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Falta atualização cadastral pode deixar 24 mil servidores do Estado com salários bloqueados; prazo vai até dia 15

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O prazo final para a atualização cadastral é 15 de dezembro. Este ano não haverá prorrogação

A 15 dias do fim do recadastramento dos servidores e empregados públicos do Estado de Mato Grosso, somente 24.152 servidores, de um total de 48.818, concluíram a sua atualização cadastral. O prazo final é 15 de dezembro e este ano não haverá prorrogação.

A informação vem do balanço parcial do recadastramento dos servidores efetivos, comissionados e empregados públicos do Estado de Mato Grosso, divulgado pela Coordenadoria de Monitoramento da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) por meio do informativo de recadastramento 2020.

A atualização cadastral anual tem o objetivo de manter atualizadas as informações pessoais, funcionais e de qualificação dos servidores e empregados públicos do Estado. Este ano tem uma grande novidade, a ferramenta Banco de Talentos está interligada ao sistema de recadastramento.

Além do bloqueio salarial, o servidor que não se recadastrar no prazo previsto poderá responder Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apuração dos fatos. Quem inserir informações falsas também será responsabilizado por meio do PAD.

É importante lembrar que o cadastro somente será concluído após o seu total preenchimento e a validação pela chefia imediata.

Banco de Talentos

Este ano a ferramenta Banco de Talentos está interligada ao sistema de recadastramento. Ela constitui-se numa ferramenta de gestão estratégica de pessoas que possibilita conhecer as competências dos servidores e realizar cruzamentos desses perfis com a necessidade dos diversos órgãos e entidades através de um sistema de banco de dados com informações pessoais e profissionais dos servidores públicos estaduais.

Essas informações poderão ser usadas no processo de movimentação de pessoal entre órgãos e ficará disponível para consulta das secretarias, empresas e autarquias interessadas em determinado tipo de perfil funcional. E também serão usadas no redimensionamento da força de trabalho.

O Banco de Talentos está entre as ações voltadas para o desenvolvimento profissional do Estado. Ele faz o mapeamento do perfil de trabalho de todos os servidores públicos estaduais levando em conta seus conhecimentos e habilidades para atividades estratégicas e específicas.

Para se recadastrar clique aqui.

 

 

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Deputado condena quem critica Bolsonaro e anuncia saída do ‘PSL infiel’

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O deputado estadual Sílvio Fávero (PSL), bolsonarista convicto, em conversa com jornalistas na sexta-feira (22), durante entrega de 250 viaturas para a Segurança Pública, admitiu que está praticamente fora do partido. O parlamentar admitiu, inclusive, que as conversas estão avançadas com o PRTB.

“Eu não posso deixar o partido, a janela não está aberta. Venho negociando, sim, com o partido. A minha saída do PSL é um mais um, é dois, não tem clima, principalmente num partido que vem pedindo impeachment do meu presidente. E não posso compactuar com isso e ficar num partido desse”, declarou.

A única pendência, segundo o parlamentar, está na falta de liberação do partido. “Já venho conversando, já estamos preparando um outro partido, estamos negociando com vários, estivemos em Brasília, fazendo tratativas. Só estamos esperando o momento certo para deixar o partido. Provavelmente será o PRTB”.

Questionado se fez conversações com o Podemos, Sílvio Fávero adiantou que não teve contato recente com o partido. “Na época o Álvaro Dias me procurou, a Renata Abreu, que eu tenho muito carinho, muito respeito, mas eu sou da direita, eu vou com o meu presidente. Por enquanto, conversa, só com o PRTB”.

Sobre o processo de pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro, o deputado disse que “essa tentativa de fritura do presidente é até cômico, vamos falar assim. Olha o que o nosso presidente fez por esse Brasil. Olha hoje o lucro das estatais que estavam no vermelho. Nós nunca tivemos tanto dinheiro para a segurança pública, para a saúde”.

Para Sílvio Fávaro, o presidente Bolsonaro “está quebrando o sistema, principalmente da esquerda, que está infiltrado por tudo. A esquerda só sabe fazer barulho e isso para mim não passa de blá, blá, blá”. Temos que quebrar esse ciclo e é isto que o meu presidente vem fazendo”, completou.

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Botelho diz que BRT é fato consumado e que é preciso união para resolver “aquele problemão”

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FLÁVIO GARCIA/ Especial para ODOC

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Eduardo Botelho (DEM), em fala com jornalistas durante a entrega de 250 novas viaturas para a Segurança Pública, deixou registrado o seu descontentamento com a falta de entendimento entre o governador Mauro Mendes (DEM) e o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), sobre a mudança do modal de VLT para BRT.

“Acho que essa discussão é ruim, tanto para o governo quanto para a prefeitura. Acho que nós temos que entrar num entendimento. Se eu fosse o governador eu ligaria para o prefeito, convidaria para uma reunião pessoal, os dois, para botar fim nisso”, disse Botelho.

O presidente do Legislativo mato-grossense entende que “o momento é de nós trabalharmos por Cuiabá, por Mato Grosso, não é o momento de guerra. De entrarmos no jogo do perde e perde. Vamos unir para podermos fazer um jogo em que todos ganham”, conclamou.

“Eu não sei os motivos de cada um. Não conversei com o prefeito e nem com o governador. Acho que temos que trabalhar para construir, o VLT já está descartado, o governo já descartou, então, vamos todos trabalhar para executar bem. Não adianta agora ficar colocando dificuldades. Esse é o meu entendimento. Se já está definido, é uma etapa que já se passou”, argumentou Botelho.

Conforme o parlamentar, apesar de o tema não ter sido discutido, já está definido. “Não tem como discutir agora, não tem como voltar atrás, já foi votado na Assembleia, já está definido. Agora nós temos que ir para a etapa que é construir. É o momento de mesmo aqueles que não concordam com a mudança, trabalhar para executar. Não vai acontecer de voltar atrás. Esse impasse prejudica a todos”.

Questionado se o eleitor está de olho nessa briga, Botelho disse que não sabe mensurar. “Não sei se o eleitor está de olho nesse momento, mas lá na frente vai ver o resultado, se deu resultado. Então é isso que nós vamos avaliar lá na frente, não só eu, mas o cidadão, todos. Se nós concretizarmos o BRT vai ser bom para Cuiabá, bom para Várzea Grande, bom para o governador e bom para o prefeito”.

Para completar, Botelho disse que “se temos um trânsito melhor, um transporte coletivo melhor, quem é mais elogiado é o prefeito. Acho que vai ser bom para o prefeito Emanuel Pinheiro. Se ele entrar nesse entendimento, colocar humildade, ele vai ser reconhecido como um grande estadista. Eu não vou tentar nada, se eles entender que eu posso ser um elo de ligação, tudo bem, senão eu não vou dar a mão para quem não quer segurar”.

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