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Política MT

Falsos dilemas levaram Mato Grosso a ter a 3ª maior mortalidade por covid-19 do país, diz Lúdio

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual e médico sanitarista Lúdio Cabral (PT) afirmou que é necessário nos guiarmos pela ciência para enfrentarmos de forma adequada a pandemia de covid-19. Ele argumenta que, desse modo, será possível escapar das armadilhas do negacionismo e dos falsos dilemas que transformaram o Brasil no pior país do mundo na gestão da pandemia, e Mato Grosso no estado com a 3ª maior taxa de mortalidade do país, com 232 óbitos por 100 mil habitantes, atrás apenas do Amazonas (293 óbitos por 100 mil habitantes) e Rondônia (246 óbitos por 100 mil habitantes).
“A pandemia de covid-19 já dura um ano e um mês, desde a declaração de pandemia feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS). É uma tempestade mais longa do que esperávamos, e ainda vai durar muito tempo. Esse prolongamento da tempestade se deve à falta de um enfrentamento adequado da pandemia, potencializado pelo negacionismo e por falsos dilemas. Essas falsas dicotomias precisam ser superadas. Não existe conflito entre medidas sanitárias e economia. É a falta de medidas sanitárias eficientes que levou ao prolongamento da crise econômica”, afirmou Lúdio.
Para superar esses falsos dilemas, Lúdio recomenda que o poder público e a sociedade civil sentem à mesa de negociações e definam ações, orientados por especialistas em epidemiologia e infectologia. “A ciência tem que ser nosso farol para sairmos da tempestade da pandemia. Precisamos de um plano de gestão de longo prazo da pandemia no nosso território, que seja construído e colocado em prática com união de esforços entre poder público e sociedade civil, para acabar com todos esses conflitos que temos vivido há mais de um ano, impedindo o enfrentamento adequado da pandemia em Mato Grosso e no Brasil”, disse.
Lúdio reforçou, mais uma vez, a necessidade de os governos decretarem medidas sanitárias eficientes acompanhadas de medidas de proteção econômica à população e aos setores mais vulneráveis, além de fortalecer o sistema público de saúde e acelerar a aquisição e aplicação das vacinas. Ele destacou ainda a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) no combate à pandemia.
“Sem um sistema público e universal de saúde, teríamos vivido uma tragédia muito maior. O SUS tem que ser fortalecido e os trabalhadores da saúde têm que ser respeitados e valorizados. Neste Dia Mundial da Saúde, em 7 de abril de 2021, precisamos refletir sobre o que precisa ser feito a partir de agora para enfrentar a pandemia, depois do aprendizado que temos que colher com os poucos acertos e muitos erros cometidos até aqui. O Brasil é o pior país do mundo na gestão da pandemia e Mato Grosso é o 3º estado do país em mortalidade, o que reflete a precariedade do enfrentamento à pandemia no nosso território”, analisou.
 

Fonte: ALMT

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Política MT

Mauro Carvalho rebate críticas e cobra deputado para que deixe as redes sociais e trabalhe por Mato Grosso

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Chefe da Casa Civil lamenta que prefeito não tenha trabalhado para trazer benefícios para MT

Em entrevista na rádio CBN Cuiabá (95,9 FM), nessa segunda-feira (20), o secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho (DEM), criticou a postura do deputado federal José Medeiros (Podemos), de promover acusações infundadas, de ‘baixo nível’ nas redes sociais contra o Governo do Estado.

“É lamentável, vejo com tristeza. Se o deputado Medeiros pegasse toda essa energia que ele tem nas redes sociais e se dedicasse a ajudar o povo de Mato Grosso, realmente as coisas estariam diferentes. Eu pergunto: o que o deputado José Medeiros fez?”, questionou o secretário-chefe da Casa Civil.

O secretário acrescentou que Medeiros destinou poucos recursos para o estado de Mato Grosso no combate da pandemia, e fez questão de destacar que todos os parlamentares da Bancada Federal e da Assembleia Legislativa também destinaram. “O que ele fez de diferente? Então pegue toda essa energia e traga em benefício”, disse Mauro Carvalho.

Sobre o fato de o parlamentar federal ter declarado que a compra da vacina russa, a Sputnik, pelo governador Mauro Mendes (DEM), é uma jogada política, o secretário Mauro Carvalho afirmou que “espero que ele ajude Mato Grosso a realmente adquirir e ficar com essas vacinas, que interfira junto ao presidente Jair Bolsonaro, junto às Embaixadas, ajude Mato Grosso. Porque se ele pegar toda essa energia no sentido de ajudar, com certeza vai ser diferente, mas ele usa toda essa energia para criticar, vir com coisinhas baixas, para fazer embate sem valor nenhum, sem conteúdo nenhum”, disparou Carvalho.

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Política MT

Projeto de lei incentiva vacinação em empresas privadas

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O Projeto de Lei 249/2021 cria o programa “Empresa Livre de Covid” para incentivar a vacinação de trabalhadores no setor privado de Mato Grosso. Mas vincula a implantação da proposta à oferta de vacina para aquisição na rede particular, em hospitais e clínicas.  

Conforme o autor da proposição, o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o objetivo é estimular o envolvimento de todos os setores da economia na disponibilização da vacina contra a Covid-19, pois esta é uma das únicas maneiras de vencer efetivamente a pandemia.

“Sabemos que os empreendedores sofreram um forte abalo econômico em razão de medidas restritivas impostas pelos governos estaduais e municipais, por isso o programa propõe atuar na solução do problema ao permitir que as empresas credenciadas voltem a funcionar normalmente”.

O projeto de lei não desobriga os empregadores, empregados e clientes de adotarem as demais medidas de prevenção à Covid-19, como a utilização de máscaras, álcool em gel, distanciamento social e redução da capacidade de atendimento. “Essa é uma forma de cuidar da saúde, mas também manter emprego e renda à população”.

Entre os setores que poderão se beneficiar da nova legislação estão: comércio atacadista, supermercados, bares e restaurantes, serviços de saúde, construção, bancos e lotéricas, abastecimento e logística, combustíveis, autopeças, hotelaria, indústria, transporte de passageiros, telecomunicações, serviço de beleza, lavanderia, funerários, limpeza, segurança pública e privada, academias, entre outros.

“As micro e pequenas empresas respondem por mais de 30% do PIB do país, são as que geram mais da metade dos empregos diretos. Mas ao contrário das grandes corporações, não possuem capital de giro suficiente para manter o negócio aberto durante as restrições de funcionamento, por isso precisamos encontrar um meio de ajudá-las”, afirma Dr. Gimenez.

Números – No Brasil, desde o início da pandemia, mais de 30% dos bares e restaurantes decretaram falência, o que, segundo um levantamento feito pela Associação Nacional dos Restaurantes (ANR), soma mais 300 mil estabelecimentos, dos quais 75 mil lojas. Com a segunda onda da pandemia, esse percentual deve aumentar em 2021 e acentuar a crise.

Fonte: ALMT

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