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Falso policial é preso por extorquir e ameaçar produtores rurais

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As próprias vítimas denunciaram o criminoso após serem ameaçadas

Policiais Militares da Patrulha Rural de Rondonópolis (a 214 km de Cuiabá) prenderam E.D.I. (31 anos) por extorquir proprietários de fazendas e se passar por policial civil, exigindo dinheiro e cometer crimes de roubo. O suspeito foi preso em flagrante, na tarde desta terça-feira (8), no bairro Colina Verde, zona rural da cidade.

De acordo com o boletim de ocorrência, a prisão do homem se deu após a Polícia Militar receber denúncias de que um policial civil estava extorquindo fazendeiros, exigindo dinheiro e praticando roubos em propriedades rurais. As vítimas conseguiram identificar o suspeito após encontrar fotos do homem nas redes sociais. Com as informações, policiais da patrulha rural iniciaram as buscas, localizando e prendendo E.D.I.  em uma via pública.

Uma das vítimas do falso policial, reconheceu o suspeito que teria exigindo dele R$150 mil reais sob ameaça de uma arma de fogo em sua propriedade rural no último dia 03 de setembro. O homem foi preso e conduzido à Central de Flagrantes.

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Integrantes de facção criminosa suspeita de assassinatos e desaparecimentos são presos durante operação em MT

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A operação “Abaddon” prendeu 15 pessoas acusadas de vários crimes. Vítimas seriam integrantes do grupo que teriam descumprido ‘regras impostas pela facção’

A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) deflagrou na manhã de quarta-feira (16), em Mirassol D´Oeste (a 300 km de Cuiabá) a operação “Abaddon” na Região Integrada de Segurança Pública (Risp 6). A ação teve como alvo um grupo criminoso atuante na região oeste do Estado nos crimes de homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa armada e posse e porte de arma de fogo.

Os mandados judiciais, cumpridos na cidade, foram representados pela Polícia Civil, com a prisão de 15 pessoas, sendo duas delas foram conduzidas para averiguação. Com base nas investigações da Polícia Civil, a Justiça também decretou 19 mandados de busca e apreensão domiciliar, nos endereços dos investigados, de familiares e de outras pessoas que tem relação com o grupo criminoso.

Foram apreendidos ainda quatro armas de fogo, entre elas um revólver, uma pistola, duas carabinas e seis quilos de maconha e pasta base de cocaína, além quatro veículos.

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O grupo criminoso é investigado há cerca de dois meses pela Polícia Civil, tendo o trabalho iniciado após a ocorrência de uma série de homicídios ocorridos em Mirassol D’Oeste, em que foram identificadas a autoria do grupo criminoso.

Segundo as investigações, o grupo foi responsável por, pelo menos, quatro homicídios, ocorridos entre os dias 8 a 19 de setembro, tendo como vítimas Roni Alvarenga da Silva, Joelson Adivinei Alves de Sá, Amarildo Gomes Gonçalves e Cleber da Silva Ribas.

Duas pessoas que estão desaparecidas do município também são apontadas como possíveis vítimas da facção criminosa.

Todas as vítimas seriam integrantes do grupo que teriam descumprido regras impostas pela facção e que tiveram a morte como pena. Além dos homicídios, a facção também aplica penas de tortura a integrantes que descumpre as regras impostas.

O delegado Alexandre Silva Nazareth, destacou que essa é a primeira fase da operação e que a partir das apreensões será possível aprofundar as investigações. “Além dos mandados contra os integrantes do grupo já identificados, o objetivo da operação era a apreensão de aparelhos telefônicos e outros documentos que auxiliem a chegar a outros membros da facção, assim como identificar outros crimes praticados por ela”, destacou.

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O comandante do 6º CR, tenente-coronel PM, Antônio Nivaldo de Lara Filho, destacou o trabalho integrado e disse que o saldo da operação foi positivo.  “Foi uma operação muito importante para deter a criminalidade na fronteira. Os resultados obtidos fazem parte do trabalho conjunto das unidades policiais de Mato Grosso para a repressão da criminalidade na região de fronteira”, enfatizou.

A operação integrada contou com a participação de cerca de 90 agentes entre policiais civis, militares, do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron)/ Canilfron, Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e Sistema Prisional.
 

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PRF auxilia no resgate de trabalhadores em condição de escravos em MT

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Operação da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) percorreu fazendas na região Norte do Estado

Sete pessoas que eram submetidas a condições análogas à de trabalho escravo foram resgatadas de uma fazenda, em Mato Grosso, durante uma operação da Subsecretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Também participaram da ação membros da Defensoria Pública da União (DPU) e do Ministério Público do Trabalho (MPT). A operação foi realizada entre os dias 8 e 18 pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel, pertence à Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (DETRAE) da SIT.
Os agentes percorreram fazendas na região Norte de Mato Grosso, mais especificamente nos municípios de Santa Carmem, Feliz Natal e Nova Guarita. Em uma das fazendas, em Santa Carmem, foram resgatados sete trabalhadores submetidos a condições análogas à de escravo. Eles catavam raízes em área destinada ao plantio de soja e acampavam em barracos de lona, sem condições de higiene e sanitárias, nem água potável havia.
O empregador foi localizado e autuado pelos auditores-fiscais. Ele teve que pagar as verbas rescisórias, além de danos morais aos trabalhadores. O fazendeiro também firmou Termo de Ajuste de Conduta – TAC com o Ministério Público do Trabalho para pagar danos morais coletivos no valor de R$ 40 mil, que serão revertidos ao Projeto Ação Integrada de Mato Grosso.
Os trabalhadores resgatados foram encaminhados para órgãos assistenciais e terão direito ao recebimento de seguro desemprego.
Já em uma propriedade rural, em Nova Guarita, foi localizada uma região de garimpo em que havia denúncia de trabalho escravo. Duas frentes de trabalho com cerca de garimpeiros foram descobertas, sem irregularidades aparentes, pois havia estrutura adequada de alimentação, trabalho e higiene. Foram realizadas buscas a ilícitos como armas de fogo, mas nada foi encontrado.
A PRF, que possui compromissos assumidos por meio das ações constantes do 2º Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, participou como equipe de segurança da operação, dando condições para que os fiscais pudessem trabalhar. Não houve necessidade de uso da força durante a operação.

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Neocleciana Gonçalves – NUCOM PRF MT

Fonte: PRF MT
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