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Falha em brinquedo deixa pessoas de cabeça pra baixo a 18 metros de altura

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Pessoas ficaram presas a 18m de altura de cabeca para baixo
G1/santos

Pessoas ficaram presas a 18m de altura de cabeca para baixo

Um incidente em um parque de diversões em Praia Grande, no litoral de São Paulo , assustou as pessoas que passavam pelo local na última segunda-feira (25) quando um brinquedo travou no ar e deixou os participantes de cabeça para baixo.

O ‘Kamikaze’ é um brinquedo que gira em 360 graus. Contudo, ele parou de funcionar e deixou as pessoas de cabeça para baixo por quase dez minutos .

Testemunhas que estavam próximas da atração disseram que as pessoas presas na cabine estavam desesperadas: “”Foi uma das cenas mais terríveis da minha vida porque eu fiquei ouvindo os pais, embaixo, gritando para as meninas dentro do brinquedo ficarem mais calmas, segurarem forte e levantarem a cabeça. Lá em cima, elas gritavam por socorro”, conta uma pessoa, que não se identificou, ao G1.

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O Yupie! Park, responsável pelo brinquedo, alegou  “que é característica do brinquedo parar em cima para inverter o giro e, nesse momento, houve uma oscilação de energia que fez com que o brinquedo ficasse parado por alguns segundos a mais que o habitual”, e que apesar da situação, ele já está funcionando normalmente.

No início de janeiro, no mesmo parque, uma outra atração quebrou e caiu, deixando uma jovem ferida.

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MG: professor que manteve mulher em condições análogas a escravidão foi demitido

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Dalton Siqueira Milagres Rigueira, professor acusado de ter mantido Madalena Gordiano, por 38 anos em trabalhos análogos à escravidão
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Dalton Siqueira Milagres Rigueira, professor acusado de ter mantido Madalena Gordiano, por 38 anos em trabalhos análogos à escravidão

O professor Dalton Siqueira Milagres Rigueira, acusado de manter por 38 anos Madalena Gordiano  em regime análogo à escravidão , foi demitido da Fundação Educacional de Patos de Minas (Fepam). A entidade, que é atrelada ao Centro Universitário de Patos de Minas, confirmou informação sobre o desligamento de Dalton dos cursos de veterinária e zootecnia. As informações foram apuradas pelo Uol. 

No fim de dezembro do ano passado, ele já havia sido afastado de cargo e passou a responder na Justiça trabalhista logo após Madalena ter sido resgatada de sua residência, em Patos de Minas, Minas Gerais . Com isso, o apartamento da família foi posto à venda para conseguir pagar a indenização de Madalena, que espera decisão em Uberaba. No momento, apenas a ação trabalhista está correndo, mas sem previsão para desfecho.

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No mês passado, as duas partes deram início a negociação. A família Milagres Rigueira  estaria disposta a entregar imóvel, que segundo eles, está avaliado em cerca de R$ 600 mil e acarreta uma dívida, já parcelada de R$ 190 mil. Porém, Madalena foi quis aceitar acordo com o argumento de que o valor é menor do que o indicado e que após quitação de residência, sobraria aproximadamente R$ 200 mil. 

De acordo com a assessoria de imprensa da  Fepam , a demissão do professor é confirmada, mas eles não quiseram se pronunciar sobre o que levou tal decisão. Por meio de seu advogado Brian Epstein Campos, Dalton afirma que “lamenta estar sofrendo os efeitos de uma sentença condenatória de um processo que sequer iniciou”. 

A ação trabalhista leva em consideração o pagamento dos anos em que Madalena prestou serviços para a família sem receber remuneração. Sua equipe jurídica avalia a possibilidade de entrar com um processo por danos morais. As autoridades ainda não desenvolveram inquérito, porém, possibilidade não está descartada. Ainda por ter feito empréstimos no nome de Madalena, Dalton pode ser denunciado por estelionato .  

Na quinta-feira (04), aconteceu a última audiência feita pelo Ministério Público do Trabalho entre as duas partes. Seção durou cerca de 2h30 e terminou sem acordo. A próxima audiência entre Madalena e a Família Milagres Rigueira será na próxima semana na Procuradoria Geral do Trabalho de Patos de Minas. 

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SP: para evitar aglomerações, prefeito decide apagar postes de iluminação

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Prefeito de Guarani d'Oeste, São Paulo
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Prefeito de Guarani d’Oeste, São Paulo

Em São Paulo , o prefeito Nilson Timporin Caffer (PTB), de Guarani d’Oeste, declarou que os postes de iluminação público serão desligados para evitar aglomerações nas ruas durante o fim de semana, com o propósito de diminuir a disseminação do novo coronavírus . O município fica cerca de 523 km de capital paulista e tem aproximadamente 2 mil habitantes, segundo o IBGE. As informações foram apuradas pelo Uol. 

A medida começou a valer na noite de sábado (06) e foi anunciada por um vídeo feito pelo prefeito e divulgado em suas redes sociais. “Olá, população de Guarani d’Oeste. A nossa energia da rua será desligada hoje às oito e meia e só será religada na segunda-feira. Obrigado a todos”, disse. 

Após anúncio, o desligamento ocorrerá na região central, em ruas ao redor da Igreja Matriz. Local é tido como principal ponto de encontro da cidade.   “Eu não tenho que saber o que a população pensa neste momento de crise. Em novembro do ano passado, fui escolhido para continuar cuidando da cidade da melhor maneira possível. Se for tomar uma atitude, que seja para valer ou não tome”, declarou. 

O abastecimento de energia da cidade é função de uma concessionária privada, porém, a gestão da iluminação pública é de responsabilidade da Prefeitura, de acordo com Caffer. “Com a iluminação desligada, a gente espera que as pessoas fiquem seguras em casa. Apaguei para estimular que as pessoas mudem de hábito neste momento de crise”. 

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Segundo os dados divulgados pela diretoria da Saúde , localidade chegou à marca de 157 casos do novo coronavírus confirmados. Cerca de 13 pessoas estão em tratamento domiciliar, sendo que uma delas, é uma criança de um ano. Desde o início da pandemia , três óbitos foram registrados na cidade. 

Guarani d’Oeste não possui as estruturas necessárias para atender casos considerados graves. Lá existe apenas uma Unidade Básica de Saúde. Com isso, um centro de triagem foi montado para atender pacientes que apresentem problemas respiratórios. 

 “A gente tem feito nossa parte oferecendo médicos e estrutura. Mas se precisar levar casos graves para UTI, não existem vagas na região. Está tudo lotado”, disse o prefeito. 

Foi publicado um decreto pela Prefeitura de Guarani d’Oeste, que é bem mais severo do que a fase vermelha do Plano São Paulo. Está sendo permitido somente o funcionamento de serviços essenciais, aulas nas redes púbica e privada de ensino estão suspensas. Decreto é valido até 21 de março. 

“Durante a semana, a iluminação ficará ligada normalmente, mas se não respeitarem a restrição de circulação, a gente apaga as luzes novamente. É preciso cuidar da vida. O dia que morrermos vamos ficar na escuridão eterna”, afirmou. 

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