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Saúde

Falta de medicamentos: Saúde não tem estimativa para abastecimento

Publicado

Medicamentos estão em falta no Brasil
Reprodução – 23/06/22

Medicamentos estão em falta no Brasil

O Ministério da Saúde não estima quando o abastecimento de medicamentos e de insumos no Brasil estará normalizada. A pasta acompanha a falta de 86 substâncias em todo o país. As informações foram dadas pela cúpula da pasta nesta sexta-feira em entrevista à imprensa, em que apresentou um balanço de medidas já realizadas.

No rol de substâncias em falta, constam antibióticos, antialérgicos, soro fisiológico e contraste iodado. Como O GLOBO mostrou, tanto a pasta quanto a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) admitem risco de desabastecimento, que se reflete em prateleiras vazias de farmácias e de hospitais.

“Cada caso é um caso. A gente não tem como definir uma data precisa porque cada demanda uma questão específica. Tem a questão de preço, de dificuldade de importação, de produção de insumos… O que a gente vem fazendo é trabalhar a medida regulatória adequada e monitorar se a situação está resolvida ou não. Então, não dá para a gente prever um prazo”, afirmou o secretário-executivo da pasta. Daniel Pereira.

Entre as razões para a escassez, a pasta apontou, em sua maioria, causas globais: lockdown na China — maior polo produtor de insumos, como o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) —, guerra na Ucrânia e escassez de matérias-primas. O ministério também relegou aos estados parte da responsabilidade pela escassez. Na tentativa de reverter o cenário, o governo permitiu a venda acima do teto de preço e zerou a alíquota de importação em alguns casos.

No caso do contraste iodado, a pasta orienta a racionalização do uso diante da escassez global do medicamento. O produto reúne o conjunto de substâncias usado em exames radiológicos para aprimorar a imagem de partes do corpo.

A recomendação consta em diretriz elaborada junto ao Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR). Agora, a previsão é que a oferta do produto só seja normalizada em setembro:

“Não é recomendar o racionamento, mas a racionalização do uso. Isso significa a priorização de procedimentos em pacientes com maior risco, em condições clínicas de urgência e emergência, evitar desperdícios que possam vir a ocorrer e considerar, também, a utilização de outros métodos diagnósticos em substituição aos procedimentos”, declarou a secretária de Atenção Especializada à Saúde (Saes), Maíra Botelho.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Vacinação

Publicado

Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação
Tânia Rêgo/Agência Brasil – 26/01/2022

Confira, a seguir, informações como as faixas etárias para as diferentes categorias de vacinação

O Ministério da Saúde lançou hoje (7), em São Paulo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e de multivacinação. O objetivo é recuperar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes que deixaram de tomar os imunizantes previstos no calendário nacional.

A partir de amanhã (8), cerca de 40 mil salas de vacinação em todo o país estarão abertas para aplicar doses de 18 tipos de imunizantes previstos no calendário nacional de vacinação para esse público. A campanha terminará em 9 de setembro.

A vacinação contra a poliomielite é destinada para crianças menores de 5 anos. A multivacinação é para crianças e adolescentes menores de 15 anos. Para crianças estarão disponíveis os seguintes imunizantes :

Hepatite A e B; Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente; VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); VOP (Vacina Oral Poliomielite); Febre amarela; Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba); Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela); DTP (tríplice bacteriana); Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).Para adolescentes: HPV; dT (dupla adulto); Febre amarela; Tríplice viral; Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também fala como a vacinação para a covid pode ser incluída
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 16.02.2022

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também fala como a vacinação para a covid pode ser incluída

Segundo o ministério, a partir dos três anos de idade, as vacinas de covid-19 podem ser administradas de forma simultânea ou com qualquer intervalo com os demais imunizantes.

Ao participar do lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o último caso de pólio no Brasil foi registrado em 1989.

Segundo ele, a cobertura vacinal da população está diminuiu em todo o mundo, principalmente durante o período da pandemia de covid-19. O ministro também conclamou as famílias a levarem as crianças para vacinar.

“Peço aos pais que levem seus filhos para as salas de vacinação. É inaceitável que, hoje, no século 21, 100 anos depois do esforço extraordinário de Oswaldo Cruz para introduzir esses conceitos sanitários no Brasil, nós tenhamos ainda crianças com doenças que podem ser evitáveis por vacina”, afirmou.

O ministério espera vacinar cerca de 14.3 milhões de pessoas contra a polio. Todos os imunizantes ofertados têm registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Ministério da Saúde lança Campanha Nacional de Vacinação    

Publicado

O Ministério da Saúde lançou hoje (7), em São Paulo, a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e de multivacinação. O objetivo é recuperar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes que deixaram de tomar os imunizantes previstos no calendário nacional. 

A partir de amanhã (8),  cerca de 40 mil salas de vacinação em todo o país estarão abertas para aplicar doses de 18 tipos de imunizantes previstos no calendário nacional de vacinação para esse público. A campanha terminará em 9 de setembro. 

A vacinação contra a poliomielite é destinada para crianças menores de 5 anos. A multivacinação é para crianças e adolescentes menores de 15 anos.

Para crianças estarão disponíveis os seguintes imunizantes:  Hepatite A e B; Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente; VIP (Vacina Inativada Poliomielite); VRH (Vacina Rotavírus Humano); Meningocócica C (conjugada); VOP (Vacina Oral Poliomielite); Febre amarela; Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba); Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela); DTP (tríplice bacteriana); Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano).

Para adolescentes: HPV; dT (dupla adulto); Febre amarela; Tríplice viral; Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Segundo o ministério, a partir dos três anos de idade, as vacinas de covid-19 podem ser administradas de forma simultânea ou com qualquer intervalo com os demais imunizantes. 

Ao participar do lançamento da campanha, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o último caso de pólio no Brasil foi registrado em 1989. Segundo ele, a cobertura vacinal da população está diminuiu em todo o mundo, principalmente durante o período da pandemia de covid-19. O ministro também conclamou as famílias a levarem as crianças para vacinar.

“Peço aos pais que levem seus filhos para as salas de vacinação. É inaceitável que, hoje, no século 21, 100 anos depois do esforço extraordinário de Oswaldo Cruz para introduzir esses conceitos sanitários no Brasil, nós tenhamos ainda crianças com doenças que podem ser evitáveis por vacina”, afirmou.

O ministério espera vacinar cerca de 14.3 milhões de pessoas contra a polio. Todos os imunizantes ofertados têm registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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