de geosmina na água . Desde o início de janeiro, moradores da cidade do Rio e da Baixada Fluminense recebem nas torneiras água com cheiro, gosto e cor alterados.

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“Não chegamos a um acordo. Depois desse tempo de reunião, os critérios técnicos e financeiros, não se chegou a um lugar comum, a um consenso “, disse o presidente da companhia, Renato Lima do Espírito Santo.

Na última reunião, na segunda-feira (17), ficou acordado que a estatal enviaria em até 48 horas uma proposta à Defensoria, o que foi feito no início desta tarde, horas antes do início da reunião. De acordo com a defensora Patrícia Cardoso, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon), os valores oscilaram durante a negociação, mas não foram os únicos fatores que impediram que o acordo fosse firmado.

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“Por mais que a gente tivesse chegado a valores, outras tantas questões nos impediram de fazer o acordo. Algumas limitações de ordem técnicas que a Cedae expôs, e até questões jurídicas intransponíveis fizeram com que a gente não pudesse celebrar o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), como a necessidade que a Cedae entende de edição de uma norma legislativa nova e a dificuldade de aprovação (do acordo) junto ao Conselho de Administração”, explicou a defensora.

Ao fim da reunião, a defensora Patrícia Cardoso e o presidente da Cedae, Renato Lima do Espírito Santo, não expuseram os descontos negociados, mas de acordo com a coordenadora do Nudecom, os percentuais propostos pela estatal foram inferiores aos que a Defensoria esperava.

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“Estamos juntando os últimos documentos da instrução, e o Ministério Público também. Provavelmente daremos entrada na ação judicial que visa o ressarcimento dos consumidores por conta dos danos experimentados nesse mês de janeiro de 2020 ainda nesta quinta-feira (20)”, diz Cardoso.

Ainda segundo a defensora, a indenização pedida na Justiça deve chegar aos consumidores em valores, e não em desconto percentual, e que todos os detalhes serão divulgados assim que a ação for ajuizada.

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“Seria muito mais simples preparar a petição e judicializar sem tentar um acordo, que é sempre uma boa saída, rápido, eficiente, claro, e não depende de uma decisão judicial. A gente não descarta a possibilidade de fazer esse acordo de maneira não tão demorada no próprio judiciário”, disse. 

Fonte: IG Nacional
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São Paulo está em alerta para alagamentos nesta quinta

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Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo

Há chances de alagamento

São Paulo amanhece nesta quinta-feira (19) com o sol entre as nuvens e tempo abafado, segundo a previsão do tempo do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE). A temperatura irá oscilar entre 21ºC e 31ºC e o índice de umidade do ar permanece durante todo o dia acima de 45%.

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A partir do entardecer há grandes chances de fortes pancadas de chuva atingirem todas as regiões da capital paulista. O CGE alerta para a formação de alagamentos e transbordamentos de rios e córregos. Há também potencial para ventos fortes.

Fonte: IG Nacional
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